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Policial

Defesa de Lulinha acusa PF de politizar investigação e elogia Mendonça

A defesa de Lulinha critica investigação da PF e defende atuação do ministro Mendonça.

31/07/2026 · 00h00 · Atualizado às 10h05
Defesa de Lulinha acusa PF de politizar investigação e elogia Mendonça

A defesa de Fábio Luís afirmou que o pedido da PF para apurar suposto tráfico de influência é de cunho político. O advogado Marco Aurélio de Carvalho elogiou o ministro André Mendonça, que autorizou a apuração no STF.

A defesa de Fábio Luís Inácio Lula da Silva, conhecido como Lulinha, afirmou nesta quinta-feira (30 de julho de 2026) que o pedido da Polícia Federal para investigar um possível tráfico de influência tem cunho político. O advogado Marco Aurélio de Carvalho, que coordena o grupo Prerrogativas e representa o filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), elogiou a atuação do ministro André Mendonça, relator do inquérito no Supremo Tribunal Federal (STF).

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No mesmo dia, Mendonça autorizou que a PF iniciasse a investigação de Lulinha por suposto tráfico de influência em favor do lobista Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS. A investigação se insere no contexto da Operação Sem Desconto, que já apura fraudes nos descontos associativos do INSS, onde Lulinha e a empresária Roberta Luchsinger já eram alvo de investigações.

A PF apresentou um novo pedido para investigar se Lulinha teria usado sua influência no governo Lula para beneficiar Careca do INSS na liberação da compra de produtos à base de cannabis. O caso, após ser analisado, foi encaminhado ao ministro André Mendonça, que determinou o prosseguimento das investigações.

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A defesa de Lulinha criticou a decisão da Polícia Federal, afirmando que os investigadores não encontraram indícios de irregularidade e que a abertura de um novo inquérito se assemelha a uma “pescaria probatória”, termo que se refere à busca indiscriminada por provas com o intuito de incriminar um investigado. A defesa também levantou a hipótese de que essa ação possa influenciar o processo eleitoral de 2026, visto que algumas investigações da Operação Sem Desconto já haviam sido concluídas.

Marco Aurélio de Carvalho, que também coordena a campanha de Lula em São Paulo, enfatizou que “não vão encontrar nada” e que Lulinha está disponível para prestar depoimentos, se necessário. Em uma entrevista ao podcast Inteligência Ltda., o presidente Lula comentou que seu filho responderá às investigações sem tratamento diferenciado, mas acrescentou que Lulinha tem sido alvo de tentativas de desestabilização de sua imagem política desde a campanha de 2006.

A advogada Danyelle Galvão, que defende Antônio Carlos Camilo Antunes, informou que ainda não teve acesso ao conteúdo das investigações. Por sua vez, o advogado Bruno Salles, que representa Roberta Luchsinger, criticou a reabertura do inquérito, questionando a lógica de reavaliar uma investigação já encerrada em um momento tão próximo ao início de um processo eleitoral, sugerindo que isso poderia ser uma manobra política.

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A defesa de Fábio Luís afirmou que o pedido da PF para apurar suposto tráfico de influência é de cunho político. O advogado Marco Aurélio de Carvalho elogiou o ministro André Mendonça, que autorizou a apuração no STF.

A defesa de Fábio Luís Inácio Lula da Silva, conhecido como Lulinha, afirmou nesta quinta-feira (30 de julho de 2026) que o pedido da Polícia Federal para investigar um possível tráfico de influência tem cunho político. O advogado Marco Aurélio de Carvalho, que coordena o grupo Prerrogativas e representa o filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), elogiou a atuação do ministro André Mendonça, relator do inquérito no Supremo Tribunal Federal (STF).

No mesmo dia, Mendonça autorizou que a PF iniciasse a investigação de Lulinha por suposto tráfico de influência em favor do lobista Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS. A investigação se insere no contexto da Operação Sem Desconto, que já apura fraudes nos descontos associativos do INSS, onde Lulinha e a empresária Roberta Luchsinger já eram alvo de investigações.

A PF apresentou um novo pedido para investigar se Lulinha teria usado sua influência no governo Lula para beneficiar Careca do INSS na liberação da compra de produtos à base de cannabis. O caso, após ser analisado, foi encaminhado ao ministro André Mendonça, que determinou o prosseguimento das investigações.

A defesa de Lulinha criticou a decisão da Polícia Federal, afirmando que os investigadores não encontraram indícios de irregularidade e que a abertura de um novo inquérito se assemelha a uma “pescaria probatória”, termo que se refere à busca indiscriminada por provas com o intuito de incriminar um investigado. A defesa também levantou a hipótese de que essa ação possa influenciar o processo eleitoral de 2026, visto que algumas investigações da Operação Sem Desconto já haviam sido concluídas.

Marco Aurélio de Carvalho, que também coordena a campanha de Lula em São Paulo, enfatizou que “não vão encontrar nada” e que Lulinha está disponível para prestar depoimentos, se necessário. Em uma entrevista ao podcast Inteligência Ltda., o presidente Lula comentou que seu filho responderá às investigações sem tratamento diferenciado, mas acrescentou que Lulinha tem sido alvo de tentativas de desestabilização de sua imagem política desde a campanha de 2006.

A advogada Danyelle Galvão, que defende Antônio Carlos Camilo Antunes, informou que ainda não teve acesso ao conteúdo das investigações. Por sua vez, o advogado Bruno Salles, que representa Roberta Luchsinger, criticou a reabertura do inquérito, questionando a lógica de reavaliar uma investigação já encerrada em um momento tão próximo ao início de um processo eleitoral, sugerindo que isso poderia ser uma manobra política.

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