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Drones ucranianos penetram defesas de Moscou e atingem refinarias

Tecnologia

Drones ucranianos penetram defesas de Moscou e atingem refinarias

Explosões em Moscou expõem vulnerabilidades do governo russo e geram descontentamento.

20/06/2026 · 00h00 · Atualizado às 16h16
Drones ucranianos penetram defesas de Moscou e atingem refinarias

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Explosões sacudiram Moscou após drones cruzarem os três anéis de defesa aérea da capital russa. Refinarias foram atingidas e imagens de fumaça densa circulam nas redes sociais.

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As explosões recentes em Moscou causaram danos significativos, evidenciando a fragilidade do governo russo diante da invasão da Ucrânia. O presidente Vladimir Putin, que vem se isolando das realidades da guerra, não consegue escapar das consequências das ações militares, mesmo em seus bunkers mais protegidos.

Imagens divulgadas nas redes sociais mostram a destruição provocada, com refinarias sendo atingidas e uma densa fumaça cobrindo a capital russa. Os vídeos revelam que as defesas aéreas de Moscou, compostas por três anéis, foram penetradas por drones, que antes atacavam a Ucrânia e agora revidam contra a Rússia.

Um dos ataques resultou na destruição do telhado de uma refinaria, gerando incêndios a menos de 15 quilômetros do Kremlin. Além disso, a situação ambiental se agrava, com a destruição impactando o abastecimento de combustível e causando o temor de longas filas em postos de gasolina, o que preocupa o Kremlin.

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Outro aspecto preocupante é o crescente descontentamento entre os cidadãos de Moscou, que pode resultar em instabilidade política. O fluxo de vídeos mostrando a dissidência, apesar dos esforços do governo para controlá-los, indica que a gestão da informação falhou. A situação se agravou desde que um drone atingiu o Kremlin em maio de 2023, provocando uma mudança na percepção da segurança em Moscou.

O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, classificou os ataques como uma retaliação às ações da Rússia, que bombardeou Kiev, atingindo até mesmo a igreja mais antiga e sagrada da cidade. Zelensky, fortalecido pela cúpula do G7, destacou a possibilidade de a Ucrânia produzir em massa sistemas de defesa aérea com tecnologia ocidental, uma medida que poderia alterar o equilíbrio no conflito.

As declarações recentes de Putin, que sugerem uma possível reconsideração sobre a guerra e o papel de mediadores europeus, indicam uma tentativa de buscar uma saída. No entanto, a realidade das consequências econômicas e os danos causados pelos ataques ucranianos parecem pressioná-lo a considerar novas retaliações.

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Enquanto isso, a situação em Moscou se deteriora, com vídeos de fumaça e destruição evidenciando a vulnerabilidade do governo. A decisão sobre os rumos do conflito recai sobre Putin, que historicamente subestimou a resistência ucraniana e as capacidades do seu próprio exército. A guerra, que já causou a morte de centenas de milhares, continua a ser um fardo pesado para a Rússia, que luta para manter sua integridade territorial diante de adversidades.

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Explosões sacudiram Moscou após drones cruzarem os três anéis de defesa aérea da capital russa. Refinarias foram atingidas e imagens de fumaça densa circulam nas redes sociais.

As explosões recentes em Moscou causaram danos significativos, evidenciando a fragilidade do governo russo diante da invasão da Ucrânia. O presidente Vladimir Putin, que vem se isolando das realidades da guerra, não consegue escapar das consequências das ações militares, mesmo em seus bunkers mais protegidos.

Imagens divulgadas nas redes sociais mostram a destruição provocada, com refinarias sendo atingidas e uma densa fumaça cobrindo a capital russa. Os vídeos revelam que as defesas aéreas de Moscou, compostas por três anéis, foram penetradas por drones, que antes atacavam a Ucrânia e agora revidam contra a Rússia.

Um dos ataques resultou na destruição do telhado de uma refinaria, gerando incêndios a menos de 15 quilômetros do Kremlin. Além disso, a situação ambiental se agrava, com a destruição impactando o abastecimento de combustível e causando o temor de longas filas em postos de gasolina, o que preocupa o Kremlin.

Outro aspecto preocupante é o crescente descontentamento entre os cidadãos de Moscou, que pode resultar em instabilidade política. O fluxo de vídeos mostrando a dissidência, apesar dos esforços do governo para controlá-los, indica que a gestão da informação falhou. A situação se agravou desde que um drone atingiu o Kremlin em maio de 2023, provocando uma mudança na percepção da segurança em Moscou.

O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, classificou os ataques como uma retaliação às ações da Rússia, que bombardeou Kiev, atingindo até mesmo a igreja mais antiga e sagrada da cidade. Zelensky, fortalecido pela cúpula do G7, destacou a possibilidade de a Ucrânia produzir em massa sistemas de defesa aérea com tecnologia ocidental, uma medida que poderia alterar o equilíbrio no conflito.

As declarações recentes de Putin, que sugerem uma possível reconsideração sobre a guerra e o papel de mediadores europeus, indicam uma tentativa de buscar uma saída. No entanto, a realidade das consequências econômicas e os danos causados pelos ataques ucranianos parecem pressioná-lo a considerar novas retaliações.

Enquanto isso, a situação em Moscou se deteriora, com vídeos de fumaça e destruição evidenciando a vulnerabilidade do governo. A decisão sobre os rumos do conflito recai sobre Putin, que historicamente subestimou a resistência ucraniana e as capacidades do seu próprio exército. A guerra, que já causou a morte de centenas de milhares, continua a ser um fardo pesado para a Rússia, que luta para manter sua integridade territorial diante de adversidades.

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