O advogado que representa a família da médica Dra. Daniele se pronunciou sobre o laudo do Instituto Médico Legal (IML), confirmando a presença de DNA masculino nos órgãos genitais da vítima. O material genético, encontrado como resquício após a morte, corresponde a dois perfis diferentes, abrindo várias frentes de investigação.
“É fato que foi encontrado DNA masculino no interior do corpo da doutora Daniela,” afirmou o advogado. Ele explicou que o material residual dificulta a precisão da data da relação, já que o DNA pode persistir no organismo por até sete dias, enquanto espermatozoides vivos resistem por no máximo 72 horas.
Linha de Investigação e Preservação
Devido à natureza do crime, o caso deverá ser apurado pela Delegacia de Atendimento a Grupos Vulneráveis (DAGV). O advogado confirmou que todos os homens que tiveram contato com a vítima no período apontado pelo laudo serão convocados para realizar o confronto genético.
A investigação considerará todas as possibilidades, incluindo se o ato foi praticado dias antes ou até mesmo após a morte. O advogado expressou o desejo da família de que o ato tenha ocorrido em vida.
Ele também lamentou a exposição prematura dos detalhes do laudo, reforçando que sua intenção era preservar a imagem da Dra. Daniele e dar suporte à família neste momento de dor. O caso segue sob investigação, e a polícia aguarda a coleta e análise de novos materiais genéticos para avançar na elucidação dos fatos.
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