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Aracaju, Quinta-feira, 17 de setembro de 2026
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Economia

Dólar recua a R$ 5,20 e bolsa se aproxima de 180 mil pontos com melhora no exterior

O dólar comercial fechou a terça-feira (17) vendido a R$ 5,20, com queda de R$ 0,029 (-0,57%), em meio a uma melhora no apetite por risco no mercado...

18/03/2026 · 07h32 · Atualizado às 19h10
Dólar recua a R$ 5,20 e bolsa se aproxima de 180 mil pontos com melhora no exterior

O dólar comercial fechou a terça-feira (17) vendido a R$ 5,20, com queda de R$ 0,029 (-0,57%), em meio a uma melhora no apetite por risco no mercado internacional, apesar das tensões na região do Oriente Médio. A cotação chegou a R$ 5,178 por volta das 15h, mas perdeu força no fim do pregão.

A moeda dos Estados Unidos acumula recuo de 2,19% nos últimos dois dias, embora mantenha alta de 1,29% em março. O real ficou entre as moedas emergentes com melhor desempenho no dia, ao lado do florim húngaro e do shekel israelense.

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No mercado acionário, o índice Ibovespa, da B3, avançou 0,30% e fechou aos 180.409 pontos. O ganho porém foi reduzido ao final da sessão diante do agravamento do cenário doméstico, com a perspectiva de uma greve de caminhoneiros no fim de semana em razão da alta do diesel.

Em Nova York, os principais índices registraram valorização moderada. Entre os setores, as ações de empresas petrolíferas se valorizaram, influenciadas pela alta de 3,2% no preço do petróleo tipo Brent, que encerrou o dia a US$ 103,42 o barril. Já os papéis do setor financeiro recuaram.

Ao longo do dia houve ingresso de recursos estrangeiros na bolsa brasileira, movimento atribuído à valorização das ações da Petrobras e à realização de leilões de recompra de títulos pelo Tesouro Nacional, que voltou a atuar no mercado de dívida pública.

Além disso, a trajetória dos juros ganhou atenção dos investidores: nesta quarta-feira (18) o Comitê de Política Monetária (Copom) e o Federal Reserve anunciam suas decisões sobre as taxas básicas. A expectativa é de que o Fed mantenha os juros, enquanto o Copom cortaria a Selic em 0,25 ponto percentual.

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Cenário global

Declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sugerindo que o conflito no Oriente Médio pode ser curto ajudaram a amenizar o clima internacional, contribuindo para a recuperação dos mercados. Ainda assim, o fechamento contínuo do Estreito de Ormuz pelo Irã segue pressionando o preço do petróleo, que acumula alta superior a 40% desde o início da guerra na região.

Analistas destacam, no entanto, que a volatilidade permanece elevada, com investidores monitorando os desdobramentos do conflito e seus efeitos sobre os preços de energia e a inflação.

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Com informações de Agência Brasil

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O dólar comercial fechou a terça-feira (17) vendido a R$ 5,20, com queda de R$ 0,029 (-0,57%), em meio a uma melhora no apetite por risco no mercado internacional, apesar das tensões na região do Oriente Médio. A cotação chegou a R$ 5,178 por volta das 15h, mas perdeu força no fim do pregão.

A moeda dos Estados Unidos acumula recuo de 2,19% nos últimos dois dias, embora mantenha alta de 1,29% em março. O real ficou entre as moedas emergentes com melhor desempenho no dia, ao lado do florim húngaro e do shekel israelense.

No mercado acionário, o índice Ibovespa, da B3, avançou 0,30% e fechou aos 180.409 pontos. O ganho porém foi reduzido ao final da sessão diante do agravamento do cenário doméstico, com a perspectiva de uma greve de caminhoneiros no fim de semana em razão da alta do diesel.

Em Nova York, os principais índices registraram valorização moderada. Entre os setores, as ações de empresas petrolíferas se valorizaram, influenciadas pela alta de 3,2% no preço do petróleo tipo Brent, que encerrou o dia a US$ 103,42 o barril. Já os papéis do setor financeiro recuaram.

Ao longo do dia houve ingresso de recursos estrangeiros na bolsa brasileira, movimento atribuído à valorização das ações da Petrobras e à realização de leilões de recompra de títulos pelo Tesouro Nacional, que voltou a atuar no mercado de dívida pública.

Além disso, a trajetória dos juros ganhou atenção dos investidores: nesta quarta-feira (18) o Comitê de Política Monetária (Copom) e o Federal Reserve anunciam suas decisões sobre as taxas básicas. A expectativa é de que o Fed mantenha os juros, enquanto o Copom cortaria a Selic em 0,25 ponto percentual.

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Cenário global

Declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sugerindo que o conflito no Oriente Médio pode ser curto ajudaram a amenizar o clima internacional, contribuindo para a recuperação dos mercados. Ainda assim, o fechamento contínuo do Estreito de Ormuz pelo Irã segue pressionando o preço do petróleo, que acumula alta superior a 40% desde o início da guerra na região.

Analistas destacam, no entanto, que a volatilidade permanece elevada, com investidores monitorando os desdobramentos do conflito e seus efeitos sobre os preços de energia e a inflação.

Com informações de Agência Brasil

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