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Aracaju, Quarta-feira, 14 de outubro de 2026
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Tecnologia

CEO da Nothing chama iPhone Duo de ‘desperdício’ e critica falta do Face ID

Carl Pei, CEO da Nothing, criticou o iPhone Duo por US$ 1.999, apontando ausência do Face ID e concessões nas câmeras como justificativa.

13/10/2026 · 21h42 · Atualizado às 08h14
CEO da Nothing chama iPhone Duo de ‘desperdício’ e critica falta do Face ID

Em comentário ácido, Carl Pei criticou o preço de US$ 1.999 do iPhone Duo por vir sem Face ID. O executivo também apontou concessões nas câmeras que não justificariam o valor.

O iPhone Duo, primeiro celular dobrável da Apple, já tem um crítico de peso antes mesmo de chegar às lojas. Carl Pei, CEO da Nothing, afirmou que o aparelho é um “desperdício de dinheiro” por US$ 1.999, questionando principalmente a ausência do Face ID e as concessões no conjunto de câmeras como justificativa para o preço elevado.

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“desperdício de dinheiro”

Segundo o executivo, um smartphone que custa quase US$ 2 mil deveria oferecer o sistema de reconhecimento facial da Apple. O Face ID, introduzido no iPhone X e consolidado como principal recurso de autenticação da linha, não estaria presente no novo dobrável, segundo as críticas.

A espessura do aparelho pode ajudar a explicar a decisão. Informações divulgadas indicam que o dispositivo mede apenas 5,2 milímetros quando está aberto, o que dificultaria acomodar os componentes do sistema TrueDepth. O formato dobrável também cria um desafio adicional: como o celular pode ser usado aberto ou fechado, a Apple precisaria considerar o reconhecimento facial nas duas configurações.

Essas limitações de espaço podem ter levado a empresa a priorizar outros componentes no projeto. Ainda assim, a ausência do recurso representa uma diferença notável em relação aos modelos tradicionais mais avançados da marca.

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O segundo ponto levantado envolve as câmeras. O iPhone Duo teria uma câmera frontal de 12 MP, abaixo do sensor de 18 MP atribuído ao iPhone 18 Pro. O dobrável também não contaria com sensor LiDAR, tecnologia utilizada em tarefas de medição de profundidade e que pode contribuir para recursos de fotografia e foco em ambientes escuros. Outra ausência destacada é a de uma lente telefoto dedicada, que permite fotografar objetos distantes com maior alcance ótico.

Pei também criticou a falta de controles profissionais de câmera, como ajustes de velocidade do obturador e abertura. As concessões indicam que a Apple pode ter priorizado a espessura e o formato do aparelho em detrimento de alguns recursos presentes em modelos convencionais da categoria premium.

Apesar das críticas, o iPhone Duo reúne especificações voltadas ao segmento de alto padrão. Além do chip A20 Pro, o modelo oferece tela com tecnologia ProMotion de 120 Hz e suporte a conteúdo sempre ativo. A construção e o vinco discreto do painel também são diferenci­ais apontados.

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Rumores apontam que a Apple já considera incluir Face ID e lente telefoto nas futuras gerações do dobrável. Contudo, esses recursos poderiam chegar apenas a partir da terceira versão do aparelho.

A pré-venda do iPhone Duo está prevista para 16 de outubro, com lançamento oficial em 23 de outubro. No Brasil, o modelo está saindo por valores entre R$ 21.999 e R$ 30.999.

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Em comentário ácido, Carl Pei criticou o preço de US$ 1.999 do iPhone Duo por vir sem Face ID. O executivo também apontou concessões nas câmeras que não justificariam o valor.

O iPhone Duo, primeiro celular dobrável da Apple, já tem um crítico de peso antes mesmo de chegar às lojas. Carl Pei, CEO da Nothing, afirmou que o aparelho é um “desperdício de dinheiro” por US$ 1.999, questionando principalmente a ausência do Face ID e as concessões no conjunto de câmeras como justificativa para o preço elevado.

“desperdício de dinheiro”

Segundo o executivo, um smartphone que custa quase US$ 2 mil deveria oferecer o sistema de reconhecimento facial da Apple. O Face ID, introduzido no iPhone X e consolidado como principal recurso de autenticação da linha, não estaria presente no novo dobrável, segundo as críticas.

A espessura do aparelho pode ajudar a explicar a decisão. Informações divulgadas indicam que o dispositivo mede apenas 5,2 milímetros quando está aberto, o que dificultaria acomodar os componentes do sistema TrueDepth. O formato dobrável também cria um desafio adicional: como o celular pode ser usado aberto ou fechado, a Apple precisaria considerar o reconhecimento facial nas duas configurações.

Essas limitações de espaço podem ter levado a empresa a priorizar outros componentes no projeto. Ainda assim, a ausência do recurso representa uma diferença notável em relação aos modelos tradicionais mais avançados da marca.

O segundo ponto levantado envolve as câmeras. O iPhone Duo teria uma câmera frontal de 12 MP, abaixo do sensor de 18 MP atribuído ao iPhone 18 Pro. O dobrável também não contaria com sensor LiDAR, tecnologia utilizada em tarefas de medição de profundidade e que pode contribuir para recursos de fotografia e foco em ambientes escuros. Outra ausência destacada é a de uma lente telefoto dedicada, que permite fotografar objetos distantes com maior alcance ótico.

Pei também criticou a falta de controles profissionais de câmera, como ajustes de velocidade do obturador e abertura. As concessões indicam que a Apple pode ter priorizado a espessura e o formato do aparelho em detrimento de alguns recursos presentes em modelos convencionais da categoria premium.

Apesar das críticas, o iPhone Duo reúne especificações voltadas ao segmento de alto padrão. Além do chip A20 Pro, o modelo oferece tela com tecnologia ProMotion de 120 Hz e suporte a conteúdo sempre ativo. A construção e o vinco discreto do painel também são diferenci­ais apontados.

Rumores apontam que a Apple já considera incluir Face ID e lente telefoto nas futuras gerações do dobrável. Contudo, esses recursos poderiam chegar apenas a partir da terceira versão do aparelho.

A pré-venda do iPhone Duo está prevista para 16 de outubro, com lançamento oficial em 23 de outubro. No Brasil, o modelo está saindo por valores entre R$ 21.999 e R$ 30.999.

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