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Aracaju, Quinta-feira, 17 de setembro de 2026
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Economia

Copom deve reduzir Selic para 13,75% em reunião de dois dias

Copom inicia reunião de dois dias; mercado espera corte da Selic de 14% para 13,75% em cenário de inflação em queda.

15/09/2026 · 00h00 · Atualizado às 14h05
Copom deve reduzir Selic para 13,75% em reunião de dois dias

O Copom abre reunião de dois dias para avaliar corte da Selic. O mercado projeta redução de 14% para 13,75% diante de sinais de inflação controlada.

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central inicia nesta terça-feira (15) a sexta reunião de 2026 para definir a taxa básica de juros, a Selic. O encontro terá duração de dois dias e termina amanhã, com expectativa do mercado de que a taxa seja reduzida dos atuais 14% para 13,75% ao ano, em meio a um cenário de controle da inflação.

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A Selic está em 14% ao ano, o menor patamar registrado em 2026, após a sequência de reduções promovidas pelo Copom desde março. A definição da taxa pelo colegiado é acompanhada de perto por agentes financeiros, empresas e famílias, porque influencia os custos do crédito e a remuneração de aplicações.

Segundo os dados do Boletim Focus, com relação aos demais índices projetados pelo mercado financeiro, foi observada tendência de queda para a inflação em 2026, para 4,9%, na comparação com a semana anterior, quando estava em 5%. Há quatro semanas, o mercado financeiro projetava uma inflação de 5,02% ao final do ano.

Sobre a atividade econômica, o mercado trabalha com projeção de crescimento de 1,89% para o Produto Interno Bruto (PIB) em 2026. Na semana passada, a expectativa era de que o PIB fecharia o ano em 1,93%; e, há quatro semanas, em 1,98%.

As projeções relacionadas ao câmbio permanecem estáveis, com o dólar projetado para fechar 2026 cotado a R$ 5,20 — uma estimativa mantida por 13 semanas consecutivas.

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A taxa básica de juros é usada nas negociações de títulos públicos emitidos pelo Tesouro Nacional e serve de referência para as demais taxas da economia. A Selic é o principal instrumento do Banco Central para manter a inflação sob controle. Quando o Copom aumenta a taxa básica, a finalidade é conter demanda aquecida; juros mais altos encarecem o crédito, estimulam a poupança e reduzem pressões sobre os preços. Por outro lado, taxas mais elevadas podem dificultar a expansão da economia.

Quando a Selic é reduzida, a tendência é de crédito mais barato, o que favorece consumo e investimentos e estimula a atividade econômica. Além da Selic, instituições financeiras consideram risco de inadimplência, custos administrativos e margem de lucro ao definir os juros cobrados dos consumidores.

O Copom se reúne a cada 45 dias. No primeiro dia do encontro são feitas apresentações técnicas sobre a evolução e as perspectivas das economias brasileira e mundial, além do comportamento do mercado financeiro. No segundo dia, os integrantes do comitê analisam os cenários e definem o nível da taxa básica de juros.

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Pelo sistema de meta contínua, em vigor desde janeiro de 2025, a meta de inflação definida pelo Conselho Monetário Nacional é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Dessa forma, o limite inferior é de 1,5% e o superior, de 4,5%. Apesar da tendência de recuo nas projeções do mercado, as estimativas permanecem acima do teto da meta para 2026, fator que segue no radar do Banco Central na definição da política monetária.

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O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central inicia nesta terça-feira (15) a sexta reunião de 2026 para definir a taxa básica de juros, a Selic. O encontro terá duração de dois dias e termina amanhã, com expectativa do mercado de que a taxa seja reduzida dos atuais 14% para 13,75% ao ano, em meio a um cenário de controle da inflação.

A Selic está em 14% ao ano, o menor patamar registrado em 2026, após a sequência de reduções promovidas pelo Copom desde março. A definição da taxa pelo colegiado é acompanhada de perto por agentes financeiros, empresas e famílias, porque influencia os custos do crédito e a remuneração de aplicações.

Segundo os dados do Boletim Focus, com relação aos demais índices projetados pelo mercado financeiro, foi observada tendência de queda para a inflação em 2026, para 4,9%, na comparação com a semana anterior, quando estava em 5%. Há quatro semanas, o mercado financeiro projetava uma inflação de 5,02% ao final do ano.

Sobre a atividade econômica, o mercado trabalha com projeção de crescimento de 1,89% para o Produto Interno Bruto (PIB) em 2026. Na semana passada, a expectativa era de que o PIB fecharia o ano em 1,93%; e, há quatro semanas, em 1,98%.

As projeções relacionadas ao câmbio permanecem estáveis, com o dólar projetado para fechar 2026 cotado a R$ 5,20 — uma estimativa mantida por 13 semanas consecutivas.

A taxa básica de juros é usada nas negociações de títulos públicos emitidos pelo Tesouro Nacional e serve de referência para as demais taxas da economia. A Selic é o principal instrumento do Banco Central para manter a inflação sob controle. Quando o Copom aumenta a taxa básica, a finalidade é conter demanda aquecida; juros mais altos encarecem o crédito, estimulam a poupança e reduzem pressões sobre os preços. Por outro lado, taxas mais elevadas podem dificultar a expansão da economia.

Quando a Selic é reduzida, a tendência é de crédito mais barato, o que favorece consumo e investimentos e estimula a atividade econômica. Além da Selic, instituições financeiras consideram risco de inadimplência, custos administrativos e margem de lucro ao definir os juros cobrados dos consumidores.

O Copom se reúne a cada 45 dias. No primeiro dia do encontro são feitas apresentações técnicas sobre a evolução e as perspectivas das economias brasileira e mundial, além do comportamento do mercado financeiro. No segundo dia, os integrantes do comitê analisam os cenários e definem o nível da taxa básica de juros.

Pelo sistema de meta contínua, em vigor desde janeiro de 2025, a meta de inflação definida pelo Conselho Monetário Nacional é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Dessa forma, o limite inferior é de 1,5% e o superior, de 4,5%. Apesar da tendência de recuo nas projeções do mercado, as estimativas permanecem acima do teto da meta para 2026, fator que segue no radar do Banco Central na definição da política monetária.

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