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Descubra cinco nomes que misturam rap estoniano, duo suíço e brasileiros

Segunda edição do Nova Brisa indica cinco artistas: do rap estoniano ao duo suíço, passando por brasileiros que atuam fora do país.

20/10/2026 · 08h40
Descubra cinco nomes que misturam rap estoniano, duo suíço e brasileiros

Uma curadoria de cinco artistas mostra como referências cruzam fronteiras: do rap da Estônia ao duo suíço que revive 1968 e a projetos brasileiros no exterior. Ritmos misturam MPB, jazz, eletrônica e psicodelia.

Na segunda edição do Nova Brisa fica mais fácil entender como a cultura de um país conversa com a de tantos outros e como o tempo, na música, não tem caráter linear. Ventos sonoros carregam referências, gêneros e timbres para além de fronteiras, permitindo ouvir rap da Estônia, um duo suíço resgatando sonoridades de 1968 em pleno 2026 e brasileiros atuando em palcos internacionais.

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Esta seleção reúne cinco nomes que propõem caminhos distintos dentro dessa tempestade de novas canções que chegam todo dia. São artistas que misturam MPB com jazz, eletrônica sofisticada, rock psicodélico solar, rap de outro mercado e EDM com sotaque brasileiro. A aposta é ampliar o leque de ouvintes e provocar escutas atentas.

Nova Brisa: cinco indicações para ampliar seus horizontes musicais

  • Cristine Valença (Brasil)

    A carioca Cristine Valença acrescenta um groove marcado à MPB contemporânea. Cantora, compositora e pianista, entre outras atividades, a artista lançou o single “Holofote” em agosto pelo selo Concha. A canção traz temperos de jazz, soul e rock e convida o público a acompanhar um trabalho que mistura tradição e atualidade.

    “vale a pena”

  • Softdrink (Suíça)

    O duo de Zurique lançou o primeiro álbum, “Endless Summer”, e apresenta construção analógica de timbres que deve agradar fãs de eletrônica refinada. Vocais românticos e arranjos pop tornam o disco sofisticado e de apelo acessível, apontando para um equilíbrio entre inteligência sonora e pegada dançante.

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  • The Golden Stars (Estados Unidos)

    iBradley Stewart (Philadelphia) e Patrick Cleary (Los Angeles) se juntaram para revisitar o lado mais solar do rock psicodélico americano. O single “City Of Stars” mistura elementos folk e psicodelia, evocando referências clássicas do gênero e oferecendo um som que conversa tanto com nostálgicos quanto com ouvintes de artistas contemporâneos do mesmo viés.

  • Surekoer (Estônia)

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    O rap estoniano aparece nesta lista com Surekoer, produtor de beats que se uniu ao parceiro OYT para lançar “The Pull”. A faixa é uma boa porta de entrada para quem quer ampliar o repertório além dos grandes mercados tradicionais e comprovar que há produção de rap relevante em lugares menos esperados.

  • Orvyn Sol (Brasil/Suíça)

    Natural de Uberlândia (MG) — onde atuava como Wallison — o produtor vive na Suíça e assina projetos de EDM com inclinação pop. A faixa “The One I Run To” traz vocais do cantor britânico Kama; a produção e composição são de Orvyn Sol, que já figura em paradas do chart Dance Club Songs. O trabalho é exemplo de como trajetórias brasileiras se renovam no exterior.

As cinco indicações da segunda edição do Nova Brisa mostram caminhos diferentes para quem quer descobrir música além do óbvio. Entre referências locais e processos de produção globais, a proposta é ampliar o ouvido e acompanhar artistas que estão espalhando suas ideias musicais por vários cantos do planeta.

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Uma curadoria de cinco artistas mostra como referências cruzam fronteiras: do rap da Estônia ao duo suíço que revive 1968 e a projetos brasileiros no exterior. Ritmos misturam MPB, jazz, eletrônica e psicodelia.

Na segunda edição do Nova Brisa fica mais fácil entender como a cultura de um país conversa com a de tantos outros e como o tempo, na música, não tem caráter linear. Ventos sonoros carregam referências, gêneros e timbres para além de fronteiras, permitindo ouvir rap da Estônia, um duo suíço resgatando sonoridades de 1968 em pleno 2026 e brasileiros atuando em palcos internacionais.

Esta seleção reúne cinco nomes que propõem caminhos distintos dentro dessa tempestade de novas canções que chegam todo dia. São artistas que misturam MPB com jazz, eletrônica sofisticada, rock psicodélico solar, rap de outro mercado e EDM com sotaque brasileiro. A aposta é ampliar o leque de ouvintes e provocar escutas atentas.

Nova Brisa: cinco indicações para ampliar seus horizontes musicais

  • Cristine Valença (Brasil)

    A carioca Cristine Valença acrescenta um groove marcado à MPB contemporânea. Cantora, compositora e pianista, entre outras atividades, a artista lançou o single “Holofote” em agosto pelo selo Concha. A canção traz temperos de jazz, soul e rock e convida o público a acompanhar um trabalho que mistura tradição e atualidade.

    “vale a pena”

  • Softdrink (Suíça)

    O duo de Zurique lançou o primeiro álbum, “Endless Summer”, e apresenta construção analógica de timbres que deve agradar fãs de eletrônica refinada. Vocais românticos e arranjos pop tornam o disco sofisticado e de apelo acessível, apontando para um equilíbrio entre inteligência sonora e pegada dançante.

  • The Golden Stars (Estados Unidos)

    iBradley Stewart (Philadelphia) e Patrick Cleary (Los Angeles) se juntaram para revisitar o lado mais solar do rock psicodélico americano. O single “City Of Stars” mistura elementos folk e psicodelia, evocando referências clássicas do gênero e oferecendo um som que conversa tanto com nostálgicos quanto com ouvintes de artistas contemporâneos do mesmo viés.

  • Surekoer (Estônia)

    O rap estoniano aparece nesta lista com Surekoer, produtor de beats que se uniu ao parceiro OYT para lançar “The Pull”. A faixa é uma boa porta de entrada para quem quer ampliar o repertório além dos grandes mercados tradicionais e comprovar que há produção de rap relevante em lugares menos esperados.

  • Orvyn Sol (Brasil/Suíça)

    Natural de Uberlândia (MG) — onde atuava como Wallison — o produtor vive na Suíça e assina projetos de EDM com inclinação pop. A faixa “The One I Run To” traz vocais do cantor britânico Kama; a produção e composição são de Orvyn Sol, que já figura em paradas do chart Dance Club Songs. O trabalho é exemplo de como trajetórias brasileiras se renovam no exterior.

As cinco indicações da segunda edição do Nova Brisa mostram caminhos diferentes para quem quer descobrir música além do óbvio. Entre referências locais e processos de produção globais, a proposta é ampliar o ouvido e acompanhar artistas que estão espalhando suas ideias musicais por vários cantos do planeta.

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