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Policial

Caiado acusa Lula de proteger Lulinha em investigação da PF

Caiado criticou Lula por investigação de Lulinha, afirmando que é uma "monarquia disfarçada".

31/07/2026 · 00h00 · Atualizado às 10h05
Caiado acusa Lula de proteger Lulinha em investigação da PF

Ronaldo Caiado criticou Lula após investigação da PF sobre Lulinha, que apura tráfico de influência e corrupção em contratos do Ministério da Saúde. Nas redes sociais, chamou o caso de 'retrato da novela política'.

O ex-governador de Goiás e candidato à Presidência da República, Ronaldo Caiado (PSD), criticou a postura do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em relação à investigação da Polícia Federal (PF) sobre seu filho, Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha. A investigação apura possíveis crimes de tráfico de influência e corrupção relacionados ao Ministério da Saúde, especialmente no que diz respeito à autorização para comercialização de cannabis medicinal.

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Em suas redes sociais, Caiado fez uma analogia ao afirmar que a situação é um “retrato da novela política chamada PT, em cartaz há décadas sempre com o mesmo enredo e sempre com os mesmos personagens”. Ele descreveu o cenário como uma “monarquia disfarçada de república, onde o rei protege o príncipe”.

“Filho investigado por vender acesso ao governo e o pai que finge não ver. Esse é o retrato da novela política chamada PT, em cartaz há décadas sempre com o mesmo enredo, sempre com os mesmos personagens. É uma monarquia disfarçada de república, onde o rei protege o príncipe”, publicou Caiado.

A investigação foi autorizada pelo ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), na última quinta-feira, 30 de julho. O pedido para a apuração foi feito no dia 24 de julho e distribuído a Mendonça, que também é relator de um inquérito sobre desvios do INSS, onde Lulinha também é mencionado.

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“Estou falando de Lula e Lulinha, mas pode ser interpretado como outro pai que protege outro filho. Já passou da hora de acabar com essa farsa!”, acrescentou Caiado, sem citar nomes específicos.

Na mesma data, em uma entrevista, Lula afirmou que Lulinha não terá privilégios na investigação. Ele garantiu que, se seu filho for acusado de qualquer crime, será tratado como qualquer outra pessoa. “Não haverá nenhum privilégio. Eu jamais pedirei para um delegado ou para um juiz não fazer as coisas corretas. Se ele estiver certo, ele vai ter ajuda minha”, disse o presidente em entrevista ao podcast Inteligência Ltda.

Caiado também comentou sobre a disputa eleitoral, afirmando que venceria Lula se chegasse ao segundo turno, ao contrário do principal nome da direita na corrida, Flávio Bolsonaro. Ele argumentou que, se Flávio for para o segundo turno, Lula seria reeleito, citando pesquisas que mostram sua candidatura com maior vantagem em simulações contra o atual presidente.

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Ronaldo Caiado criticou Lula após investigação da PF sobre Lulinha, que apura tráfico de influência e corrupção em contratos do Ministério da Saúde. Nas redes sociais, chamou o caso de 'retrato da novela política'.

O ex-governador de Goiás e candidato à Presidência da República, Ronaldo Caiado (PSD), criticou a postura do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em relação à investigação da Polícia Federal (PF) sobre seu filho, Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha. A investigação apura possíveis crimes de tráfico de influência e corrupção relacionados ao Ministério da Saúde, especialmente no que diz respeito à autorização para comercialização de cannabis medicinal.

Em suas redes sociais, Caiado fez uma analogia ao afirmar que a situação é um “retrato da novela política chamada PT, em cartaz há décadas sempre com o mesmo enredo e sempre com os mesmos personagens”. Ele descreveu o cenário como uma “monarquia disfarçada de república, onde o rei protege o príncipe”.

“Filho investigado por vender acesso ao governo e o pai que finge não ver. Esse é o retrato da novela política chamada PT, em cartaz há décadas sempre com o mesmo enredo, sempre com os mesmos personagens. É uma monarquia disfarçada de república, onde o rei protege o príncipe”, publicou Caiado.

A investigação foi autorizada pelo ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), na última quinta-feira, 30 de julho. O pedido para a apuração foi feito no dia 24 de julho e distribuído a Mendonça, que também é relator de um inquérito sobre desvios do INSS, onde Lulinha também é mencionado.

“Estou falando de Lula e Lulinha, mas pode ser interpretado como outro pai que protege outro filho. Já passou da hora de acabar com essa farsa!”, acrescentou Caiado, sem citar nomes específicos.

Na mesma data, em uma entrevista, Lula afirmou que Lulinha não terá privilégios na investigação. Ele garantiu que, se seu filho for acusado de qualquer crime, será tratado como qualquer outra pessoa. “Não haverá nenhum privilégio. Eu jamais pedirei para um delegado ou para um juiz não fazer as coisas corretas. Se ele estiver certo, ele vai ter ajuda minha”, disse o presidente em entrevista ao podcast Inteligência Ltda.

Caiado também comentou sobre a disputa eleitoral, afirmando que venceria Lula se chegasse ao segundo turno, ao contrário do principal nome da direita na corrida, Flávio Bolsonaro. Ele argumentou que, se Flávio for para o segundo turno, Lula seria reeleito, citando pesquisas que mostram sua candidatura com maior vantagem em simulações contra o atual presidente.

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