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Esporte

Batistuta recorda clássicos contra o Brasil e interesse do Flamengo

Gabriel Batistuta relembra clássicos contra o Brasil e interesse do Flamengo.

04/07/2026 · 00h00 · Atualizado às 18h46
Batistuta recorda clássicos contra o Brasil e interesse do Flamengo

Gabriel Batistuta, ex-atacante e segundo maior artilheiro da Seleção Argentina, relembrou com carinho os clássicos que disputou contra o Brasil ao longo de sua carreira. Durante sua presença em Miami, onde acompanhou a equipe de Lionel Messi no confronto contra Cabo Verde, pela fase de 16-avos da Copa do Mundo, Batistuta compartilhou suas memórias na Casa Conmebol, um espaço criado pela confederação sul-americana na cidade da Flórida.

“Eu não fui tão mal [nos jogos] contra o Brasil”,

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brinca o ex-jogador, conhecido por sua passagem em clubes como Newell’s Old Boys, Fiorentina e Roma.

Apesar de ter marcado apenas dois gols diante da Seleção Brasileira, Batistuta teve participações memoráveis, como no triunfo da Argentina pela fase de grupos da Copa América de 1991, onde a equipe venceu por 3 a 2, e na eliminação do Brasil nas quartas de final da Copa América de 1993, em uma disputa que terminou 7 a 6 nos pênaltis. Em ambas as edições do torneio, a Argentina foi campeã.

“Mas foi sempre com muito respeito. Tenho muitos amigos brasileiros, joguei com muitos na Itália. Então, falo com o maior dos respeitos [pelo Brasil].”

Além de suas memórias em campo, Batistuta também recordou o interesse que o Flamengo teve por ele no fim da década de 1990. O ex-atacante revelou que houve conversas com o clube carioca, mas que as negociações não avançaram.

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“Sim, houve um interesse. Mas eu não podia jogar… me doía tudo, estava velho”,

comenta o argentino, de forma bem-humorada.

Em 2001, Batistuta viveria seu último grande momento na carreira ao levar a Roma ao título da Serie A, jogando ao lado de brasileiros como Aldair, Antonio Carlos Zago e Cafu. Ao longo de sua trajetória, o atacante marcou 56 gols com a camisa da Argentina, sendo superado apenas por Lionel Messi, que balançou as redes 124 vezes.

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Messi, por sua vez, celebrou recentemente seu 39º aniversário com uma homenagem especial da Argentina durante a Copa do Mundo.

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Gabriel Batistuta, ex-atacante e segundo maior artilheiro da Seleção Argentina, relembrou com carinho os clássicos que disputou contra o Brasil ao longo de sua carreira. Durante sua presença em Miami, onde acompanhou a equipe de Lionel Messi no confronto contra Cabo Verde, pela fase de 16-avos da Copa do Mundo, Batistuta compartilhou suas memórias na Casa Conmebol, um espaço criado pela confederação sul-americana na cidade da Flórida.

“Eu não fui tão mal [nos jogos] contra o Brasil”,

brinca o ex-jogador, conhecido por sua passagem em clubes como Newell’s Old Boys, Fiorentina e Roma.

Apesar de ter marcado apenas dois gols diante da Seleção Brasileira, Batistuta teve participações memoráveis, como no triunfo da Argentina pela fase de grupos da Copa América de 1991, onde a equipe venceu por 3 a 2, e na eliminação do Brasil nas quartas de final da Copa América de 1993, em uma disputa que terminou 7 a 6 nos pênaltis. Em ambas as edições do torneio, a Argentina foi campeã.

“Mas foi sempre com muito respeito. Tenho muitos amigos brasileiros, joguei com muitos na Itália. Então, falo com o maior dos respeitos [pelo Brasil].”

Além de suas memórias em campo, Batistuta também recordou o interesse que o Flamengo teve por ele no fim da década de 1990. O ex-atacante revelou que houve conversas com o clube carioca, mas que as negociações não avançaram.

“Sim, houve um interesse. Mas eu não podia jogar… me doía tudo, estava velho”,

comenta o argentino, de forma bem-humorada.

Em 2001, Batistuta viveria seu último grande momento na carreira ao levar a Roma ao título da Serie A, jogando ao lado de brasileiros como Aldair, Antonio Carlos Zago e Cafu. Ao longo de sua trajetória, o atacante marcou 56 gols com a camisa da Argentina, sendo superado apenas por Lionel Messi, que balançou as redes 124 vezes.

Messi, por sua vez, celebrou recentemente seu 39º aniversário com uma homenagem especial da Argentina durante a Copa do Mundo.

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