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BMW corta previsão de lucros e culpa China e guerra no Oriente Médio

Veículos

BMW corta previsão de lucros e culpa China e guerra no Oriente Médio

BMW revisa para baixo suas metas de lucro para 2026 devido a problemas na China e no Oriente Médio.

21/06/2026 · 00h00 · Atualizado às 16h14
BMW corta previsão de lucros e culpa China e guerra no Oriente Médio

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A montadora alemã BMW revisou para baixo suas metas para 2026 diante da crise no mercado chinês e dos impactos da guerra no Oriente Médio. A empresa anunciou corte de custos para enfrentar o cenário adverso.

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A montadora alemã BMW revisou para baixo suas expectativas para 2026, citando as turbulências causadas pela guerra no Oriente Médio e a deterioração do mercado na China, considerado um mercado-chave. A empresa também anunciou a intensificação de seus esforços de redução de custos.

Essa notícia representa um novo desafio para o já debilitado setor automotivo da Alemanha, especialmente para uma fabricante que, até então, apresentava um desempenho superior em relação a rivais como Volkswagen e Mercedes-Benz.

Em comunicado divulgado na terça-feira, 16 de junho de 2026, a BMW, com sede em Munique, informou que espera uma queda “significativa” no lucro antes de impostos para este ano, em comparação com a previsão anterior de uma redução moderada. Além disso, a montadora projeta uma leve queda nas entregas de veículos, contradizendo a expectativa anterior de estabilidade.

As margens de lucro na divisão automotiva da BMW, um indicador importante da saúde financeira da empresa, devem ficar entre 1% e 3%, abaixo da expectativa anterior que variava de 4% a 6%. O CEO Milan Nedeljkovic mencionou que a BMW irá “adaptar suas estruturas e processos atuais à drástica queda nas condições de mercado”.

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“É nossa responsabilidade intensificar significativamente e acelerar nossas medidas em andamento”, afirmou Nedeljkovic.

Embora não tenha fornecido mais detalhes, a empresa indicou que as medidas de corte de custos impactarão os resultados no segundo semestre de 2026.

A BMW atribuiu a revisão das projeções aos problemas enfrentados na China, onde a montadora lida com forte concorrência de fabricantes locais e um mercado lento, situação que se agravou no segundo trimestre, especialmente para veículos não elétricos. Segundo a empresa, “o desenvolvimento positivo do volume de vendas na Europa e nos Estados Unidos não consegue compensar a queda nas vendas na China e na região Ásia-Pacífico”.

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Adicionalmente, o conflito entre Estados Unidos, Israel e Irã teve um impacto maior do que o previsto inicialmente. Os altos preços de energia também têm pressionado a empresa, e a instabilidade global está afetando a confiança dos consumidores em todo o mundo.

Apesar das dificuldades, a BMW tem se mostrado mais resistente às taxas impostas pelos Estados Unidos em comparação com suas concorrentes, em grande parte devido à localização de sua maior fábrica, na Carolina do Sul. Em 2025, os lucros da montadora, que também inclui as marcas Mini e Rolls-Royce, se mantiveram relativamente estáveis em comparação com Volkswagen e Mercedes.

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A montadora alemã BMW revisou para baixo suas metas para 2026 diante da crise no mercado chinês e dos impactos da guerra no Oriente Médio. A empresa anunciou corte de custos para enfrentar o cenário adverso.

A montadora alemã BMW revisou para baixo suas expectativas para 2026, citando as turbulências causadas pela guerra no Oriente Médio e a deterioração do mercado na China, considerado um mercado-chave. A empresa também anunciou a intensificação de seus esforços de redução de custos.

Essa notícia representa um novo desafio para o já debilitado setor automotivo da Alemanha, especialmente para uma fabricante que, até então, apresentava um desempenho superior em relação a rivais como Volkswagen e Mercedes-Benz.

Em comunicado divulgado na terça-feira, 16 de junho de 2026, a BMW, com sede em Munique, informou que espera uma queda “significativa” no lucro antes de impostos para este ano, em comparação com a previsão anterior de uma redução moderada. Além disso, a montadora projeta uma leve queda nas entregas de veículos, contradizendo a expectativa anterior de estabilidade.

As margens de lucro na divisão automotiva da BMW, um indicador importante da saúde financeira da empresa, devem ficar entre 1% e 3%, abaixo da expectativa anterior que variava de 4% a 6%. O CEO Milan Nedeljkovic mencionou que a BMW irá “adaptar suas estruturas e processos atuais à drástica queda nas condições de mercado”.

“É nossa responsabilidade intensificar significativamente e acelerar nossas medidas em andamento”, afirmou Nedeljkovic.

Embora não tenha fornecido mais detalhes, a empresa indicou que as medidas de corte de custos impactarão os resultados no segundo semestre de 2026.

A BMW atribuiu a revisão das projeções aos problemas enfrentados na China, onde a montadora lida com forte concorrência de fabricantes locais e um mercado lento, situação que se agravou no segundo trimestre, especialmente para veículos não elétricos. Segundo a empresa, “o desenvolvimento positivo do volume de vendas na Europa e nos Estados Unidos não consegue compensar a queda nas vendas na China e na região Ásia-Pacífico”.

Adicionalmente, o conflito entre Estados Unidos, Israel e Irã teve um impacto maior do que o previsto inicialmente. Os altos preços de energia também têm pressionado a empresa, e a instabilidade global está afetando a confiança dos consumidores em todo o mundo.

Apesar das dificuldades, a BMW tem se mostrado mais resistente às taxas impostas pelos Estados Unidos em comparação com suas concorrentes, em grande parte devido à localização de sua maior fábrica, na Carolina do Sul. Em 2025, os lucros da montadora, que também inclui as marcas Mini e Rolls-Royce, se mantiveram relativamente estáveis em comparação com Volkswagen e Mercedes.

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