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Aracaju, Terça-feira, 6 de outubro de 2026
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Economia

Dólar recua a R$ 5 e Ibovespa dispara 8%, ultrapassa 200 mil pontos

Mercado reagiu ao primeiro turno: dólar fechou a R$ 5,0022 (-4,12%) e Ibovespa subiu 7,85%, atingindo 207.190,44 pontos.

05/10/2026 · 21h33 · Atualizado às 08h26
Dólar recua a R$ 5 e Ibovespa dispara 8%, ultrapassa 200 mil pontos

Mercado financeiro reagiu em forte alta nesta segunda após o primeiro turno; taxas futuras recuaram e investidores reduziram o prêmio de risco do país. Ativos brasileiros no exterior avançaram, refletindo maior confiança.

O mercado financeiro brasileiro reagiu com forte alta nesta segunda-feira (5) ao resultado do primeiro turno das eleições presidenciais. O dólar caiu para a casa dos R$ 5, enquanto o Ibovespa avançou quase 8% e ultrapassou, pela primeira vez, a marca dos 200 mil pontos.

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Ativos brasileiros negociados no exterior também registraram valorização, em meio à percepção de redução do prêmio de risco do país. A leitura inicial dos investidores favoreceu o real e pressionou para baixo as taxas futuras de juros.

Principais números

  • Dólar: R$ 5,0022 (-4,12%)
  • Mínima do dólar: R$ 4,95, por volta das 10h30
  • Ibovespa: 207.190,44 pontos (+7,85%)
  • Máxima do Ibovespa: 209.605,70 pontos
  • Mínima do Ibovespa: 192.137,63 pontos
  • Petróleo Brent: US$ 100,32 (-1,89%)
  • Petróleo WTI: US$ 89,43 (-1,84%)

O dólar à vista encerrou o pregão com baixa de 4,12%, cotado a R$ 5,0022 na venda, a menor cotação de fechamento desde 21 de maio, quando a moeda havia terminado o dia em R$ 5,0004. Na sexta-feira (2), o dólar havia subido quase 1% e fechado a R$ 5,2175, em meio à cautela dos investidores antes da divulgação do resultado eleitoral.

Com o desempenho desta segunda, a moeda norte-americana passou a acumular queda de 8,87% no ano. A reação do câmbio ocorreu após o senador Flávio Bolsonaro (PL) terminar o primeiro turno à frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Os dois candidatos disputarão o segundo turno em 25 de outubro.

O Ibovespa disparou e renovou máximas históricas: o principal índice da bolsa brasileira fechou em 207.190,44 pontos, alta de 7,85%. Durante a sessão, o indicador chegou a 209.605,70 pontos, maior nível intradiário já registrado, e teve mínima de 192.137,63 pontos.

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O volume financeiro somou R$ 97,58 bilhões antes dos ajustes finais. A alta ampliou o movimento observado na sexta-feira, quando o Ibovespa já havia avançado 2,63%, encerrando o pregão aos 192.137,63 pontos. Parte dos investidores havia antecipado, nos últimos dias, uma reação positiva ao resultado eleitoral.

No exterior, o principal fundo de ações brasileiras negociado em Nova York, o ETF EWZ, avançou 12,57% no fim da tarde, sinalizando forte demanda por ativos do país.

Apesar da forte valorização dos ativos brasileiros, o petróleo fechou o dia em queda. O barril do tipo Brent para dezembro recuou 1,89%, para US$ 100,32, e o WTI com contrato para novembro caiu 1,84%, para US$ 89,43 por barril.

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Nos mercados internacionais, as bolsas asiáticas começaram a semana em alta, influenciadas pela menor expectativa de novos aumentos de juros nos Estados Unidos. Em Nova York, os índices operaram em baixa na pré-abertura, enquanto as principais bolsas europeias apresentaram comportamento misto.

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Mercado financeiro reagiu em forte alta nesta segunda após o primeiro turno; taxas futuras recuaram e investidores reduziram o prêmio de risco do país. Ativos brasileiros no exterior avançaram, refletindo maior confiança.

O mercado financeiro brasileiro reagiu com forte alta nesta segunda-feira (5) ao resultado do primeiro turno das eleições presidenciais. O dólar caiu para a casa dos R$ 5, enquanto o Ibovespa avançou quase 8% e ultrapassou, pela primeira vez, a marca dos 200 mil pontos.

Ativos brasileiros negociados no exterior também registraram valorização, em meio à percepção de redução do prêmio de risco do país. A leitura inicial dos investidores favoreceu o real e pressionou para baixo as taxas futuras de juros.

Principais números

  • Dólar: R$ 5,0022 (-4,12%)
  • Mínima do dólar: R$ 4,95, por volta das 10h30
  • Ibovespa: 207.190,44 pontos (+7,85%)
  • Máxima do Ibovespa: 209.605,70 pontos
  • Mínima do Ibovespa: 192.137,63 pontos
  • Petróleo Brent: US$ 100,32 (-1,89%)
  • Petróleo WTI: US$ 89,43 (-1,84%)

O dólar à vista encerrou o pregão com baixa de 4,12%, cotado a R$ 5,0022 na venda, a menor cotação de fechamento desde 21 de maio, quando a moeda havia terminado o dia em R$ 5,0004. Na sexta-feira (2), o dólar havia subido quase 1% e fechado a R$ 5,2175, em meio à cautela dos investidores antes da divulgação do resultado eleitoral.

Com o desempenho desta segunda, a moeda norte-americana passou a acumular queda de 8,87% no ano. A reação do câmbio ocorreu após o senador Flávio Bolsonaro (PL) terminar o primeiro turno à frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Os dois candidatos disputarão o segundo turno em 25 de outubro.

O Ibovespa disparou e renovou máximas históricas: o principal índice da bolsa brasileira fechou em 207.190,44 pontos, alta de 7,85%. Durante a sessão, o indicador chegou a 209.605,70 pontos, maior nível intradiário já registrado, e teve mínima de 192.137,63 pontos.

O volume financeiro somou R$ 97,58 bilhões antes dos ajustes finais. A alta ampliou o movimento observado na sexta-feira, quando o Ibovespa já havia avançado 2,63%, encerrando o pregão aos 192.137,63 pontos. Parte dos investidores havia antecipado, nos últimos dias, uma reação positiva ao resultado eleitoral.

No exterior, o principal fundo de ações brasileiras negociado em Nova York, o ETF EWZ, avançou 12,57% no fim da tarde, sinalizando forte demanda por ativos do país.

Apesar da forte valorização dos ativos brasileiros, o petróleo fechou o dia em queda. O barril do tipo Brent para dezembro recuou 1,89%, para US$ 100,32, e o WTI com contrato para novembro caiu 1,84%, para US$ 89,43 por barril.

Nos mercados internacionais, as bolsas asiáticas começaram a semana em alta, influenciadas pela menor expectativa de novos aumentos de juros nos Estados Unidos. Em Nova York, os índices operaram em baixa na pré-abertura, enquanto as principais bolsas europeias apresentaram comportamento misto.

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