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Dólar cai nesta segunda com olhos voltados para negociações EUA-Irã

Mundo

Dólar cai nesta segunda com olhos voltados para negociações EUA-Irã

Dólar começa a semana em baixa, enquanto investidores monitoram negociações entre Irã e EUA.

22/06/2026 · 00h00 · Atualizado às 06h04
Dólar cai nesta segunda com olhos voltados para negociações EUA-Irã

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A moeda americana recua frente ao real nesta manhã. Pesquisa Datafolha e tensões geopolíticas pautam o mercado financeiro e influenciam a cotação do dia.

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O dólar começou a segunda-feira (22) apresentando uma leve baixa em relação ao real, mesmo que, no cenário internacional, a moeda americana mantenha ganhos frente a várias outras divisas. Os investidores estão atentos às negociações de paz entre os Estados Unidos e o Irã, que podem impactar o mercado financeiro.

No Brasil, uma nova pesquisa do Datafolha divulgada no fim de semana revelou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva está à frente do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) na disputa pela presidência. Esse cenário político é um dos fatores que pode influenciar a cotação do dólar.

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Às 9h25, o dólar à vista registrava uma queda de 0,02%, sendo cotado a R$ 5,1502 na venda, próximo da estabilidade. Este movimento reflete as expectativas do mercado diante das negociações internacionais e da situação política interna.

Além disso, às 9h20, o Banco Central do Brasil realizará um leilão à vista de US$ 1,0 bilhão. Simultaneamente, ocorrerá um leilão de venda de 20.000 contratos de swap cambial reverso, também no valor de US$ 1 bilhão. O leilão de swap reverso tem o efeito equivalente à compra de dólares no mercado futuro, o que pode ajudar a estabilizar a moeda no curto prazo.

Na prática, isso significa que o Banco Central irá vender moeda no mercado à vista e, ao mesmo tempo, comprará no mercado futuro. Este movimento é visto como uma estratégia para controlar a volatilidade da moeda e garantir a segurança financeira do país.

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Às 11h30, o Banco Central realizará um leilão de 50.000 contratos de swap cambial, focado na rolagem do vencimento que ocorrerá em 1º de julho. Essas ações fazem parte da política monetária do Banco Central para gerenciar a oferta de moeda e a estabilidade do real.

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No Brasil, uma nova pesquisa do Datafolha divulgada no fim de semana revelou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva está à frente do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) na disputa pela presidência. Esse cenário político é um dos fatores que pode influenciar a cotação do dólar.

Às 9h25, o dólar à vista registrava uma queda de 0,02%, sendo cotado a R$ 5,1502 na venda, próximo da estabilidade. Este movimento reflete as expectativas do mercado diante das negociações internacionais e da situação política interna.

Além disso, às 9h20, o Banco Central do Brasil realizará um leilão à vista de US$ 1,0 bilhão. Simultaneamente, ocorrerá um leilão de venda de 20.000 contratos de swap cambial reverso, também no valor de US$ 1 bilhão. O leilão de swap reverso tem o efeito equivalente à compra de dólares no mercado futuro, o que pode ajudar a estabilizar a moeda no curto prazo.

Na prática, isso significa que o Banco Central irá vender moeda no mercado à vista e, ao mesmo tempo, comprará no mercado futuro. Este movimento é visto como uma estratégia para controlar a volatilidade da moeda e garantir a segurança financeira do país.

Às 11h30, o Banco Central realizará um leilão de 50.000 contratos de swap cambial, focado na rolagem do vencimento que ocorrerá em 1º de julho. Essas ações fazem parte da política monetária do Banco Central para gerenciar a oferta de moeda e a estabilidade do real.

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