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Aracaju, Quarta-feira, 16 de setembro de 2026
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Policial

Delegado detalha operação que flagrou 8 toneladas de produto impróprio para consumo em Lagarto

O delegado responsável pela operação policial que resultou na apreensão de cerca de oito toneladas de carne bovina em Lagarto prestou detalhes, nesta segunda-feira (20), sobre o trabalho investigativo que levou a equipe até o local onde os produtos estavam armazenados de forma clandestina e totalmente irregular.

21/07/2026 · 09h57
Delegado detalha operação que flagrou 8 toneladas de produto impróprio para consumo em Lagarto

Investigação começou após denúncias e apontou que a carga pertencia a um comerciante de Itabaiana; material foi descartado pela Vigilância Sanitária e suspeito segue sendo procurado.

O delegado responsável pela operação policial que resultou na apreensão de cerca de oito toneladas de carne bovina em Lagarto prestou detalhes, nesta segunda-feira (20), sobre o trabalho investigativo que levou a equipe até o local onde os produtos estavam armazenados de forma clandestina e totalmente irregular.

A ação teve início no domingo (19), após a Polícia Civil de Sergipe receber denúncias anônimas relatando a estocagem indevida de grandes quantidades de proteína animal na região. A partir do alerta, agentes policiais iniciaram diligências e, em uma ação conjunta com a Guarda Municipal e a Vigilância Sanitária local, conseguiram mapear e fiscalizar dois imóveis que funcionavam como depósitos do esquema.

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Condições insalubres e descarte

Durante a vistoria nos imóveis, os fiscais e policiais constataram que os cortes bovinos estavam acondicionados sem os cuidados higiênicos e sanitários mínimos exigidos por lei, tornando o produto completamente impróprio para o consumo humano.

A apuração inicial apontou que a carga pertencia a um comerciante com atuação no município de Itabaiana, cidade onde a carne seria distribuída e comercializada para a população. Diante do risco iminente à saúde pública, todo o lote de oito toneladas foi apreendido e descartado adequadamente conforme os protocolos sanitários.

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Investigações e procurados

O empresário apontado como proprietário da carga não estava nos imóveis no momento da abordagem policial e, até o momento, segue sem ter sido localizado.

A Polícia Civil mantém as diligências ativas para determinar a origem da carne bovina, rastrear a cadeia de suprimentos e apurar se há mais pessoas envolvidas no esquema de armazenamento e distribuição clandestina na região Agreste do estado.

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Investigação começou após denúncias e apontou que a carga pertencia a um comerciante de Itabaiana; material foi descartado pela Vigilância Sanitária e suspeito segue sendo procurado.

O delegado responsável pela operação policial que resultou na apreensão de cerca de oito toneladas de carne bovina em Lagarto prestou detalhes, nesta segunda-feira (20), sobre o trabalho investigativo que levou a equipe até o local onde os produtos estavam armazenados de forma clandestina e totalmente irregular.

A ação teve início no domingo (19), após a Polícia Civil de Sergipe receber denúncias anônimas relatando a estocagem indevida de grandes quantidades de proteína animal na região. A partir do alerta, agentes policiais iniciaram diligências e, em uma ação conjunta com a Guarda Municipal e a Vigilância Sanitária local, conseguiram mapear e fiscalizar dois imóveis que funcionavam como depósitos do esquema.

Condições insalubres e descarte

Durante a vistoria nos imóveis, os fiscais e policiais constataram que os cortes bovinos estavam acondicionados sem os cuidados higiênicos e sanitários mínimos exigidos por lei, tornando o produto completamente impróprio para o consumo humano.

A apuração inicial apontou que a carga pertencia a um comerciante com atuação no município de Itabaiana, cidade onde a carne seria distribuída e comercializada para a população. Diante do risco iminente à saúde pública, todo o lote de oito toneladas foi apreendido e descartado adequadamente conforme os protocolos sanitários.

Investigações e procurados

O empresário apontado como proprietário da carga não estava nos imóveis no momento da abordagem policial e, até o momento, segue sem ter sido localizado.

A Polícia Civil mantém as diligências ativas para determinar a origem da carne bovina, rastrear a cadeia de suprimentos e apurar se há mais pessoas envolvidas no esquema de armazenamento e distribuição clandestina na região Agreste do estado.

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