Mais de 566 mil pessoas já se registraram na plataforma MEC Livros, lançada pelo Ministério da Educação em 6 de abril; aproximadamente 263 mil empréstimos foram realizados desde então. A biblioteca digital reúne mais de oito mil títulos de autores nacionais e internacionais e pode ser acessada por qualquer pessoa que possua conta no Gov.br.
O serviço, disponível no site e em aplicativo, oferece obras para leitura por meio de empréstimo gratuito. Segundo dados divulgados pelo ministério, a lista de obras mais consultadas é encabeçada por Crime e Castigo, de Fiódor Dostoiévski, seguida por A Cabeça do Santo (Socorro Acioli), Sem Despedidas (Han Kang), A Vegetariana (Han Kang) e Harry Potter e a Pedra Filosofal (J.K. Rowling).
O MEC afirma que a iniciativa visa preservar o patrimônio literário e ampliar o acesso à leitura, além de integrar novas tecnologias ao ambiente educacional e apoiar práticas pedagógicas. A pasta informou ainda que trabalha em melhorias no sistema para ampliar a autonomia dos usuários.
Como acessar
Para utilizar o acervo, o leitor deve entrar no MEC Livros ou no aplicativo e efetuar login com a conta do Gov.br. A plataforma está disponível para Android e para uso em computadores, com integração ao portal do governo.
Na página inicial, as obras aparecem organizadas por categorias como “Em Alta”, “Best-Sellers” e “Autores Clássicos Brasileiros”. Ao selecionar a capa de um título, o usuário pode visualizar o resumo em “Mais informações” e, se desejar, optar por “Emprestar e Ler” para iniciar a leitura.
Os empréstimos têm prazo de 14 dias. Após esse período, o usuário pode renovar o empréstimo por mais 14 dias ou devolver o título. O MEC informou que está implementando ajustes para permitir a devolução a qualquer momento e também a possibilidade de habilitar a devolução automática quando o leitor atingir 90% da leitura, medidas que devem dar maior flexibilidade no gerenciamento dos empréstimos.
Desde o lançamento, a plataforma já registrou centenas de milhares de cadastros e empréstimos, consolidando-se como uma opção pública para ampliar o acesso à literatura no país.
Com informações de Agência Brasil
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