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Economia

Desemprego atinge 5,1% em dezembro e bate novo recorde de baixa

O índice de desocupação no Brasil caiu para 5,1% no trimestre encerrado em dezembro de 2025, o menor patamar já observado pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Os dados foram divulgados nesta sexta-feira, 30 de janeiro de 2026. Com o resultado de dezembro, […]

30/01/2026 · 14h15
Desemprego atinge 5,1% em dezembro e bate novo recorde de baixa

O índice de desocupação no Brasil caiu para 5,1% no trimestre encerrado em dezembro de 2025, o menor patamar já observado pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Os dados foram divulgados nesta sexta-feira, 30 de janeiro de 2026.

Com o resultado de dezembro, a taxa média de desemprego em 2025 fechou em 5,6%, também a mais baixa da série histórica iniciada em 2012. O contingente de pessoas ocupadas alcançou 103 milhões.

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Destaques do mercado de trabalho em 2025

Renda: o rendimento médio real chegou a R$ 3.560, aumento de 5,7% (R$ 192) em relação a 2024, estabelecendo novo recorde.

Emprego formal: o número de trabalhadores com carteira assinada atingiu 38,9 milhões, crescimento de 1 milhão frente ao ano anterior.

Sem carteira: empregados do setor privado sem registro somaram 13,8 milhões, queda de 0,8% na comparação anual.

Trabalho doméstico: o segmento contabilizou 5,7 milhões de pessoas, recuo de 4,4% ante 2024.

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Conta própria: o grupo de trabalhadores por conta própria chegou a 26,1 milhões, maior nível da série.

Informalidade: a taxa anual passou de 39% em 2024 para 38,1% em 2025.

Metodologia e histórico

A Pnad Contínua investiga a população de 14 anos ou mais em 211 mil domicílios de todo o país. O IBGE considera desocupada apenas a pessoa que procurou trabalho nos 30 dias anteriores à entrevista. O pico de desemprego da série, 14,9%, foi registrado nos trimestres móveis encerrados em setembro de 2020 e março de 2021, durante a pandemia de covid-19.

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Resultado do Caged

Na quinta-feira (29), o Ministério do Trabalho e Emprego divulgou que o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) apontou saldo negativo de 618 mil vagas formais em dezembro. No acumulado de 2025, porém, houve criação líquida de quase 1,28 milhão de postos com carteira assinada.

Com informações de Agência Brasil

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O índice de desocupação no Brasil caiu para 5,1% no trimestre encerrado em dezembro de 2025, o menor patamar já observado pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Os dados foram divulgados nesta sexta-feira, 30 de janeiro de 2026.

Com o resultado de dezembro, a taxa média de desemprego em 2025 fechou em 5,6%, também a mais baixa da série histórica iniciada em 2012. O contingente de pessoas ocupadas alcançou 103 milhões.

Destaques do mercado de trabalho em 2025

Renda: o rendimento médio real chegou a R$ 3.560, aumento de 5,7% (R$ 192) em relação a 2024, estabelecendo novo recorde.

Emprego formal: o número de trabalhadores com carteira assinada atingiu 38,9 milhões, crescimento de 1 milhão frente ao ano anterior.

Sem carteira: empregados do setor privado sem registro somaram 13,8 milhões, queda de 0,8% na comparação anual.

Trabalho doméstico: o segmento contabilizou 5,7 milhões de pessoas, recuo de 4,4% ante 2024.

Conta própria: o grupo de trabalhadores por conta própria chegou a 26,1 milhões, maior nível da série.

Informalidade: a taxa anual passou de 39% em 2024 para 38,1% em 2025.

Metodologia e histórico

A Pnad Contínua investiga a população de 14 anos ou mais em 211 mil domicílios de todo o país. O IBGE considera desocupada apenas a pessoa que procurou trabalho nos 30 dias anteriores à entrevista. O pico de desemprego da série, 14,9%, foi registrado nos trimestres móveis encerrados em setembro de 2020 e março de 2021, durante a pandemia de covid-19.

Resultado do Caged

Na quinta-feira (29), o Ministério do Trabalho e Emprego divulgou que o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) apontou saldo negativo de 618 mil vagas formais em dezembro. No acumulado de 2025, porém, houve criação líquida de quase 1,28 milhão de postos com carteira assinada.

Com informações de Agência Brasil

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