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Aracaju, Domingo, 21 de junho de 2026
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Colômbia vai às urnas neste domingo para definir novo presidente

Brasil

Colômbia vai às urnas neste domingo para definir novo presidente

Urnas abrem na Colômbia para segundo turno da eleição presidencial entre Abelardo e Cepeda.

21/06/2026 · 00h00 · Atualizado às 16h12
Colômbia vai às urnas neste domingo para definir novo presidente

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Mais de 41 milhões de colombianos escolhem entre direita e esquerda no segundo turno. Vencedor assume em agosto de 2026.

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As urnas abriram na manhã deste domingo (21) na Colômbia para o segundo turno da eleição presidencial. O candidato de direita, Abelardo de la Espriella, disputa o cargo com o candidato de esquerda, Iván Cepeda.

Mais de 41,2 milhões de colombianos estão habilitados a votar tanto no país quanto no exterior. As urnas abriram às 8h (horário local), e a votação se estenderá até às 16h em todo o território nacional.

O candidato que obtiver o maior número de votos será eleito, independentemente de ultrapassar ou não a marca de 50% do total. O vencedor deverá tomar posse no dia 7 de agosto de 2026, sucedendo Gustavo Petro.

De acordo com a pesquisa Atlas/Intel, divulgada em 10 de junho, Abelardo de la Espriella lidera as intenções de voto, com 52,2%, enquanto Iván Cepeda aparece com 44,5%. Outros 2,6% dos entrevistados afirmaram que pretendem votar em branco, enquanto 0,1% disseram que vão anular o voto ou não comparecer às urnas, e 0,7% não souberam responder. A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, com um nível de confiança de 95%.

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O próximo presidente da Colômbia enfrentará desafios significativos na implementação de sua agenda econômica, em meio a problemas fiscais crescentes e um Congresso dividido. A recuperação econômica pós-Covid tem sido dependente do consumo, aumento de salários e gastos públicos, mas o investimento privado ainda é fraco e os setores de petróleo e mineração têm perdido impulso.

No ano passado, a economia colombiana cresceu 2,6%, abaixo da média pré-pandêmica de 4%. Apesar de um leve aumento em 2024, o investimento privado continua abaixo dos níveis anteriores à pandemia, após uma contração de 13,4% em 2023, durante o mandato de Petro.

A dívida pública da Colômbia é de cerca de 60% do PIB. Analistas afirmam que a fraca arrecadação do governo e os altos gastos dificultarão o cumprimento da meta de déficit fiscal de 5,3% do PIB neste ano.

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Além disso, o novo presidente também enfrentará desafios relacionados à segurança. A recuperação do controle territorial de grupos armados ilegais e a redução da violência serão essenciais. Com os homicídios e roubos diminuindo nas grandes cidades, a extorsão, no entanto, apresentou aumento em algumas áreas urbanas.

Os grupos armados quase duplicaram suas fileiras entre 2022 e o primeiro semestre de 2026, passando de 13.000 membros para 25.000. Isso inclui a gangue Clan del Golfo, facções dissidentes das FARC e o ELN, que expandiram seu controle principalmente em áreas rurais, estratégicas para o tráfico de drogas e mineração ilegal. Um quarto dos municípios do país tem presença de grupos armados, segundo um relatório da Ouvidoria.

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As urnas abriram na manhã deste domingo (21) na Colômbia para o segundo turno da eleição presidencial. O candidato de direita, Abelardo de la Espriella, disputa o cargo com o candidato de esquerda, Iván Cepeda.

Mais de 41,2 milhões de colombianos estão habilitados a votar tanto no país quanto no exterior. As urnas abriram às 8h (horário local), e a votação se estenderá até às 16h em todo o território nacional.

O candidato que obtiver o maior número de votos será eleito, independentemente de ultrapassar ou não a marca de 50% do total. O vencedor deverá tomar posse no dia 7 de agosto de 2026, sucedendo Gustavo Petro.

De acordo com a pesquisa Atlas/Intel, divulgada em 10 de junho, Abelardo de la Espriella lidera as intenções de voto, com 52,2%, enquanto Iván Cepeda aparece com 44,5%. Outros 2,6% dos entrevistados afirmaram que pretendem votar em branco, enquanto 0,1% disseram que vão anular o voto ou não comparecer às urnas, e 0,7% não souberam responder. A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, com um nível de confiança de 95%.

O próximo presidente da Colômbia enfrentará desafios significativos na implementação de sua agenda econômica, em meio a problemas fiscais crescentes e um Congresso dividido. A recuperação econômica pós-Covid tem sido dependente do consumo, aumento de salários e gastos públicos, mas o investimento privado ainda é fraco e os setores de petróleo e mineração têm perdido impulso.

No ano passado, a economia colombiana cresceu 2,6%, abaixo da média pré-pandêmica de 4%. Apesar de um leve aumento em 2024, o investimento privado continua abaixo dos níveis anteriores à pandemia, após uma contração de 13,4% em 2023, durante o mandato de Petro.

A dívida pública da Colômbia é de cerca de 60% do PIB. Analistas afirmam que a fraca arrecadação do governo e os altos gastos dificultarão o cumprimento da meta de déficit fiscal de 5,3% do PIB neste ano.

Além disso, o novo presidente também enfrentará desafios relacionados à segurança. A recuperação do controle territorial de grupos armados ilegais e a redução da violência serão essenciais. Com os homicídios e roubos diminuindo nas grandes cidades, a extorsão, no entanto, apresentou aumento em algumas áreas urbanas.

Os grupos armados quase duplicaram suas fileiras entre 2022 e o primeiro semestre de 2026, passando de 13.000 membros para 25.000. Isso inclui a gangue Clan del Golfo, facções dissidentes das FARC e o ELN, que expandiram seu controle principalmente em áreas rurais, estratégicas para o tráfico de drogas e mineração ilegal. Um quarto dos municípios do país tem presença de grupos armados, segundo um relatório da Ouvidoria.

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