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Aracaju, Quinta-feira, 9 de julho de 2026
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Defesa de William Gusmão se manifesta após condenação por importunação sexual

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Defesa de William Gusmão se manifesta após condenação por importunação sexual

A defesa de William Gusmão, irmão de Virginia Fonseca, se manifestou após condenação.

09/07/2026 · 19h01
Defesa de William Gusmão se manifesta após condenação por importunação sexual

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A defesa de William Pimenta Gusmão, irmão da influenciadora Virginia Fonseca, se manifestou pela primeira vez após a condenação por importunação sexual imposta pela 1ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Goiás (TJ-GO). A decisão foi anunciada no dia 7 de julho de 2026 e, conforme os advogados, ainda não é definitiva.

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Em nota, os advogados afirmaram que recorrerão aos tribunais superiores, destacando que a condenação foi proferida durante o julgamento de um recurso apresentado pelos assistentes de acusação. “Informamos que a decisão não é definitiva, pois trata-se do julgamento de um recurso dos assistentes de acusação”, esclareceram.

A defesa ressaltou que respeita a decisão dos desembargadores, mas discorda da condenação e sustenta a inocência de William. “Embora a defesa respeite o entendimento dos Desembargadores do Tribunal de Justiça de Goiás, manifesta sua veemente discordância com a condenação, uma vez que o réu nega peremptoriamente a prática do fato que lhe é falsamente imputado”, afirmaram os advogados.

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Além disso, a nota destaca que o Ministério Público se manifestou favoravelmente à absolvição de William, tanto durante o julgamento em primeira instância quanto na fase recursal. Segundo a defesa, os pareceres apontaram a ausência de provas e de materialidade para a condenação.

“Diante da inocência do acusado e da contradição entre o resultado do julgamento e o entendimento do Ministério Público e da linha de defesa, e considerando que a decisão não é definitiva, ainda cabem recursos aos Tribunais Superiores, que serão utilizados dentro das possibilidades legais”, conclui a nota.

No julgamento, a 1ª Câmara Criminal do TJ-GO reformou parcialmente a absolvição de William Gusmão, condenando-o por importunação sexual em relação ao primeiro dos dois fatos descritos na denúncia do Ministério Público. Quanto ao segundo episódio, a absolvição foi mantida. A decisão foi unânime entre os desembargadores.

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A defesa de William Pimenta Gusmão, irmão da influenciadora Virginia Fonseca, se manifestou pela primeira vez após a condenação por importunação sexual imposta pela 1ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Goiás (TJ-GO). A decisão foi anunciada no dia 7 de julho de 2026 e, conforme os advogados, ainda não é definitiva.

Em nota, os advogados afirmaram que recorrerão aos tribunais superiores, destacando que a condenação foi proferida durante o julgamento de um recurso apresentado pelos assistentes de acusação. “Informamos que a decisão não é definitiva, pois trata-se do julgamento de um recurso dos assistentes de acusação”, esclareceram.

A defesa ressaltou que respeita a decisão dos desembargadores, mas discorda da condenação e sustenta a inocência de William. “Embora a defesa respeite o entendimento dos Desembargadores do Tribunal de Justiça de Goiás, manifesta sua veemente discordância com a condenação, uma vez que o réu nega peremptoriamente a prática do fato que lhe é falsamente imputado”, afirmaram os advogados.

Além disso, a nota destaca que o Ministério Público se manifestou favoravelmente à absolvição de William, tanto durante o julgamento em primeira instância quanto na fase recursal. Segundo a defesa, os pareceres apontaram a ausência de provas e de materialidade para a condenação.

“Diante da inocência do acusado e da contradição entre o resultado do julgamento e o entendimento do Ministério Público e da linha de defesa, e considerando que a decisão não é definitiva, ainda cabem recursos aos Tribunais Superiores, que serão utilizados dentro das possibilidades legais”, conclui a nota.

No julgamento, a 1ª Câmara Criminal do TJ-GO reformou parcialmente a absolvição de William Gusmão, condenando-o por importunação sexual em relação ao primeiro dos dois fatos descritos na denúncia do Ministério Público. Quanto ao segundo episódio, a absolvição foi mantida. A decisão foi unânime entre os desembargadores.

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