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Como a criptografia protege seus dados bancários em transações

Entenda como a criptografia protege dados financeiros e garante segurança ao usuário.

10/08/2026 · 00h00 · Atualizado às 18h12
Como a criptografia protege seus dados bancários em transações

A criptografia transforma números de cartão e senhas em códigos que apenas bancos e clientes decifram. Isso reduz o risco de fraude ao tornar inútil qualquer dado interceptado por criminosos.

A criptografia é um mecanismo essencial para a proteção dos dados financeiros dos clientes, pois transforma informações sensíveis, como números de cartão de crédito e senhas, em códigos secretos. Esse processo garante que apenas a instituição financeira e o cliente tenham acesso às informações, dificultando a interceptação por criminosos, que visualizariam apenas caracteres aleatórios.

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Definida como a ciência de codificar informações, a criptografia funciona como um cofre digital. Ela converte textos legíveis que contêm dados financeiros em um formato cifrado, utilizando fórmulas matemáticas e chaves secretas. Nos bancos, essa tecnologia é fundamental para proteger dados críticos, incluindo transações, detalhes de contas e históricos de crédito.

Os três pilares da criptografia são:

  • Confidencialidade: Garante que somente as partes autorizadas, normalmente o banco e o cliente, possam visualizar os dados.
  • Integridade: Assegura que a informação não seja alterada durante a transmissão.
  • Autenticidade: Permite identificar quem enviou os dados, prevenindo fraudes.

Existem dois tipos principais de criptografia: a simétrica, que utiliza a mesma chave para codificar e decodificar as informações, e a assimétrica, que emprega um par de chaves, uma pública e outra privada. Além de prevenir fraudes, a criptografia proporciona uma experiência de uso segura e confiável, protegendo a privacidade e o patrimônio dos usuários.

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A proteção dos dados financeiros ocorre em três etapas distintas:

  1. Em repouso: Dados armazenados em discos rígidos, nuvens ou bancos de dados, como backups empresariais.
  2. Em trânsito: Dados transferidos entre sistemas por redes, como quando um usuário acessa um site seguro.
  3. De ponta a ponta: Dados criptografados desde o sistema de envio até a transferência, como em mensagens em dispositivos móveis.

Embora nenhum sistema seja 100% seguro, a criptografia moderna é projetada para ser extremamente difícil de violar, tornando essa prática uma das mais eficazes para proteger informações no ambiente digital. É recomendável que a criptografia seja combinada com outras camadas de segurança, como a autenticação de dois fatores e a educação do usuário sobre segurança.

Para verificar se um site bancário utiliza criptografia, os usuários devem observar se o endereço começa com “https://” e se há um ícone de cadeado na barra de endereços do navegador. Mecanismos de busca, como Google e Bing, frequentemente alertam sobre páginas suspeitas.

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Para saber se a sua instituição financeira utiliza criptografia, os clientes podem consultar a seção de segurança disponível no site ou aplicativo da instituição, onde normalmente são apresentadas orientações sobre proteção contra fraudes e golpes.

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A criptografia transforma números de cartão e senhas em códigos que apenas bancos e clientes decifram. Isso reduz o risco de fraude ao tornar inútil qualquer dado interceptado por criminosos.

A criptografia é um mecanismo essencial para a proteção dos dados financeiros dos clientes, pois transforma informações sensíveis, como números de cartão de crédito e senhas, em códigos secretos. Esse processo garante que apenas a instituição financeira e o cliente tenham acesso às informações, dificultando a interceptação por criminosos, que visualizariam apenas caracteres aleatórios.

Definida como a ciência de codificar informações, a criptografia funciona como um cofre digital. Ela converte textos legíveis que contêm dados financeiros em um formato cifrado, utilizando fórmulas matemáticas e chaves secretas. Nos bancos, essa tecnologia é fundamental para proteger dados críticos, incluindo transações, detalhes de contas e históricos de crédito.

Os três pilares da criptografia são:

  • Confidencialidade: Garante que somente as partes autorizadas, normalmente o banco e o cliente, possam visualizar os dados.
  • Integridade: Assegura que a informação não seja alterada durante a transmissão.
  • Autenticidade: Permite identificar quem enviou os dados, prevenindo fraudes.

Existem dois tipos principais de criptografia: a simétrica, que utiliza a mesma chave para codificar e decodificar as informações, e a assimétrica, que emprega um par de chaves, uma pública e outra privada. Além de prevenir fraudes, a criptografia proporciona uma experiência de uso segura e confiável, protegendo a privacidade e o patrimônio dos usuários.

A proteção dos dados financeiros ocorre em três etapas distintas:

  1. Em repouso: Dados armazenados em discos rígidos, nuvens ou bancos de dados, como backups empresariais.
  2. Em trânsito: Dados transferidos entre sistemas por redes, como quando um usuário acessa um site seguro.
  3. De ponta a ponta: Dados criptografados desde o sistema de envio até a transferência, como em mensagens em dispositivos móveis.

Embora nenhum sistema seja 100% seguro, a criptografia moderna é projetada para ser extremamente difícil de violar, tornando essa prática uma das mais eficazes para proteger informações no ambiente digital. É recomendável que a criptografia seja combinada com outras camadas de segurança, como a autenticação de dois fatores e a educação do usuário sobre segurança.

Para verificar se um site bancário utiliza criptografia, os usuários devem observar se o endereço começa com “https://” e se há um ícone de cadeado na barra de endereços do navegador. Mecanismos de busca, como Google e Bing, frequentemente alertam sobre páginas suspeitas.

Para saber se a sua instituição financeira utiliza criptografia, os clientes podem consultar a seção de segurança disponível no site ou aplicativo da instituição, onde normalmente são apresentadas orientações sobre proteção contra fraudes e golpes.

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