Pular para o conteúdo principal
Aracaju, Quarta-feira, 16 de setembro de 2026
Pular para o conteúdo
Destaques

Crise no Abastecimento: População denuncia descaso da Iguá Saneamento

A transição e a operação da Iguá em Sergipe têm sido alvo de críticas pesadas em 2026. A principal reclamação é o "abismo" entre o valor da fatura e a qualidade do serviço prestado.

06/02/2026 · 12h01
Crise no Abastecimento: População denuncia descaso da Iguá Saneamento

Mais de uma semana sem água e espera de uma hora no atendimento telefônico geram revolta. Cobrança agora é direcionada à Agrese para fiscalização rigorosa.

A transição e a operação da Iguá em Sergipe têm sido alvo de críticas pesadas em 2026. A principal reclamação é o “abismo” entre o valor da fatura e a qualidade do serviço prestado.

Publicidade

Os principais pontos do descaso:

  • Falta de Água Prolongada: Moradores relatam períodos superiores a 7 dias sem uma gota nas torneiras, afetando necessidades básicas como higiene e alimentação.
  • Atendimento Ineficiente: A espera excessiva nos canais oficiais (SAC e WhatsApp) demonstra que o suporte ao cliente não está dimensionado para a demanda do estado.
  • Fiscalização em xeque: O apelo à Agrese (Agência Reguladora de Serviços Públicos do Estado de Sergipe) é para que as multas e punições sejam aplicadas, superando a fase das “notas de esclarecimento”.
020201114444444444 2

Como agir para além do desabafo?

Para que a denúncia ganhe força jurídica e institucional, recomenda-se seguir estes passos:

  1. Protocolo é Arma: Anote cada protocolo de atendimento da Iguá (mesmo que caia a ligação). Sem ele, a fiscalização não consegue rastrear a falha.
  2. Ouvidoria da AGRESE: Se a concessionária não resolve, o próximo passo é a Agrese.
  3. Procon Sergipe: Caso a cobrança venha integral mesmo sem o serviço, o Procon pode ser acionado por “venda de serviço não entregue”.
  4. Ministério Público: Em casos de desabastecimento de bairros inteiros por longo período, o MP-SE pode intervir com ações civis públicas.

Gostou? Compartilhe com quem precisa saber:

Recomendado para vocêConteúdo patrocinado · MGID
Publicidade
Mais conteúdos para vocêConteúdo patrocinado · MGID
Sugeridas pra vocêConteúdo patrocinado · MGID
Publicidade
2 min de leitura

Mais de uma semana sem água e espera de uma hora no atendimento telefônico geram revolta. Cobrança agora é direcionada à Agrese para fiscalização rigorosa.

A transição e a operação da Iguá em Sergipe têm sido alvo de críticas pesadas em 2026. A principal reclamação é o “abismo” entre o valor da fatura e a qualidade do serviço prestado.

Os principais pontos do descaso:

  • Falta de Água Prolongada: Moradores relatam períodos superiores a 7 dias sem uma gota nas torneiras, afetando necessidades básicas como higiene e alimentação.
  • Atendimento Ineficiente: A espera excessiva nos canais oficiais (SAC e WhatsApp) demonstra que o suporte ao cliente não está dimensionado para a demanda do estado.
  • Fiscalização em xeque: O apelo à Agrese (Agência Reguladora de Serviços Públicos do Estado de Sergipe) é para que as multas e punições sejam aplicadas, superando a fase das “notas de esclarecimento”.
020201114444444444 2

Como agir para além do desabafo?

Para que a denúncia ganhe força jurídica e institucional, recomenda-se seguir estes passos:

  1. Protocolo é Arma: Anote cada protocolo de atendimento da Iguá (mesmo que caia a ligação). Sem ele, a fiscalização não consegue rastrear a falha.
  2. Ouvidoria da AGRESE: Se a concessionária não resolve, o próximo passo é a Agrese.
  3. Procon Sergipe: Caso a cobrança venha integral mesmo sem o serviço, o Procon pode ser acionado por “venda de serviço não entregue”.
  4. Ministério Público: Em casos de desabastecimento de bairros inteiros por longo período, o MP-SE pode intervir com ações civis públicas.

Gostou? Compartilhe com quem precisa saber:

Receba as notícias no seu WhatsApp

Entre no nosso canal oficial e fique por dentro de tudo que acontece em Sergipe

Entrar no canal →

Publicidade

EM ALTA AGORA