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Aracaju, Sexta-feira, 30 de outubro de 2026
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CardioAju mapeia risco cardiovascular de 213 mil pessoas em Aracaju

No Dia Mundial de Combate ao AVC, Prefeitura de Aracaju destaca ações do CardioAju, que identificou alterações em 39% de cerca de 21 mil aferições de pressão arterial realizadas na rede municipal.

29/10/2026 · 00h00 · Atualizado às 08h29
CardioAju mapeia risco cardiovascular de 213 mil pessoas em Aracaju

No Dia Mundial de Combate ao AVC, Prefeitura de Aracaju destaca ações do CardioAju, que identificou alterações em 39% de cerca de 21 mil aferições de pressão arterial realizadas na rede municipal.

A hipertensão arterial está entre os principais fatores de risco para o Acidente Vascular Cerebral (AVC), uma emergência médica que pode provocar sequelas graves e levar à morte. Neste 29 de outubro, Dia Mundial de Combate ao AVC, a Prefeitura de Aracaju reforça as ações de prevenção desenvolvidas pelo CardioAju.

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Desde o início da atual gestão até 8 de outubro de 2026, a iniciativa mapeou o risco cardiovascular de 213 mil pessoas. No período, foram realizadas aproximadamente 21 mil aferições de pressão arterial, com alterações identificadas em 39% dos resultados. O programa, antes presente em 25 unidades de saúde, foi ampliado para todas as 45 Unidades de Saúde da Família (USFs) da rede municipal.

O CardioAju integra uma iniciativa idealizada pela Fundação Novartis, desenvolvida em parceria com a Secretaria Municipal da Saúde (SMS) e a Beneficência Portuguesa de São Paulo (BP), parceira implementadora. Na rede municipal, o Cantinho CardioAju facilita o acesso ao rastreamento por meio da aferição da pressão arterial, verificação da glicemia e cálculo do Índice de Massa Corporal (IMC). Quando são identificadas alterações, os usuários são encaminhados para avaliação e acompanhamento profissional.

Na Unidade de Saúde da Família José Machado de Souza, as ações incluem atividades educativas em espaços comunitários e orientações durante visitas domiciliares. Segundo a gerente da unidade, Mônica Porfírio, o trabalho busca ampliar o acesso à prevenção e estimular a população a acompanhar regularmente a própria saúde.

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“Nós temos um projeto aqui, que é o CardioAju, uma iniciativa da Prefeitura de Aracaju, por meio da Secretaria Municipal da Saúde, voltada à prevenção, ao rastreamento e ao controle de doenças crônicas não transmissíveis, com foco na hipertensão, no diabetes, na obesidade e no risco cardiovascular”, explica.

Ainda de acordo com Mônica, os procedimentos são realizados inclusive enquanto os pacientes aguardam atendimento, facilitando a identificação de alterações que precisam ser investigadas. A unidade conta com seis equipes de Saúde da Família e 26 agentes comunitários de saúde, que orientam os moradores sobre a importância de verificar a pressão arterial e procurar os serviços de saúde.

“Quando identificamos alguma alteração na pressão arterial ou na glicemia durante o rastreamento do CardioAju, os pacientes são encaminhados para avaliação e acompanhamento médico. São medidas simples que estimulam a adesão ao tratamento e fortalecem o autocuidado, tornando o atendimento mais ágil e resolutivo”, destaca.

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A importância de reconhecer os sinais de alerta é conhecida pela paciente Maria José dos Santos, de 58 anos, que já sofreu um AVC. Ela relata que acordou com a boca torta e procurou atendimento na unidade de saúde, onde foi informada sobre o episódio. Após a experiência, passou a dar mais atenção à saúde.

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No Dia Mundial de Combate ao AVC, Prefeitura de Aracaju destaca ações do CardioAju, que identificou alterações em 39% de cerca de 21 mil aferições de pressão arterial realizadas na rede municipal.

A hipertensão arterial está entre os principais fatores de risco para o Acidente Vascular Cerebral (AVC), uma emergência médica que pode provocar sequelas graves e levar à morte. Neste 29 de outubro, Dia Mundial de Combate ao AVC, a Prefeitura de Aracaju reforça as ações de prevenção desenvolvidas pelo CardioAju.

Desde o início da atual gestão até 8 de outubro de 2026, a iniciativa mapeou o risco cardiovascular de 213 mil pessoas. No período, foram realizadas aproximadamente 21 mil aferições de pressão arterial, com alterações identificadas em 39% dos resultados. O programa, antes presente em 25 unidades de saúde, foi ampliado para todas as 45 Unidades de Saúde da Família (USFs) da rede municipal.

O CardioAju integra uma iniciativa idealizada pela Fundação Novartis, desenvolvida em parceria com a Secretaria Municipal da Saúde (SMS) e a Beneficência Portuguesa de São Paulo (BP), parceira implementadora. Na rede municipal, o Cantinho CardioAju facilita o acesso ao rastreamento por meio da aferição da pressão arterial, verificação da glicemia e cálculo do Índice de Massa Corporal (IMC). Quando são identificadas alterações, os usuários são encaminhados para avaliação e acompanhamento profissional.

Na Unidade de Saúde da Família José Machado de Souza, as ações incluem atividades educativas em espaços comunitários e orientações durante visitas domiciliares. Segundo a gerente da unidade, Mônica Porfírio, o trabalho busca ampliar o acesso à prevenção e estimular a população a acompanhar regularmente a própria saúde.

“Nós temos um projeto aqui, que é o CardioAju, uma iniciativa da Prefeitura de Aracaju, por meio da Secretaria Municipal da Saúde, voltada à prevenção, ao rastreamento e ao controle de doenças crônicas não transmissíveis, com foco na hipertensão, no diabetes, na obesidade e no risco cardiovascular”, explica.

Ainda de acordo com Mônica, os procedimentos são realizados inclusive enquanto os pacientes aguardam atendimento, facilitando a identificação de alterações que precisam ser investigadas. A unidade conta com seis equipes de Saúde da Família e 26 agentes comunitários de saúde, que orientam os moradores sobre a importância de verificar a pressão arterial e procurar os serviços de saúde.

“Quando identificamos alguma alteração na pressão arterial ou na glicemia durante o rastreamento do CardioAju, os pacientes são encaminhados para avaliação e acompanhamento médico. São medidas simples que estimulam a adesão ao tratamento e fortalecem o autocuidado, tornando o atendimento mais ágil e resolutivo”, destaca.

A importância de reconhecer os sinais de alerta é conhecida pela paciente Maria José dos Santos, de 58 anos, que já sofreu um AVC. Ela relata que acordou com a boca torta e procurou atendimento na unidade de saúde, onde foi informada sobre o episódio. Após a experiência, passou a dar mais atenção à saúde.

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