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Aracaju, Quinta-feira, 5 de novembro de 2026
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Economia

Dólar recua a R$5,45 com vitória democrata nos EUA e Bolsa sobe

Dólar caiu a R$ 5,451; Ibovespa subiu 1,23% e mercado aguardou decisão do Copom sobre Selic em 13,75% ao ano.

05/11/2026 · 09h56
Dólar recua a R$5,45 com vitória democrata nos EUA e Bolsa sobe

Moeda fechou a R$5,45 nesta quarta com menor aversão ao risco após a vitória democrata nos EUA. A Bolsa avançou e recuperou os 167 mil pontos, encerrando seis pregões de queda; mercado aguarda o Copom.

O dólar fechou em queda nesta quarta-feira (4), acompanhando o enfraquecimento da moeda estadunidense no exterior após a vitória dos democratas nas eleições de meio de mandato nos Estados Unidos. A bolsa brasileira avançou, interrompendo uma sequência de seis pregões de baixa e recuperando a faixa dos 167 mil pontos.

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O movimento de queda do dólar ocorreu em ambiente global de menor aversão ao risco, influenciado pelo resultado eleitoral nos EUA, em que os democratas conquistaram maioria no Senado e na Câmara dos Deputados. A redução na percepção de risco e a queda dos rendimentos dos títulos do Tesouro dos Estados Unidos favoreceram moedas de mercados emergentes, incluindo o real.

No entanto, os ganhos do real foram limitados pela cautela dos investidores diante de incertezas fiscais domésticas e pela expectativa sobre a condução da política econômica no próximo governo. Além disso, o mercado monitorou a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) sobre a taxa Selic; o pregão brasileiro terminou antes da divulgação do anúncio.

Principais números

  • Dólar à vista: R$ 5,451 (-0,64%)
  • Ibovespa: 167.563,47 pontos (+1,23%)
  • Dólar global (índice DXY): 101,520 pontos (-0,2%)
  • Petróleo Brent: US$ 94,62 por barril (-8,67%)

Durante a sessão, a moeda norte-americana chegou a R$ 5,498 na máxima, por volta das 13h30, mas se firmou em terreno negativo ao longo da tarde. O Ibovespa encerrou o dia em 167.563,47 pontos, com alta de 1,23%; na máxima do dia, pouco antes das 14h, o índice havia alcançado 167.986,37 pontos.

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O avanço do índice acompanhou o cenário externo mais favorável a ativos de risco após o resultado eleitoral nos Estados Unidos, beneficiando sobretudo ações de bancos, da Vale e de outras empresas sensíveis a juros. Em sentido oposto, os papéis da Petrobras, que são os mais negociados na bolsa, recuaram com a forte queda do petróleo no mercado internacional: o Brent para janeiro caiu 8,67%, para US$ 94,62 por barril.

O mercado fechou antes do anúncio da manutenção dos juros básicos da economia em 13,75% ao ano. Antes do encerramento do pregão, parte dos investidores esperava que a Taxa Selic fosse mantida em 13,75% ao ano.

Em resumo, a sessão desta quarta foi marcada pela combinação de fatores externos — com enfraquecimento do dólar após o pleito norte-americano — e de fatores internos, com atenção sobre cenário fiscal e a decisão do Copom, que estava no radar de mercado ao final do dia.

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Moeda fechou a R$5,45 nesta quarta com menor aversão ao risco após a vitória democrata nos EUA. A Bolsa avançou e recuperou os 167 mil pontos, encerrando seis pregões de queda; mercado aguarda o Copom.

O dólar fechou em queda nesta quarta-feira (4), acompanhando o enfraquecimento da moeda estadunidense no exterior após a vitória dos democratas nas eleições de meio de mandato nos Estados Unidos. A bolsa brasileira avançou, interrompendo uma sequência de seis pregões de baixa e recuperando a faixa dos 167 mil pontos.

O movimento de queda do dólar ocorreu em ambiente global de menor aversão ao risco, influenciado pelo resultado eleitoral nos EUA, em que os democratas conquistaram maioria no Senado e na Câmara dos Deputados. A redução na percepção de risco e a queda dos rendimentos dos títulos do Tesouro dos Estados Unidos favoreceram moedas de mercados emergentes, incluindo o real.

No entanto, os ganhos do real foram limitados pela cautela dos investidores diante de incertezas fiscais domésticas e pela expectativa sobre a condução da política econômica no próximo governo. Além disso, o mercado monitorou a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) sobre a taxa Selic; o pregão brasileiro terminou antes da divulgação do anúncio.

Principais números

  • Dólar à vista: R$ 5,451 (-0,64%)
  • Ibovespa: 167.563,47 pontos (+1,23%)
  • Dólar global (índice DXY): 101,520 pontos (-0,2%)
  • Petróleo Brent: US$ 94,62 por barril (-8,67%)

Durante a sessão, a moeda norte-americana chegou a R$ 5,498 na máxima, por volta das 13h30, mas se firmou em terreno negativo ao longo da tarde. O Ibovespa encerrou o dia em 167.563,47 pontos, com alta de 1,23%; na máxima do dia, pouco antes das 14h, o índice havia alcançado 167.986,37 pontos.

O avanço do índice acompanhou o cenário externo mais favorável a ativos de risco após o resultado eleitoral nos Estados Unidos, beneficiando sobretudo ações de bancos, da Vale e de outras empresas sensíveis a juros. Em sentido oposto, os papéis da Petrobras, que são os mais negociados na bolsa, recuaram com a forte queda do petróleo no mercado internacional: o Brent para janeiro caiu 8,67%, para US$ 94,62 por barril.

O mercado fechou antes do anúncio da manutenção dos juros básicos da economia em 13,75% ao ano. Antes do encerramento do pregão, parte dos investidores esperava que a Taxa Selic fosse mantida em 13,75% ao ano.

Em resumo, a sessão desta quarta foi marcada pela combinação de fatores externos — com enfraquecimento do dólar após o pleito norte-americano — e de fatores internos, com atenção sobre cenário fiscal e a decisão do Copom, que estava no radar de mercado ao final do dia.

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