Pular para o conteúdo principal
Aracaju, Segunda-feira, 21 de setembro de 2026
Pular para o conteúdo
Entretenimento

Céline Dion retoma residência em Paris e encanta 30 mil na 2ª noite

Céline Dion fez a segunda noite de sua residência em Paris com mais de 30 mil pessoas; repertório em francês e retorno vocal foram os destaques.

21/09/2026 · 05h07 · Atualizado às 10h10
Céline Dion retoma residência em Paris e encanta 30 mil na 2ª noite

Céline Dion voltou a ocupar os holofotes em Paris na segunda noite de sua residência na Plenitude Arena, em apresentação que reuniu mais de 30 mil pessoas. A trajetória que começou com o anúncio público da síndrome da pessoa rígida e a interrupção de agendas voltou a ganhar cenas de recuperação após a participação surpresa da cantora na cerimônia de abertura das Olimpíadas de 2024, em Paris.

Em abril, Dion anunciou uma residência de retorno com 16 datas na Plenitude Arena, movimentando uma loteria com mais de 9 milhões de participantes para a compra de ingressos; outros 10 shows foram anunciados posteriormente para o mesmo local. Apesar das circunstâncias que envolveram sua saúde nos últimos anos, a presença de Dion no palco teve caráter impressionante para quem acompanha sua carreira.

Publicidade

O documentário de 2024 sobre a artista mostrou trechos difíceis da batalha contra o distúrbio neurológico autoimune, incluindo momentos em que a cantora aparecia em espasmos e com comunicação limitada. Ainda assim, a segunda noite da residência apresentou um retorno vocal e cênico que muitos classificaram como comovente e firme.

“Se não puder correr, andarei. Se não puder andar, rastejarei. Mas não vou parar”

Na noite de quarta-feira (16), Dion caminhou pelo palco, desfilou e dançou, exibindo uma imagem robusta diante da plateia. Vestida com um modelo Dior preto sem alças — o mesmo vestido que passou a circular nas redes após a estreia —, a cantora sorriu, saudou o público e mostrou braços bronzeados e tonificados.

Você pode se interessarConteúdo patrocinado · MGID

Metade do repertório da noite foi composta por canções em francês, começando por “On Ne Change Pas”, do álbum de 1998 S’il suffisait d’aimer. A escolha reforçou a conexão da artista com o público local e evidenciou um repertório que vai além dos sucessos mais conhecidos pelo público americano.

“Sei que há muitos de vocês aqui hoje à noite, vindos de todas as partes do mundo. Muito obrigada por terem vindo. Se for a primeira vez de vocês em Paris, espero que se apaixonem pela cidade assim como eu. Finalmente, estamos todos juntos. Prometi voltar aos palcos e aqui estou eu: cantando para vocês, cantando para mim, cantando ao vivo. Muito obrigada pelo apoio e pela paciência. E, se me permitem dizer: sou tudo o que sou porque vocês me amaram”

A performance incluiu momentos de grande carga emocional, com destaque para a interpretação de “Because You Loved Me” (1996), que ganhou significado adicional diante da história recente de saúde da cantora. Para muitos na plateia, a noite também serviu para redescobrir a voz de Dion em canções em francês menos presentes nas rádios dos Estados Unidos, mostrando a dimensão global de seu repertório.

Publicidade

O show teve início às 20h35 e foi marcado por momentos em que a cantora conteve as lágrimas, saudou a plateia com gestos amplos e manteve o controle vocal que a consagrou. Observadores e fãs registraram cenas emocionantes desde a apresentação de estreia — referida no material como a apresentação de estreia (12) — e a segunda noite reforçou a percepção de uma artista que busca reconstruir sua carreira após um período marcado por sérios desafios de saúde.

Gostou? Compartilhe com quem precisa saber:

Recomendado para vocêConteúdo patrocinado · MGID
Publicidade
Mais conteúdos para vocêConteúdo patrocinado · MGID
Sugeridas pra vocêConteúdo patrocinado · MGID
Publicidade
3 min de leitura

Céline Dion voltou a ocupar os holofotes em Paris na segunda noite de sua residência na Plenitude Arena, em apresentação que reuniu mais de 30 mil pessoas. A trajetória que começou com o anúncio público da síndrome da pessoa rígida e a interrupção de agendas voltou a ganhar cenas de recuperação após a participação surpresa da cantora na cerimônia de abertura das Olimpíadas de 2024, em Paris.

Em abril, Dion anunciou uma residência de retorno com 16 datas na Plenitude Arena, movimentando uma loteria com mais de 9 milhões de participantes para a compra de ingressos; outros 10 shows foram anunciados posteriormente para o mesmo local. Apesar das circunstâncias que envolveram sua saúde nos últimos anos, a presença de Dion no palco teve caráter impressionante para quem acompanha sua carreira.

O documentário de 2024 sobre a artista mostrou trechos difíceis da batalha contra o distúrbio neurológico autoimune, incluindo momentos em que a cantora aparecia em espasmos e com comunicação limitada. Ainda assim, a segunda noite da residência apresentou um retorno vocal e cênico que muitos classificaram como comovente e firme.

“Se não puder correr, andarei. Se não puder andar, rastejarei. Mas não vou parar”

Na noite de quarta-feira (16), Dion caminhou pelo palco, desfilou e dançou, exibindo uma imagem robusta diante da plateia. Vestida com um modelo Dior preto sem alças — o mesmo vestido que passou a circular nas redes após a estreia —, a cantora sorriu, saudou o público e mostrou braços bronzeados e tonificados.

Metade do repertório da noite foi composta por canções em francês, começando por “On Ne Change Pas”, do álbum de 1998 S’il suffisait d’aimer. A escolha reforçou a conexão da artista com o público local e evidenciou um repertório que vai além dos sucessos mais conhecidos pelo público americano.

“Sei que há muitos de vocês aqui hoje à noite, vindos de todas as partes do mundo. Muito obrigada por terem vindo. Se for a primeira vez de vocês em Paris, espero que se apaixonem pela cidade assim como eu. Finalmente, estamos todos juntos. Prometi voltar aos palcos e aqui estou eu: cantando para vocês, cantando para mim, cantando ao vivo. Muito obrigada pelo apoio e pela paciência. E, se me permitem dizer: sou tudo o que sou porque vocês me amaram”

A performance incluiu momentos de grande carga emocional, com destaque para a interpretação de “Because You Loved Me” (1996), que ganhou significado adicional diante da história recente de saúde da cantora. Para muitos na plateia, a noite também serviu para redescobrir a voz de Dion em canções em francês menos presentes nas rádios dos Estados Unidos, mostrando a dimensão global de seu repertório.

O show teve início às 20h35 e foi marcado por momentos em que a cantora conteve as lágrimas, saudou a plateia com gestos amplos e manteve o controle vocal que a consagrou. Observadores e fãs registraram cenas emocionantes desde a apresentação de estreia — referida no material como a apresentação de estreia (12) — e a segunda noite reforçou a percepção de uma artista que busca reconstruir sua carreira após um período marcado por sérios desafios de saúde.

Gostou? Compartilhe com quem precisa saber:

Receba as notícias no seu WhatsApp

Entre no nosso canal oficial e fique por dentro de tudo que acontece em Sergipe

Entrar no canal →

Publicidade

EM ALTA AGORA