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DAGV de Sergipe alerta pais sobre riscos enfrentados por crianças na internet

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DAGV de Sergipe alerta pais sobre riscos enfrentados por crianças na internet

A Polícia Civil de Sergipe, por meio da Delegacia de Criança e Adolescente Vítima (Deacav), unidade do Departamento de Atendimento aos Grupos Vulneráveis (DAGV), faz um alerta importante à sociedade sergipana sobre os perigos enfrentados por crianças e adolescentes no ambiente digital. A orientação se dá após a repercussão nacional de casos de mortes de crianças ao participarem de desafios virtuais.

16/04/2025 · 14h40 · Atualizado às 19h19
DAGV de Sergipe alerta pais sobre riscos enfrentados por crianças na internet

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Atenção e diálogo são essenciais para prevenir crimes virtuais envolvendo este público

A Polícia Civil de Sergipe, por meio da Delegacia de Criança e Adolescente Vítima (Deacav), unidade do Departamento de Atendimento aos Grupos Vulneráveis (DAGV), faz um alerta importante à sociedade sergipana sobre os perigos enfrentados por crianças e adolescentes no ambiente digital. A orientação se dá após a repercussão nacional de casos de mortes de crianças ao participarem de desafios virtuais.

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A corporação destaca que os crimes mais recorrentes cometidos contra crianças no ambiente virtual incluem o armazenamento e compartilhamento de imagens íntimas, extorsão, incitação ao suicídio, automutilação e abusos relacionados à pedofilia. Em muitos casos, criminosos se passam por adolescentes em jogos online e redes sociais para ganhar a confiança das vítimas e manipular seu comportamento.

Download?idMidia=38618De acordo com a delegada Josefa Valéria, a internet representa hoje uma espécie de “nova rua”, onde os menores estão expostos a riscos semelhantes aos que existem fora de casa. “O risco de ser estuprado, assassinado, ameaçado ou manipulado está presente também nas redes, muitas vezes de forma mais silenciosa e difícil de identificar”, explicou.

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“Existem grupos de ódio em aplicativos sem moderação, nos quais crianças são incentivadas a se mutilar ou até a tirar a própria vida. Em situações como essas, o autor pode responder por homicídio, conforme previsto no Código Penal”, acrescentou a delegada.

A Polícia reforça ainda que o ambiente doméstico, por mais seguro que pareça, não é imune a essas ameaças. A orientação da autoridade policial é para que os responsáveis mantenham um diálogo franco com os filhos, limitem o tempo de uso dos dispositivos, utilizem ferramentas de controle parental disponíveis nos celulares e estejam atentos aos conteúdos acessados.

“Os pais acreditam que, por estarem em casa, os filhos estão protegidos. Mas, muitas vezes, eles estão sozinhos na internet, vulneráveis a todo tipo de contato criminoso. As crianças estão à frente de muitos pais quando o assunto é tecnologia. Caso não haja diálogo e vigilância, os riscos aumentam consideravelmente”, conclui Josefa Valéria.

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Atenção e diálogo são essenciais para prevenir crimes virtuais envolvendo este público

A Polícia Civil de Sergipe, por meio da Delegacia de Criança e Adolescente Vítima (Deacav), unidade do Departamento de Atendimento aos Grupos Vulneráveis (DAGV), faz um alerta importante à sociedade sergipana sobre os perigos enfrentados por crianças e adolescentes no ambiente digital. A orientação se dá após a repercussão nacional de casos de mortes de crianças ao participarem de desafios virtuais.

A corporação destaca que os crimes mais recorrentes cometidos contra crianças no ambiente virtual incluem o armazenamento e compartilhamento de imagens íntimas, extorsão, incitação ao suicídio, automutilação e abusos relacionados à pedofilia. Em muitos casos, criminosos se passam por adolescentes em jogos online e redes sociais para ganhar a confiança das vítimas e manipular seu comportamento.

Download?idMidia=38618De acordo com a delegada Josefa Valéria, a internet representa hoje uma espécie de “nova rua”, onde os menores estão expostos a riscos semelhantes aos que existem fora de casa. “O risco de ser estuprado, assassinado, ameaçado ou manipulado está presente também nas redes, muitas vezes de forma mais silenciosa e difícil de identificar”, explicou.

“Existem grupos de ódio em aplicativos sem moderação, nos quais crianças são incentivadas a se mutilar ou até a tirar a própria vida. Em situações como essas, o autor pode responder por homicídio, conforme previsto no Código Penal”, acrescentou a delegada.

A Polícia reforça ainda que o ambiente doméstico, por mais seguro que pareça, não é imune a essas ameaças. A orientação da autoridade policial é para que os responsáveis mantenham um diálogo franco com os filhos, limitem o tempo de uso dos dispositivos, utilizem ferramentas de controle parental disponíveis nos celulares e estejam atentos aos conteúdos acessados.

“Os pais acreditam que, por estarem em casa, os filhos estão protegidos. Mas, muitas vezes, eles estão sozinhos na internet, vulneráveis a todo tipo de contato criminoso. As crianças estão à frente de muitos pais quando o assunto é tecnologia. Caso não haja diálogo e vigilância, os riscos aumentam consideravelmente”, conclui Josefa Valéria.

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