Chuvas ocorridas na noite de sábado, 28, causaram alagamentos em áreas da zona sul de Aracaju e deixaram famílias desabrigadas, com maior impacto no bairro Santa Maria. A Prefeitura informou que equipes foram encaminhadas ao local e prestaram atendimento inicial a quatro famílias, totalizando 17 pessoas.
Segundo a Defesa Civil de Aracaju, o volume máximo de precipitação alcançou 34 milímetros em apenas uma hora, com intensidade concentrada nos bairros 17 de Março e Marivan. Após o registro do episódio, o município acionou protocolos de resposta emergencial para atendimento das regiões atingidas.
A Secretaria Municipal da Família e da Assistência Social foi mobilizada para acolher os moradores afetados. Em caráter de apoio imediato, foram disponibilizados colchões e kits de limpeza. Como parte das residências encontrava-se fechada no momento da ação, a secretaria informou que novas visitas serão realizadas ao longo deste domingo para identificar outras famílias impactadas e avaliar a necessidade de concessão de benefícios eventuais.
A Secretaria Municipal da Infraestrutura, por meio da Defesa Civil, segue com trabalhos de mitigação na área afetada. O órgão destacou que o local não consta como zona de risco no mapeamento oficial da cidade e que um estudo técnico será conduzido para apurar os fatores que contribuíram para o alagamento.
A Empresa Municipal de Obras e Urbanismo mantém em operação caminhões do tipo Ultra VacAll, empregados na desobstrução e na manutenção do sistema de drenagem. As máquinas atuaram nos serviços de limpeza e desobstrução no bairro 17 de Março e na avenida Tancredo Neves.
Orientações da Defesa Civil

A Defesa Civil recomendou que a população evite permanecer próxima a árvores e a placas suspensas e não circule em áreas alagadas ou com acúmulo de água. Também alertou para a importância de não utilizar aparelhos eletrônicos ligados a tomadas em locais inundados e de não se abrigar sob árvores durante a chuva. Moradores de sítios considerados de risco, como morros e encostas, devem observar sinais como o surgimento de rachaduras em paredes e a inclinação de postes ou árvores.
As ações de atendimento e monitoramento seguem em andamento para identificar outras ocorrências e prestar suporte às famílias atingidas.
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