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Economia

Dólar cai para R$5,17; Ibovespa sobe e fecha setembro em alta

Dólar fechou a R$ 5,174 e teve recuo de 0,15% em setembro; Ibovespa subiu 1,37% e petróleo avançou com tensões no Oriente Médio.

02/10/2026 · 23h53
Dólar cai para R$5,17; Ibovespa sobe e fecha setembro em alta

Em dia de alívio global, o dólar comercial caiu para R$5,174 (-0,76%) e fechou setembro com recuo de 0,15%. O Ibovespa subiu 1,37%, acumulando alta de 5,03% no mês, com bancos em destaque.

Em um dia de alívio global no mercado financeiro, o dólar comercial encerrou o pregão em queda e fechou setembro com pequena baixa. A bolsa brasileira avançou, impulsionada por ações de bancos e setores ligados à atividade doméstica, e acumulou alta significativa no mês.

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Números do dia

  • Dólar à vista: R$ 5,174 (-0,76%)
  • Dólar em setembro: -0,15%
  • Ibovespa: 186.340,46 pontos (+1,37%)
  • Ibovespa em setembro: +5,03%
  • Petróleo tipo Brent: US$ 98,03 (+1,94%)
  • Petróleo tipo WTI: US$ 90,42 (+1,16%)

O dólar comercial fechou em R$ 5,174, em queda de 0,76% no dia. Durante a sessão, a moeda chegou à mínima de R$ 5,164, recuo de 0,95%, por volta das 9h50. No acumulado de setembro, o dólar registrou baixa de 0,15%, enquanto no terceiro trimestre avançou 0,23%. Em 2026, a moeda acumulou queda de 5,75%.

Os mercados reagiram principalmente à divulgação de dados de inflação dos Estados Unidos abaixo das expectativas, o que reduziu a pressão por novas altas de juros pelo Federal Reserve. O núcleo do índice de preços de gastos com consumo (PCE), que exclui alimentos e energia, subiu 0,2% em agosto, abaixo da expectativa de 0,3%. O PCE cheio avançou 0,3% no mês, também aquém da projeção de 0,4%. Esses números pressionaram os rendimentos dos títulos do Tesouro dos Estados Unidos e reduziram apostas em uma nova elevação de juros em outubro.

No mercado brasileiro, o real teve desempenho positivo entre as principais moedas latino-americanas em um ambiente de maior procura por ativos locais. O cenário eleitoral e a formação da taxa de câmbio de fim de mês também influenciaram os negócios, sem que dados de pesquisas tenham sido determinantes para a análise do pregão.

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O Ibovespa subiu 1,37%, aos 186.340,46 pontos, com máxima em 187.834,97 pontos e mínima em 183.879,71 pontos. Com o resultado, o índice acumulou alta de 5,03% em setembro e avançou 8,32% no terceiro trimestre; no ano, a valorização foi de 15,65%. O movimento foi sustentado pelo fluxo de capital estrangeiro: segundo dados da B3, até 28 de setembro houve entrada líquida de R$ 9,569 bilhões de investidores estrangeiros no mercado acionário brasileiro, saldo que no ano alcançou quase R$ 29 bilhões.

No mercado de petróleo, os contratos futuros fecharam em alta, com as tensões no Oriente Médio ainda no radar dos investidores. Na Intercontinental Exchange (ICE), em Londres, o Brent para dezembro subiu 1,94% (US$ 1,87) para US$ 98,03 por barril. O WTI para novembro, negociado na Nymex, avançou 1,16% (US$ 1,04), para US$ 90,42 por barril.

O mercado acompanhou também relatos de incidentes no Estreito de Ormuz: o Centro de Operações de Comércio Marítimo do Reino Unido informou que um navio-tanque foi atingido por um projétil de origem desconhecida, episódio que está sob investigação. Além disso, o mercado observou possíveis restrições às exportações de diesel pelos Estados Unidos e a extensão, pela Rússia, da proibição de exportação do combustível até o fim de outubro. Segundo dados do Departamento de Energia americano, os estoques de petróleo subiram de forma inesperada na semana passada, enquanto os estoques de gasolina registraram forte queda.

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Em dia de alívio global, o dólar comercial caiu para R$5,174 (-0,76%) e fechou setembro com recuo de 0,15%. O Ibovespa subiu 1,37%, acumulando alta de 5,03% no mês, com bancos em destaque.

Em um dia de alívio global no mercado financeiro, o dólar comercial encerrou o pregão em queda e fechou setembro com pequena baixa. A bolsa brasileira avançou, impulsionada por ações de bancos e setores ligados à atividade doméstica, e acumulou alta significativa no mês.

Números do dia

  • Dólar à vista: R$ 5,174 (-0,76%)
  • Dólar em setembro: -0,15%
  • Ibovespa: 186.340,46 pontos (+1,37%)
  • Ibovespa em setembro: +5,03%
  • Petróleo tipo Brent: US$ 98,03 (+1,94%)
  • Petróleo tipo WTI: US$ 90,42 (+1,16%)

O dólar comercial fechou em R$ 5,174, em queda de 0,76% no dia. Durante a sessão, a moeda chegou à mínima de R$ 5,164, recuo de 0,95%, por volta das 9h50. No acumulado de setembro, o dólar registrou baixa de 0,15%, enquanto no terceiro trimestre avançou 0,23%. Em 2026, a moeda acumulou queda de 5,75%.

Os mercados reagiram principalmente à divulgação de dados de inflação dos Estados Unidos abaixo das expectativas, o que reduziu a pressão por novas altas de juros pelo Federal Reserve. O núcleo do índice de preços de gastos com consumo (PCE), que exclui alimentos e energia, subiu 0,2% em agosto, abaixo da expectativa de 0,3%. O PCE cheio avançou 0,3% no mês, também aquém da projeção de 0,4%. Esses números pressionaram os rendimentos dos títulos do Tesouro dos Estados Unidos e reduziram apostas em uma nova elevação de juros em outubro.

No mercado brasileiro, o real teve desempenho positivo entre as principais moedas latino-americanas em um ambiente de maior procura por ativos locais. O cenário eleitoral e a formação da taxa de câmbio de fim de mês também influenciaram os negócios, sem que dados de pesquisas tenham sido determinantes para a análise do pregão.

O Ibovespa subiu 1,37%, aos 186.340,46 pontos, com máxima em 187.834,97 pontos e mínima em 183.879,71 pontos. Com o resultado, o índice acumulou alta de 5,03% em setembro e avançou 8,32% no terceiro trimestre; no ano, a valorização foi de 15,65%. O movimento foi sustentado pelo fluxo de capital estrangeiro: segundo dados da B3, até 28 de setembro houve entrada líquida de R$ 9,569 bilhões de investidores estrangeiros no mercado acionário brasileiro, saldo que no ano alcançou quase R$ 29 bilhões.

No mercado de petróleo, os contratos futuros fecharam em alta, com as tensões no Oriente Médio ainda no radar dos investidores. Na Intercontinental Exchange (ICE), em Londres, o Brent para dezembro subiu 1,94% (US$ 1,87) para US$ 98,03 por barril. O WTI para novembro, negociado na Nymex, avançou 1,16% (US$ 1,04), para US$ 90,42 por barril.

O mercado acompanhou também relatos de incidentes no Estreito de Ormuz: o Centro de Operações de Comércio Marítimo do Reino Unido informou que um navio-tanque foi atingido por um projétil de origem desconhecida, episódio que está sob investigação. Além disso, o mercado observou possíveis restrições às exportações de diesel pelos Estados Unidos e a extensão, pela Rússia, da proibição de exportação do combustível até o fim de outubro. Segundo dados do Departamento de Energia americano, os estoques de petróleo subiram de forma inesperada na semana passada, enquanto os estoques de gasolina registraram forte queda.

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