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Aracaju, Terça-feira, 23 de junho de 2026
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Copa e eleições travam investimentos na TV até o fim de 2026

Esporte

Copa e eleições travam investimentos na TV até o fim de 2026

Expectativas para a TV são baixas após a Copa do Mundo, com foco no calendário eleitoral.

23/06/2026 · 00h00 · Atualizado às 06h04
Copa e eleições travam investimentos na TV até o fim de 2026

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A televisão enfrenta um período sombrio: Copa do Mundo e calendário eleitoral consomem recursos e engessam a programação. Propagandas partidárias devem dominar a grade por meses.

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Atualmente, não há perspectivas animadoras para a televisão em termos de investimentos em produção e programação até o final de 2026. A realidade é que, com a Copa do Mundo em andamento, os canais estão totalmente mobilizados, direcionando esforços e recursos para a cobertura do evento.

Após a entrega da taça, o cenário mudará drasticamente, pois o calendário eleitoral começará a influenciar a grade de programação. Tradicionalmente, esse período impõe restrições significativas, com dois blocos diários dedicados à propaganda partidária — um no início da tarde e outro à noite. Além disso, haverá a inclusão de 70 minutos de inserções políticas ao longo do dia, o que resultará em ajustes de grade que dificultam o lançamento de novos projetos e limitam a possibilidade de investimentos mais ousados.

“Diante desse cenário, a tendência é de cautela. Poucos grupos estarão dispostos a assumir riscos ou promover mudanças significativas antes do encerramento do período eleitoral, no fim de outubro.”

Com a aproximação do fim do período eleitoral, o mercado da televisão se prepara para a reta final do ano, com foco nas festividades de Natal e nas férias, além do planejamento da próxima temporada. Assim, o restante de 2026 será marcado por uma postura mais administrativa e de preparação, ao invés de inovações ousadas.

Um exemplo dessa falta de novidades é a presença de Virgínia Fonseca no programa “Domingão”, que, segundo especialistas, não traz benefícios significativos, tanto para a audiência quanto para a própria apresentadora.

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Outro ponto a ser observado é a situação do SBT após a Copa do Mundo. A expectativa é saber como a emissora se posicionará na disputa de audiência contra a Record, que se destacou durante a pandemia com um jornalismo mais estruturado.

Hoje, SBT e Globo enfrentam a limitação de não transmitirem todos os jogos da Copa do Mundo, o que pode impactar sua audiência. Com a exclusividade de certos jogos, a cobertura será um desafio. Além disso, Gaby Cabrini, do “Fofocalizando” e “The Voice”, será a convidada do programa na LeoDias TV, prometendo uma conversa reveladora.

A televisão brasileira também precisa repensar o custo-benefício de suas produções. Alguns programas parecem gastar demais sem alcançar bons resultados, enquanto outros, mais criativos, têm se destacado com menos investimento.

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Por fim, o “Programa Silvio Santos”, sob a apresentação de Patrícia Abravanel, deve manter suas características tradicionais, mesmo com tentativas de inovações. A mudança de nome do programa para “Programa Patrícia Abravanel” é uma sugestão que tem sido discutida.

Enquanto isso, o narrador Vinícius Rodrigues foi escalado para coberturas nas Copas do Mundo, mostrando-se uma agradável surpresa na TV aberta. Galvão Bueno foi reconhecido pelo Guinness como o narrador com mais jogos da Copa transmitidos, consolidando sua trajetória na televisão.

O “Em Família” fica em pausa durante a Copa, mas Eliana continua suas gravações, mostrando que o trabalho na televisão segue firme, mesmo em tempos de eventos grandiosos como a Copa do Mundo.

Infelizmente, o setor também enfrenta perdas, como a do chefe de Transporte da RedeTV!, João Neto, que faleceu recentemente.

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Atualmente, não há perspectivas animadoras para a televisão em termos de investimentos em produção e programação até o final de 2026. A realidade é que, com a Copa do Mundo em andamento, os canais estão totalmente mobilizados, direcionando esforços e recursos para a cobertura do evento.

Após a entrega da taça, o cenário mudará drasticamente, pois o calendário eleitoral começará a influenciar a grade de programação. Tradicionalmente, esse período impõe restrições significativas, com dois blocos diários dedicados à propaganda partidária — um no início da tarde e outro à noite. Além disso, haverá a inclusão de 70 minutos de inserções políticas ao longo do dia, o que resultará em ajustes de grade que dificultam o lançamento de novos projetos e limitam a possibilidade de investimentos mais ousados.

“Diante desse cenário, a tendência é de cautela. Poucos grupos estarão dispostos a assumir riscos ou promover mudanças significativas antes do encerramento do período eleitoral, no fim de outubro.”

Com a aproximação do fim do período eleitoral, o mercado da televisão se prepara para a reta final do ano, com foco nas festividades de Natal e nas férias, além do planejamento da próxima temporada. Assim, o restante de 2026 será marcado por uma postura mais administrativa e de preparação, ao invés de inovações ousadas.

Um exemplo dessa falta de novidades é a presença de Virgínia Fonseca no programa “Domingão”, que, segundo especialistas, não traz benefícios significativos, tanto para a audiência quanto para a própria apresentadora.

Outro ponto a ser observado é a situação do SBT após a Copa do Mundo. A expectativa é saber como a emissora se posicionará na disputa de audiência contra a Record, que se destacou durante a pandemia com um jornalismo mais estruturado.

Hoje, SBT e Globo enfrentam a limitação de não transmitirem todos os jogos da Copa do Mundo, o que pode impactar sua audiência. Com a exclusividade de certos jogos, a cobertura será um desafio. Além disso, Gaby Cabrini, do “Fofocalizando” e “The Voice”, será a convidada do programa na LeoDias TV, prometendo uma conversa reveladora.

A televisão brasileira também precisa repensar o custo-benefício de suas produções. Alguns programas parecem gastar demais sem alcançar bons resultados, enquanto outros, mais criativos, têm se destacado com menos investimento.

Por fim, o “Programa Silvio Santos”, sob a apresentação de Patrícia Abravanel, deve manter suas características tradicionais, mesmo com tentativas de inovações. A mudança de nome do programa para “Programa Patrícia Abravanel” é uma sugestão que tem sido discutida.

Enquanto isso, o narrador Vinícius Rodrigues foi escalado para coberturas nas Copas do Mundo, mostrando-se uma agradável surpresa na TV aberta. Galvão Bueno foi reconhecido pelo Guinness como o narrador com mais jogos da Copa transmitidos, consolidando sua trajetória na televisão.

O “Em Família” fica em pausa durante a Copa, mas Eliana continua suas gravações, mostrando que o trabalho na televisão segue firme, mesmo em tempos de eventos grandiosos como a Copa do Mundo.

Infelizmente, o setor também enfrenta perdas, como a do chefe de Transporte da RedeTV!, João Neto, que faleceu recentemente.

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