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Aracaju, Quinta-feira, 18 de junho de 2026
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Brasil fica fora do top 100 e USP cai 25 posições em ranking mundial

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Brasil fica fora do top 100 e USP cai 25 posições em ranking mundial

Ranking QS World 2027 revela queda de universidades brasileiras, com USP em 133º lugar.

18/06/2026 · 00h00 · Atualizado às 18h00
Brasil fica fora do top 100 e USP cai 25 posições em ranking mundial

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O país segue sem universidades entre as 100 melhores do mundo no QS 2027. A USP, melhor colocada do Brasil, recuou para a 133ª posição. Ao todo, 64% das instituições brasileiras ranqueadas registraram queda.

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O Brasil segue sem nenhuma universidade entre as 100 melhores do mundo, conforme o ranking internacional QS World 2027, divulgado na quarta-feira (17/06/2026). A lista revelou que 14 instituições brasileiras apresentaram queda em suas posições, enquanto 8 mantiveram-se estáveis. Em termos estatísticos, o país registrou a 7ª maior taxa de queda, com 64% das universidades ranqueadas apresentando declínio.

A Universidade de São Paulo (USP) se destaca como a melhor colocada do Brasil, embora tenha caído 25 posições, agora ocupando o 133º lugar no ranking geral. Em 2024, a USP alcançou a sua melhor classificação histórica, quando chegou à 85ª posição. Desde então, a instituição teve quedas sucessivas, abandonando o top 100 em 2025.

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O ranking é liderado pelo Massachusetts Institute of Technology (MIT), localizado em Cambridge, nos Estados Unidos, que mantém a primeira posição pelo 15º ano consecutivo. O Imperial College London, em Londres, ocupa o 2º lugar, também pelo terceiro ano seguido, dividindo a posição com a Universidade de Stanford, dos Estados Unidos.

As universidades brasileiras que se destacaram entre as 1.000 melhores do ranking são:

  • USP (Universidade de São Paulo) – 133º;
  • Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) – 277º;
  • Universidade Federal do Rio de Janeiro – 367º;
  • Unesp (Universidade Estadual Paulista) – 513º;
  • UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais) – 600º;
  • Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro – 620º;
  • Universidade Federal do Rio Grande do Sul – de 741º a 750º;
  • Universidade Federal de São Paulo – de 801º a 850º;
  • Universidade de Brasília – de 851º a 900º;
  • Universidade Federal de Santa Catarina – de 901º a 950º.

O QS World University Rankings é organizado com base em cinco pilares principais. O primeiro, Pesquisa e Descoberta, que tem um peso de 50%, avalia a reputação acadêmica e as citações por professor. O segundo, Empregabilidade e Resultados, com peso de 20%, considera a reputação entre empregadores e a taxa de empregabilidade. A Internacionalização, que representa 15% da nota, analisa a presença de professores e alunos internacionais, além da rede de pesquisa. A Experiência de Aprendizado, com 10% de peso, avalia a proporção entre professores e alunos, e, por fim, a Sustentabilidade, que tem 5% de peso, mede o impacto socioambiental das instituições.

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O país segue sem universidades entre as 100 melhores do mundo no QS 2027. A USP, melhor colocada do Brasil, recuou para a 133ª posição. Ao todo, 64% das instituições brasileiras ranqueadas registraram queda.

O Brasil segue sem nenhuma universidade entre as 100 melhores do mundo, conforme o ranking internacional QS World 2027, divulgado na quarta-feira (17/06/2026). A lista revelou que 14 instituições brasileiras apresentaram queda em suas posições, enquanto 8 mantiveram-se estáveis. Em termos estatísticos, o país registrou a 7ª maior taxa de queda, com 64% das universidades ranqueadas apresentando declínio.

A Universidade de São Paulo (USP) se destaca como a melhor colocada do Brasil, embora tenha caído 25 posições, agora ocupando o 133º lugar no ranking geral. Em 2024, a USP alcançou a sua melhor classificação histórica, quando chegou à 85ª posição. Desde então, a instituição teve quedas sucessivas, abandonando o top 100 em 2025.

O ranking é liderado pelo Massachusetts Institute of Technology (MIT), localizado em Cambridge, nos Estados Unidos, que mantém a primeira posição pelo 15º ano consecutivo. O Imperial College London, em Londres, ocupa o 2º lugar, também pelo terceiro ano seguido, dividindo a posição com a Universidade de Stanford, dos Estados Unidos.

As universidades brasileiras que se destacaram entre as 1.000 melhores do ranking são:

  • USP (Universidade de São Paulo) – 133º;
  • Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) – 277º;
  • Universidade Federal do Rio de Janeiro – 367º;
  • Unesp (Universidade Estadual Paulista) – 513º;
  • UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais) – 600º;
  • Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro – 620º;
  • Universidade Federal do Rio Grande do Sul – de 741º a 750º;
  • Universidade Federal de São Paulo – de 801º a 850º;
  • Universidade de Brasília – de 851º a 900º;
  • Universidade Federal de Santa Catarina – de 901º a 950º.

O QS World University Rankings é organizado com base em cinco pilares principais. O primeiro, Pesquisa e Descoberta, que tem um peso de 50%, avalia a reputação acadêmica e as citações por professor. O segundo, Empregabilidade e Resultados, com peso de 20%, considera a reputação entre empregadores e a taxa de empregabilidade. A Internacionalização, que representa 15% da nota, analisa a presença de professores e alunos internacionais, além da rede de pesquisa. A Experiência de Aprendizado, com 10% de peso, avalia a proporção entre professores e alunos, e, por fim, a Sustentabilidade, que tem 5% de peso, mede o impacto socioambiental das instituições.

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