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Economia

Berkshire mantém aposta no petróleo e alerta para riscos geopolíticos

Berkshire Hathaway destaca riscos geopolíticos e mantém foco no setor de petróleo.

08/08/2026 · 00h00 · Atualizado às 17h09
Berkshire mantém aposta no petróleo e alerta para riscos geopolíticos

No balanço do 2º trimestre de 2026, a holding de Warren Buffett diz ter posição relevante em empresas petrolíferas. A companhia alerta que guerras, conflitos e mudanças em tarifas podem afetar seus resultados.

A Berkshire Hathaway, do renomado investidor Warren Buffett, anunciou em seu balanço referente ao segundo trimestre de 2026 que mantém uma exposição significativa ao setor de petróleo, ao mesmo tempo em que alerta os investidores sobre os riscos apresentados por guerras e conflitos geopolíticos que podem impactar seus resultados financeiros.

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No comunicado, a empresa destaca que os conflitos macroeconômicos e geopolíticos, incluindo guerras, assim como mudanças nas políticas comerciais e tarifas, podem afetar seus negócios e investimentos. A Berkshire ressalta que “ainda existe considerável incerteza sobre os efeitos desses eventos sobre seus ativos”.

A exposição da Berkshire ao setor de petróleo é evidenciada principalmente pela relação com a Occidental Petroleum. Em janeiro, a empresa concluiu a aquisição da OxyChem, divisão de produtos químicos da Occidental, por aproximadamente US$ 9,4 bilhões. Essa unidade é responsável pela produção de insumos químicos básicos utilizados em setores como tratamento de água, farmacêutico, saúde e construção.

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Além disso, apesar da ausência de diretrizes específicas, a Berkshire reafirma em seu comunicado que a solidez financeira e a manutenção de ampla liquidez continuarão sendo prioridades. A companhia também indica que mantém a possibilidade de recomprar ações classe A e B, desde que estas sejam consideradas abaixo de seu valor intrínseco, contanto que suas operações não reduzam suas reservas de caixa e Treasuries para menos de US$ 30 bilhões.

Com a recente alta no preço do petróleo, o governo brasileiro também acendeu um alerta sobre a necessidade de evitar impactos negativos na economia nacional. A situação exige atenção, dado que a dependência do Brasil em relação ao petróleo pode acarretar consequências em diversos setores.

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No balanço do 2º trimestre de 2026, a holding de Warren Buffett diz ter posição relevante em empresas petrolíferas. A companhia alerta que guerras, conflitos e mudanças em tarifas podem afetar seus resultados.

A Berkshire Hathaway, do renomado investidor Warren Buffett, anunciou em seu balanço referente ao segundo trimestre de 2026 que mantém uma exposição significativa ao setor de petróleo, ao mesmo tempo em que alerta os investidores sobre os riscos apresentados por guerras e conflitos geopolíticos que podem impactar seus resultados financeiros.

No comunicado, a empresa destaca que os conflitos macroeconômicos e geopolíticos, incluindo guerras, assim como mudanças nas políticas comerciais e tarifas, podem afetar seus negócios e investimentos. A Berkshire ressalta que “ainda existe considerável incerteza sobre os efeitos desses eventos sobre seus ativos”.

A exposição da Berkshire ao setor de petróleo é evidenciada principalmente pela relação com a Occidental Petroleum. Em janeiro, a empresa concluiu a aquisição da OxyChem, divisão de produtos químicos da Occidental, por aproximadamente US$ 9,4 bilhões. Essa unidade é responsável pela produção de insumos químicos básicos utilizados em setores como tratamento de água, farmacêutico, saúde e construção.

Além disso, apesar da ausência de diretrizes específicas, a Berkshire reafirma em seu comunicado que a solidez financeira e a manutenção de ampla liquidez continuarão sendo prioridades. A companhia também indica que mantém a possibilidade de recomprar ações classe A e B, desde que estas sejam consideradas abaixo de seu valor intrínseco, contanto que suas operações não reduzam suas reservas de caixa e Treasuries para menos de US$ 30 bilhões.

Com a recente alta no preço do petróleo, o governo brasileiro também acendeu um alerta sobre a necessidade de evitar impactos negativos na economia nacional. A situação exige atenção, dado que a dependência do Brasil em relação ao petróleo pode acarretar consequências em diversos setores.

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