A cinebiografia “Michael”, que retrata a vida do icônico cantor Michael Jackson, ultrapassou a marca de 1 bilhão de dólares em bilheteiras, conforme informações da empresa de análise de dados cinematográficos Rentrak. Este marco significativo faz do filme o primeiro do estúdio Lionsgate a alcançar tal valor.
O estúdio Lionsgate, que opera de forma independente, adquiriu o projeto por 150 milhões de dólares, após várias grandes produtoras rejeitarem a ideia. O New York Times destacou que as acusações de abuso infantil contra o artista representavam um risco para o filme.
Desde seu lançamento em abril, “Michael” tem gerado debates nas redes sociais e nas críticas, especialmente por evitar abordar as controvérsias que envolveram a vida do cantor. No entanto, a atuação de Jaafar Jackson, sobrinho de Michael, foi amplamente elogiada, sendo considerada uma das principais qualidades do filme.
Embora já esteja disponível em serviços de streaming, “Michael” continua em cartaz globalmente, refletindo a recepção positiva do público e o sucesso nas bilheteiras. O filme apresenta uma narrativa que celebra as fases icônicas da carreira de Jackson, atraindo tanto fãs antigos quanto novas gerações que buscam conhecer a trajetória do Rei do Pop.
A cinebiografia tem sido um verdadeiro fenômeno nas salas de cinema, destacando-se como um dos lançamentos mais comentados do ano.
As reações do público têm sido mistas, entre aqueles que apreciam a obra e os que criticam a omissão de certos aspectos polêmicos da vida de Michael Jackson. Mesmo assim, o filme conseguiu se firmar como um dos grandes sucessos do ano, contribuindo para a perpetuação do legado do artista e sua influência na música pop mundial.





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