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Economia

Tensões no Oriente Médio e dados fracos da UE pressionam bolsas

Bolsas da Europa encerram em queda devido a tensões no Oriente Médio e dados da UE.

15/08/2026 · 11h29
Tensões no Oriente Médio e dados fracos da UE pressionam bolsas

Na sexta-feira (14), as bolsas europeias fecharam majoritariamente em baixa, com investidores atentos às crescentes tensões no Oriente Médio e aos dados de crescimento da zona do euro. Londres caiu; Frankfurt subiu.

As bolsas europeias operaram sem fôlego na sexta-feira, 14 de agosto de 2026, e fecharam majoritariamente em queda. Os investidores acompanharam as crescentes tensões no Oriente Médio e os dados de crescimento da zona do euro.

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Em Londres, o FTSE 100 caiu 0,21% e terminou o dia a 10.750,11 pontos. Em Frankfurt, o DAX subiu 0,51% e fechou a 26.432,86 pontos. O CAC 40, de Paris, recuou 0,16% e encerrou a 8.636,80 pontos.

Na Itália, o FTSE MIB teve baixa de 0,20% e fechou a 53.583,61 pontos, enquanto o Ibex 35, de Madri, caiu 0,12% e terminou a 20.144,35 pontos. Em Lisboa, o PSI 20 ficou estável, a 9.254,52 pontos. As cotações são preliminares.

Petróleo e dados da zona do euro no radar

As ações europeias tiveram dificuldade para encontrar um rumo definido nos últimos dias, em um cenário marcado pela alta nos preços do petróleo, que se encaminhava para um ganho semanal de quase 6%. A falta de um acordo duradouro sobre o Estreito de Ormuz e as contínuas ameaças na região devem manter um prêmio geopolítico significativo, segundo analistas do MUFG.

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Apesar das incertezas e do avanço do petróleo nos últimos meses, o Produto Interno Bruto (PIB) da zona do euro cresceu 0,4% no segundo trimestre e manteve ritmo próximo ao padrão de longo prazo, conforme avaliação da Capital Economics. O comércio do bloco registrou ainda superávit ajustado de 1,8 bilhão de euros em junho, ante déficit de 6,1 bilhões de euros em maio.

Em paralelo, o Goldman Sachs elevou seu preço-alvo de 12 meses para o índice Stoxx 600, ao citar a solidez dos lucros corporativos e a resiliência das economias da Europa. O banco de investimento passou a esperar que o índice pan-europeu alcance 695 pontos, ante a previsão anterior de 660 pontos. No fechamento do dia, porém, o índice cedeu 0,21% e terminou em 657,84 pontos.

Entre os destaques do pregão, as empresas alemãs Nemetschek e SAP avançaram 8,43% e 2,85%, respectivamente, impulsionadas por uma alta generalizada nas ações de software, que sustentou os ganhos em Frankfurt. Na outra ponta, a Antofagasta viu suas ações caírem 4,58%, em continuidade à baixa de quinta-feira, após a divulgação do balanço trimestral.

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Na sexta-feira (14), as bolsas europeias fecharam majoritariamente em baixa, com investidores atentos às crescentes tensões no Oriente Médio e aos dados de crescimento da zona do euro. Londres caiu; Frankfurt subiu.

As bolsas europeias operaram sem fôlego na sexta-feira, 14 de agosto de 2026, e fecharam majoritariamente em queda. Os investidores acompanharam as crescentes tensões no Oriente Médio e os dados de crescimento da zona do euro.

Em Londres, o FTSE 100 caiu 0,21% e terminou o dia a 10.750,11 pontos. Em Frankfurt, o DAX subiu 0,51% e fechou a 26.432,86 pontos. O CAC 40, de Paris, recuou 0,16% e encerrou a 8.636,80 pontos.

Na Itália, o FTSE MIB teve baixa de 0,20% e fechou a 53.583,61 pontos, enquanto o Ibex 35, de Madri, caiu 0,12% e terminou a 20.144,35 pontos. Em Lisboa, o PSI 20 ficou estável, a 9.254,52 pontos. As cotações são preliminares.

Petróleo e dados da zona do euro no radar

As ações europeias tiveram dificuldade para encontrar um rumo definido nos últimos dias, em um cenário marcado pela alta nos preços do petróleo, que se encaminhava para um ganho semanal de quase 6%. A falta de um acordo duradouro sobre o Estreito de Ormuz e as contínuas ameaças na região devem manter um prêmio geopolítico significativo, segundo analistas do MUFG.

Apesar das incertezas e do avanço do petróleo nos últimos meses, o Produto Interno Bruto (PIB) da zona do euro cresceu 0,4% no segundo trimestre e manteve ritmo próximo ao padrão de longo prazo, conforme avaliação da Capital Economics. O comércio do bloco registrou ainda superávit ajustado de 1,8 bilhão de euros em junho, ante déficit de 6,1 bilhões de euros em maio.

Em paralelo, o Goldman Sachs elevou seu preço-alvo de 12 meses para o índice Stoxx 600, ao citar a solidez dos lucros corporativos e a resiliência das economias da Europa. O banco de investimento passou a esperar que o índice pan-europeu alcance 695 pontos, ante a previsão anterior de 660 pontos. No fechamento do dia, porém, o índice cedeu 0,21% e terminou em 657,84 pontos.

Entre os destaques do pregão, as empresas alemãs Nemetschek e SAP avançaram 8,43% e 2,85%, respectivamente, impulsionadas por uma alta generalizada nas ações de software, que sustentou os ganhos em Frankfurt. Na outra ponta, a Antofagasta viu suas ações caírem 4,58%, em continuidade à baixa de quinta-feira, após a divulgação do balanço trimestral.

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