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Aracaju, Quinta-feira, 17 de setembro de 2026
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Banese alerta clientes para golpes com cartões e furtos de celulares durante o Carnaval

O Banco do Estado de Sergipe (Banese) divulgou orientações de segurança para quem pretende aproveitar o Carnaval em meio a grandes aglomerações. Segundo a instituição, criminosos costumam se aproveitar da distração dos foliões para aplicar golpes, principalmente envolvendo cartões e celulares.

13/02/2026 · 07h11
Banese alerta clientes para golpes com cartões e furtos de celulares durante o Carnaval

O Banco do Estado de Sergipe (Banese) divulgou orientações de segurança para quem pretende aproveitar o Carnaval em meio a grandes aglomerações. Segundo a instituição, criminosos costumam se aproveitar da distração dos foliões para aplicar golpes, principalmente envolvendo cartões e celulares.

Golpe da maquininha

De acordo com o gerente de Segurança da Informação e Continuidade de Negócios do Banese, Matheus Vieira, o golpe mais recorrente nesta época é o da maquininha com visor danificado. Nessa fraude, o estelionatário quebra a tela do equipamento, impedindo que o cliente enxergue o valor real da compra. Ao inserir ou aproximar o cartão, o consumidor aprova quantias superiores às imaginadas.

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Para evitar esse tipo de ocorrência, o banco recomenda:

  • não usar terminais com visor quebrado;
  • verificar o valor exibido antes de digitar a senha;
  • exigir comprovante impresso e conferir o montante cobrado;
  • manter o cartão sempre em mãos e, caso o entregue, checar se é realmente o seu ao recebê-lo de volta;
  • identificar o cartão com adesivo ou marca discreta para facilitar a conferência.

O Banese aconselha ainda que o cliente introduza e retire o cartão na máquina pessoalmente. Se o vendedor alegar falha na transação, o usuário deve consultar o extrato no aplicativo ou solicitar o comprovante de erro. Outra recomendação é manter desativada a função de pagamento por aproximação (NFC).

Ajuste de limites

Para minimizar perdas, Matheus Vieira indica reduzir, no aplicativo do banco, os limites diários de compras no débito, crédito e pagamentos por aproximação — este último, se possível, para cerca de R$ 50. Clientes Banese podem ainda ajustar tetos de Pix e transações de crédito pelo Banese e Banese Card.

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O gerente sugere levar apenas um cartão e um documento de identificação aos eventos e deixar em casa cartões de reserva. Aplicativos de contas com valores elevados, como investimentos e corretoras, podem ser removidos temporariamente do celular.

Celulares na mira

Os aparelhos telefônicos, por concentrar aplicativos bancários, são alvos frequentes. Entre as medidas preventivas apontadas pelo banco estão:

  • usar senha forte para desbloqueio de tela;
  • manter a função de localização ativada;
  • cadastrar o aparelho na plataforma Celular Seguro, do Governo Federal;
  • impedir alteração de senhas em locais não habituais;
  • ocultar apps bancários e exigir senha ou biometria para acesso;
  • considerar levar um celular reserva sem aplicativos financeiros;
  • aplicar os mesmos cuidados a relógios inteligentes;
  • exigir autenticação biométrica em Apple Pay e Google Pay.

Para transporte dos pertences, o Banese recomenda evitar bolsos traseiros e mochilas de fácil acesso, optando por pochete interna (doleira). Caso ocorra golpe ou furto, o cliente deve bloquear o cartão pelo aplicativo, registrar boletim de ocorrência e informar o banco imediatamente.

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O Banco do Estado de Sergipe (Banese) divulgou orientações de segurança para quem pretende aproveitar o Carnaval em meio a grandes aglomerações. Segundo a instituição, criminosos costumam se aproveitar da distração dos foliões para aplicar golpes, principalmente envolvendo cartões e celulares.

Golpe da maquininha

De acordo com o gerente de Segurança da Informação e Continuidade de Negócios do Banese, Matheus Vieira, o golpe mais recorrente nesta época é o da maquininha com visor danificado. Nessa fraude, o estelionatário quebra a tela do equipamento, impedindo que o cliente enxergue o valor real da compra. Ao inserir ou aproximar o cartão, o consumidor aprova quantias superiores às imaginadas.

Para evitar esse tipo de ocorrência, o banco recomenda:

  • não usar terminais com visor quebrado;
  • verificar o valor exibido antes de digitar a senha;
  • exigir comprovante impresso e conferir o montante cobrado;
  • manter o cartão sempre em mãos e, caso o entregue, checar se é realmente o seu ao recebê-lo de volta;
  • identificar o cartão com adesivo ou marca discreta para facilitar a conferência.

O Banese aconselha ainda que o cliente introduza e retire o cartão na máquina pessoalmente. Se o vendedor alegar falha na transação, o usuário deve consultar o extrato no aplicativo ou solicitar o comprovante de erro. Outra recomendação é manter desativada a função de pagamento por aproximação (NFC).

Ajuste de limites

Para minimizar perdas, Matheus Vieira indica reduzir, no aplicativo do banco, os limites diários de compras no débito, crédito e pagamentos por aproximação — este último, se possível, para cerca de R$ 50. Clientes Banese podem ainda ajustar tetos de Pix e transações de crédito pelo Banese e Banese Card.

O gerente sugere levar apenas um cartão e um documento de identificação aos eventos e deixar em casa cartões de reserva. Aplicativos de contas com valores elevados, como investimentos e corretoras, podem ser removidos temporariamente do celular.

Celulares na mira

Os aparelhos telefônicos, por concentrar aplicativos bancários, são alvos frequentes. Entre as medidas preventivas apontadas pelo banco estão:

  • usar senha forte para desbloqueio de tela;
  • manter a função de localização ativada;
  • cadastrar o aparelho na plataforma Celular Seguro, do Governo Federal;
  • impedir alteração de senhas em locais não habituais;
  • ocultar apps bancários e exigir senha ou biometria para acesso;
  • considerar levar um celular reserva sem aplicativos financeiros;
  • aplicar os mesmos cuidados a relógios inteligentes;
  • exigir autenticação biométrica em Apple Pay e Google Pay.

Para transporte dos pertences, o Banese recomenda evitar bolsos traseiros e mochilas de fácil acesso, optando por pochete interna (doleira). Caso ocorra golpe ou furto, o cliente deve bloquear o cartão pelo aplicativo, registrar boletim de ocorrência e informar o banco imediatamente.

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