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Esporte

Cármen Lúcia barra Renan Santos de debate da Globo

Cármen Lúcia negou o recurso do partido e confirmou a exclusão de Renan Santos do debate da Globo, que ocorre na noite de 1º/10; Missão tem só um deputado.

02/10/2026 · 16h23
Cármen Lúcia barra Renan Santos de debate da Globo

A ministra do STF negou o recurso do partido Missão e excluiu Renan Santos do debate desta noite na TV. A decisão encerra a disputa judicial e segue regra que exige bancada mínima para assento em debates.

A ministra Cármen Lúcia, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu nesta quinta-feira (1º/10) pela exclusão de Renan Santos (Missão) da lista de participantes do debate presidencial da Globo, que acontece na noite de hoje. A magistrada negou o recurso apresentado pela legenda do candidato, encerrando a disputa judicial que se estendeu ao longo da semana.

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A ausência de Renan Santos entre os convidados decorre da legislação eleitoral vigente. Para garantir assento cativo em debates televisivos, a norma exige que o partido do candidato possua uma bancada mínima no Congresso Nacional. O Missão conta atualmente apenas com o deputado federal Kim Kataguiri, abaixo do mínimo exigido de cinco parlamentares.

Com a decisão da ministra, o recurso protocolado pela legenda foi rejeitado pelo STF, mantendo a lista original de participantes do encontro televisivo. A resolução judicial ocorre às vésperas do primeiro turno e tem efeito direto sobre a visibilidade do candidato no espaço do debate promovido pela emissora.

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A definição do Supremo põe fim à batalha jurídica que envolveu a legenda ao longo da semana, marcada por pedidos e contestações sobre critérios de inclusão nas mesas de debate. A Corte avaliou o recurso apresentado pela sigla e optou por manter as regras eleitorais como parâmetro para a formação do rol de convidados.

O episódio reforça a importância, para partidos menores, de alcançar representação parlamentar suficiente para acesso automático a plataformas de exposição em campanha. A exigência de bancada no Congresso Nacional funciona como critério objetivo adotado por organizadores de debates e respaldado por decisões judiciais em disputas similares.

Embora a decisão tenha sido tomada pelo STF nesta quinta-feira, o debate presidencial da noite de hoje seguirá conforme a lista de participantes já definida, sem a inclusão de Renan Santos. A legenda do candidato havia recorrido para tentar reverter a exclusão, mas não obteve provimento no tribunal.

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A ministra do STF negou o recurso do partido Missão e excluiu Renan Santos do debate desta noite na TV. A decisão encerra a disputa judicial e segue regra que exige bancada mínima para assento em debates.

A ministra Cármen Lúcia, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu nesta quinta-feira (1º/10) pela exclusão de Renan Santos (Missão) da lista de participantes do debate presidencial da Globo, que acontece na noite de hoje. A magistrada negou o recurso apresentado pela legenda do candidato, encerrando a disputa judicial que se estendeu ao longo da semana.

A ausência de Renan Santos entre os convidados decorre da legislação eleitoral vigente. Para garantir assento cativo em debates televisivos, a norma exige que o partido do candidato possua uma bancada mínima no Congresso Nacional. O Missão conta atualmente apenas com o deputado federal Kim Kataguiri, abaixo do mínimo exigido de cinco parlamentares.

Com a decisão da ministra, o recurso protocolado pela legenda foi rejeitado pelo STF, mantendo a lista original de participantes do encontro televisivo. A resolução judicial ocorre às vésperas do primeiro turno e tem efeito direto sobre a visibilidade do candidato no espaço do debate promovido pela emissora.

A definição do Supremo põe fim à batalha jurídica que envolveu a legenda ao longo da semana, marcada por pedidos e contestações sobre critérios de inclusão nas mesas de debate. A Corte avaliou o recurso apresentado pela sigla e optou por manter as regras eleitorais como parâmetro para a formação do rol de convidados.

O episódio reforça a importância, para partidos menores, de alcançar representação parlamentar suficiente para acesso automático a plataformas de exposição em campanha. A exigência de bancada no Congresso Nacional funciona como critério objetivo adotado por organizadores de debates e respaldado por decisões judiciais em disputas similares.

Embora a decisão tenha sido tomada pelo STF nesta quinta-feira, o debate presidencial da noite de hoje seguirá conforme a lista de participantes já definida, sem a inclusão de Renan Santos. A legenda do candidato havia recorrido para tentar reverter a exclusão, mas não obteve provimento no tribunal.

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