Os corpos de Luiz Fernando, 18, e Erick Vinícius, 17, foram enterrados no último domingo. Eles morreram ao se afogarem em um açude durante passeio escolar a uma comunidade quilombola; equipes de resgate atuaram no local.
Na manhã do último domingo (2), foram sepultados os corpos de Luiz Fernando Silva Lima, de 18 anos, e Erick Vinícius Cardoso dos Santos, de 17 anos, que faleceram em um trágico afogamento em um açude no Povoado Caraíbas, no município de Canhoba. Os jovens participavam de um passeio promovido por uma escola estadual de Aracaju com o intuito de visitar uma comunidade quilombola, quando entraram no açude e não conseguiram sair.
Equipes do Corpo de Bombeiros e do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foram acionadas para o resgate. Durante as operações, uma das vítimas foi encontrada presa à vegetação. Após ser retirada, foi levada a um hospital, mas não resistiu. O outro jovem foi localizado já sem vida.
Em nota oficial, o Governo de Sergipe, por meio da Secretaria de Estado da Educação (Seed), esclareceu que o banho no açude não fazia parte da programação pedagógica e cultural do Colégio Estadual Profª Maria das Graças Azevedo Melo. O governo informou que os alunos entraram na água a convite de moradores locais após o término das atividades oficiais.
A Seed também relatou que a equipe do programa Acolher, composta por psicólogos e assistentes sociais, foi até a escola para prestar apoio às famílias que aguardavam o retorno dos estudantes. O objetivo foi garantir que a comunicação sobre o ocorrido fosse feita de forma responsável e com amparo profissional.
A assistência continuou no Hospital Regional de Propriá, no Instituto Médico Legal (IML) e durante os velórios e sepultamentos, que ocorreram no Cemitério São João Batista, na zona Oeste da capital sergipana. A rede estadual informou que seguirá acompanhando o caso administrativamente e oferecendo suporte psicológico a toda a comunidade escolar.
A Secretaria de Estado da Segurança Pública atestou que a principal causa das mortes foi o afogamento, sem indícios de ato criminoso, esclarecendo assim o caso.
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