Mais de uma semana sem água e espera de uma hora no atendimento telefônico geram revolta. Cobrança agora é direcionada à Agrese para fiscalização rigorosa.
A transição e a operação da Iguá em Sergipe têm sido alvo de críticas pesadas em 2026. A principal reclamação é o “abismo” entre o valor da fatura e a qualidade do serviço prestado.
Os principais pontos do descaso:
- Falta de Água Prolongada: Moradores relatam períodos superiores a 7 dias sem uma gota nas torneiras, afetando necessidades básicas como higiene e alimentação.
- Atendimento Ineficiente: A espera excessiva nos canais oficiais (SAC e WhatsApp) demonstra que o suporte ao cliente não está dimensionado para a demanda do estado.
- Fiscalização em xeque: O apelo à Agrese (Agência Reguladora de Serviços Públicos do Estado de Sergipe) é para que as multas e punições sejam aplicadas, superando a fase das “notas de esclarecimento”.

Como agir para além do desabafo?
Para que a denúncia ganhe força jurídica e institucional, recomenda-se seguir estes passos:
- Protocolo é Arma: Anote cada protocolo de atendimento da Iguá (mesmo que caia a ligação). Sem ele, a fiscalização não consegue rastrear a falha.
- Ouvidoria da AGRESE: Se a concessionária não resolve, o próximo passo é a Agrese.
- Site: agrese.se.gov.br
- Telefone: 0800 079 1520
- Procon Sergipe: Caso a cobrança venha integral mesmo sem o serviço, o Procon pode ser acionado por “venda de serviço não entregue”.
- Ministério Público: Em casos de desabastecimento de bairros inteiros por longo período, o MP-SE pode intervir com ações civis públicas.
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