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Policial

Duas sergipanas aparecem como ‘laranjas’ em rede de lavagem de dinheiro do PCC

Duas moradoras de Santo Amaro das Brotas, Ellen Bianca de Franca Santana Resende e Maria Edenize Gomes, foram identificadas pelo Ministério Público de São Paulo (MPSP) como supostas "laranjas" em um esquema bilionário de lavagem de dinheiro, controlado pela facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC). A investigação aponta que a rede criminosa opera no setor de combustíveis.

02/09/2025 · 14h13 · Atualizado às 19h20
Duas sergipanas aparecem como ‘laranjas’ em rede de lavagem de dinheiro do PCC

Duas moradoras de Santo Amaro das Brotas, Ellen Bianca de Franca Santana Resende e Maria Edenize Gomes, foram identificadas pelo Ministério Público de São Paulo (MPSP) como supostas “laranjas” em um esquema bilionário de lavagem de dinheiro, controlado pela facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC). A investigação aponta que a rede criminosa opera no setor de combustíveis.

Segundo o MPSP, o esquema usava pelo menos nove padarias e outras empresas em São Paulo para movimentar dinheiro ilícito e esconder o patrimônio da facção. A investigação descobriu que o grupo criava empresas de fachada e usava pessoas com pouca ou nenhuma capacidade financeira para figurar como proprietários.

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As duas sergipanas são apontadas como peças-chave nesse esquema, auxiliando na criação de múltiplas camadas societárias fraudulentas para dificultar a identificação dos verdadeiros donos e a lavagem de capital. Além disso, foram encontrados vínculos entre as empresas e o grupo criminoso.

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Ellen Bianca, que trabalha como cuidadora na Prefeitura de Santo Amaro das Brotas com um salário de R$ 1.428 por mês, aparece como sócia de 18 empresas ligadas ao grupo. Desde 2024, 17 dessas empresas foram transferidas para o nome de Maria Edenize, que é sua vizinha.

A defesa de ambas as moradoras nega qualquer envolvimento com atividades criminosas. O caso segue em investigação.

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Duas moradoras de Santo Amaro das Brotas, Ellen Bianca de Franca Santana Resende e Maria Edenize Gomes, foram identificadas pelo Ministério Público de São Paulo (MPSP) como supostas “laranjas” em um esquema bilionário de lavagem de dinheiro, controlado pela facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC). A investigação aponta que a rede criminosa opera no setor de combustíveis.

Segundo o MPSP, o esquema usava pelo menos nove padarias e outras empresas em São Paulo para movimentar dinheiro ilícito e esconder o patrimônio da facção. A investigação descobriu que o grupo criava empresas de fachada e usava pessoas com pouca ou nenhuma capacidade financeira para figurar como proprietários.

As duas sergipanas são apontadas como peças-chave nesse esquema, auxiliando na criação de múltiplas camadas societárias fraudulentas para dificultar a identificação dos verdadeiros donos e a lavagem de capital. Além disso, foram encontrados vínculos entre as empresas e o grupo criminoso.

Ellen Bianca, que trabalha como cuidadora na Prefeitura de Santo Amaro das Brotas com um salário de R$ 1.428 por mês, aparece como sócia de 18 empresas ligadas ao grupo. Desde 2024, 17 dessas empresas foram transferidas para o nome de Maria Edenize, que é sua vizinha.

A defesa de ambas as moradoras nega qualquer envolvimento com atividades criminosas. O caso segue em investigação.

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