Pular para o conteúdo principal
Aracaju, Quinta-feira, 17 de setembro de 2026
Pular para o conteúdo
Brasil

DEPENDÊNCIA DE JOGOS DE APOSTA EM ADOLESCENTES AUMENTA ALERTA EM ESCOLAS E FAMÍLIAS

A crescente popularidade do Jogo do Tigrinho entre adolescentes, como Gabriel*, de 16 anos, expõe o perigo da dependência dos jogos de azar. Gabriel relatou ter perdido R$ 400 em uma hora, fruto de oito dias de trabalho pesado. Ele reflete sobre os prejuízos e avisa: “Tentei recuperar o que perdi e só piorou. Isso […]

15/09/2024 · 12h00 · Atualizado às 19h08
DEPENDÊNCIA DE JOGOS DE APOSTA EM ADOLESCENTES AUMENTA ALERTA EM ESCOLAS E FAMÍLIAS

A crescente popularidade do Jogo do Tigrinho entre adolescentes, como Gabriel*, de 16 anos, expõe o perigo da dependência dos jogos de azar. Gabriel relatou ter perdido R$ 400 em uma hora, fruto de oito dias de trabalho pesado. Ele reflete sobre os prejuízos e avisa: “Tentei recuperar o que perdi e só piorou. Isso vicia”.

Mesmo proibido no Brasil, plataformas de apostas estão cada vez mais acessíveis a crianças e adolescentes, uma situação que preocupa educadores. João Paulo Freitas, professor do IFPB, afirma que alunos de até 11 anos já têm contato com esse tipo de jogo, e muitos usam o dinheiro de programas como o Pé-de-meia para apostar. “Nem pais nem escolas têm noção da gravidade desse problema”, alerta.

Publicidade

Especialistas como a psicóloga Bianca Orrico enfatizam a importância do diálogo aberto com os jovens, frisando os perigos do vício em jogos de azar. Enquanto isso, educadores pedem uma regulamentação mais rígida e campanhas de conscientização para combater essa “epidemia invisível”.

Gostou? Compartilhe com quem precisa saber:

Recomendado para vocêConteúdo patrocinado · MGID
Publicidade
Mais conteúdos para vocêConteúdo patrocinado · MGID
Sugeridas pra vocêConteúdo patrocinado · MGID
Publicidade
2 min de leitura

A crescente popularidade do Jogo do Tigrinho entre adolescentes, como Gabriel*, de 16 anos, expõe o perigo da dependência dos jogos de azar. Gabriel relatou ter perdido R$ 400 em uma hora, fruto de oito dias de trabalho pesado. Ele reflete sobre os prejuízos e avisa: “Tentei recuperar o que perdi e só piorou. Isso vicia”.

Mesmo proibido no Brasil, plataformas de apostas estão cada vez mais acessíveis a crianças e adolescentes, uma situação que preocupa educadores. João Paulo Freitas, professor do IFPB, afirma que alunos de até 11 anos já têm contato com esse tipo de jogo, e muitos usam o dinheiro de programas como o Pé-de-meia para apostar. “Nem pais nem escolas têm noção da gravidade desse problema”, alerta.

Especialistas como a psicóloga Bianca Orrico enfatizam a importância do diálogo aberto com os jovens, frisando os perigos do vício em jogos de azar. Enquanto isso, educadores pedem uma regulamentação mais rígida e campanhas de conscientização para combater essa “epidemia invisível”.

Gostou? Compartilhe com quem precisa saber:

Receba as notícias no seu WhatsApp

Entre no nosso canal oficial e fique por dentro de tudo que acontece em Sergipe

Entrar no canal →

Publicidade

EM ALTA AGORA