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Cade aprova aquisição da Warner pela Paramount sem restrições

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Cade aprova aquisição da Warner pela Paramount sem restrições

Cade aprova a compra da Warner pela Paramount, avaliando a operação em US$ 110 bilhões.

09/07/2026 · 18h55
Cade aprova aquisição da Warner pela Paramount sem restrições

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A Superintendência Geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou, sem restrições, a aquisição da Warner pela Paramount. A decisão foi tomada na quarta-feira, 8 de julho de 2026, e a operação está avaliada em US$ 110 bilhões. De acordo com o Cade, a fusão foi considerada compatível com a concorrência no mercado brasileiro de entretenimento.

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Ainda assim, a decisão não é definitiva. O negócio será automaticamente validado pelo Cade caso nenhum conselheiro solicite que a questão seja analisada pelo Tribunal da autarquia dentro do prazo de 15 dias. Além disso, a fusão permanece sob análise de autoridades antitruste em outros países.

Segundo a Superintendência Geral, a nova empresa resultante da fusão enfrentará uma forte concorrência de grupos como Disney, Sony, Netflix e distribuidoras nacionais e independentes. Os técnicos do Cade afirmaram que essa rivalidade diminui o risco de concentração excessiva e limita a possibilidade de exercício de poder de mercado.

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A análise realizada pelo Cade identificou sobreposição de atividades nas áreas de distribuição de filmes para cinemas, produção e licenciamento de conteúdo audiovisual, streaming por assinatura, publicidade e licenciamento de propriedades intelectuais para merchandising e videogames. Também foram observadas integrações verticais entre distribuição e exibição cinematográfica, devido à rede UCI, e entre produção de conteúdo e plataformas de distribuição. Apesar dessas sobreposições, o Cade concluiu que não há comprometimento da concorrência no setor.

No segmento de streaming, o órgão avaliou que a participação conjunta de Paramount+ e HBO Max continua abaixo do limite de 20%, que é considerado indicativo de uma posição dominante. O relatório indicou que o mercado permanece competitivo, com a presença de plataformas como Netflix, Disney+, Globoplay, Amazon, Apple e Claro.

Se a operação for concluída, a companhia resultante reunirá um dos maiores portfólios de direitos esportivos do país, que inclui competições como a Copa Libertadores, Copa Sul-Americana, Champions League e Campeonato Paulista.

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A Superintendência Geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou, sem restrições, a aquisição da Warner pela Paramount. A decisão foi tomada na quarta-feira, 8 de julho de 2026, e a operação está avaliada em US$ 110 bilhões. De acordo com o Cade, a fusão foi considerada compatível com a concorrência no mercado brasileiro de entretenimento.

Ainda assim, a decisão não é definitiva. O negócio será automaticamente validado pelo Cade caso nenhum conselheiro solicite que a questão seja analisada pelo Tribunal da autarquia dentro do prazo de 15 dias. Além disso, a fusão permanece sob análise de autoridades antitruste em outros países.

Segundo a Superintendência Geral, a nova empresa resultante da fusão enfrentará uma forte concorrência de grupos como Disney, Sony, Netflix e distribuidoras nacionais e independentes. Os técnicos do Cade afirmaram que essa rivalidade diminui o risco de concentração excessiva e limita a possibilidade de exercício de poder de mercado.

A análise realizada pelo Cade identificou sobreposição de atividades nas áreas de distribuição de filmes para cinemas, produção e licenciamento de conteúdo audiovisual, streaming por assinatura, publicidade e licenciamento de propriedades intelectuais para merchandising e videogames. Também foram observadas integrações verticais entre distribuição e exibição cinematográfica, devido à rede UCI, e entre produção de conteúdo e plataformas de distribuição. Apesar dessas sobreposições, o Cade concluiu que não há comprometimento da concorrência no setor.

No segmento de streaming, o órgão avaliou que a participação conjunta de Paramount+ e HBO Max continua abaixo do limite de 20%, que é considerado indicativo de uma posição dominante. O relatório indicou que o mercado permanece competitivo, com a presença de plataformas como Netflix, Disney+, Globoplay, Amazon, Apple e Claro.

Se a operação for concluída, a companhia resultante reunirá um dos maiores portfólios de direitos esportivos do país, que inclui competições como a Copa Libertadores, Copa Sul-Americana, Champions League e Campeonato Paulista.

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