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Ciência e Espaço

Eclipse solar total acontece hoje: saiba onde assistir

Hoje, 12 de agosto, ocorre um eclipse solar total visível em partes da Groenlândia, Islândia e Espanha.

12/08/2026 · 00h00 · Atualizado às 12h42
Eclipse solar total acontece hoje: saiba onde assistir

A Lua passará hoje entre a Terra e o Sol, provocando um eclipse solar total. O fenômeno será visível na Groenlândia, Islândia, norte da Espanha e em um trecho do nordeste de Portugal; não será visto no Brasil.

Um eclipse solar total acontece hoje, 12 de agosto, com a Lua passando entre a Terra e o Sol, bloqueando completamente a luz solar para aqueles que estiverem em uma estreita faixa da superfície terrestre. O fenômeno poderá ser observado em partes da Groenlândia, Islândia, Norte da Espanha e em um pequeno trecho do Nordeste de Portugal. No Brasil, o eclipse não será visível.

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O fenômeno ocorre devido ao alinhamento entre os três corpos celestes. Quando a Lua se posiciona entre a Terra e o Sol, ela projeta uma sombra sobre o planeta. Dependendo da localização do observador, o disco solar pode ser encoberto totalmente ou apenas parcialmente.

A sombra lunar é dividida em duas regiões: a umbra, a parte mais escura, onde o Sol fica totalmente encoberto, e a penumbra, que é a região onde apenas uma parte do disco solar é bloqueada.

É importante ressaltar que o eclipse solar só pode ocorrer durante a Lua Nova, fase em que a Lua fica posicionada entre a Terra e o Sol. No entanto, isso não significa que um eclipse aconteça a cada mês. A órbita da Lua em relação à Terra é inclinada em cerca de 5 graus, o que faz com que, na maioria das Luas Novas, a sombra do satélite passe acima ou abaixo da Terra, sem atingir sua superfície.

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Os eclipses solares podem ser classificados em quatro tipos: total, parcial, anular e híbrido. No eclipse total, a Lua cobre completamente o disco aparente do Sol, permitindo a observação da coroa solar. No eclipse parcial, apenas uma parte do Sol é encoberta pela Lua. No eclipse anular, a Lua está mais afastada da Terra e não cobre todo o disco solar, ficando um anel luminoso ao redor. O eclipse híbrido apresenta características de ambos os tipos, dependendo da posição do observador.

A trajetória do eclipse de hoje começa no norte da Rússia, próximo ao Ártico, passando pela Groenlândia e Islândia, e seguindo até o norte da Espanha e um trecho do Nordeste de Portugal. Na maior parte da trajetória, a totalidade dura menos de dois minutos, mas pode chegar a 2 minutos e 18 segundos em alguns pontos, como próximo à Islândia. Na Espanha, o fenômeno ocorrerá no final do dia, com o Sol próximo ao horizonte.

Durante a totalidade, a luminosidade diminui consideravelmente, e o céu pode parecer semelhante ao início da noite, com uma possível queda na temperatura e a visibilidade de astros mais brilhantes. O chamado anel de diamante pode ser observado momentos antes da totalidade, assim como as contas de Baily, que são pequenos pontos luminosos. Também podem ser vistas as chamadas bandas de sombra, que se movem rapidamente sobre as superfícies próximas ao observador.

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Por fim, é fundamental não olhar diretamente para o Sol durante o eclipse, pois isso pode causar lesões graves e permanentes na retina. Óculos de sol comuns não oferecem proteção suficiente; é necessário usar filtros solares apropriados, como óculos específicos para eclipses que atendam aos requisitos da norma ISO 12312-2.

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A Lua passará hoje entre a Terra e o Sol, provocando um eclipse solar total. O fenômeno será visível na Groenlândia, Islândia, norte da Espanha e em um trecho do nordeste de Portugal; não será visto no Brasil.

Um eclipse solar total acontece hoje, 12 de agosto, com a Lua passando entre a Terra e o Sol, bloqueando completamente a luz solar para aqueles que estiverem em uma estreita faixa da superfície terrestre. O fenômeno poderá ser observado em partes da Groenlândia, Islândia, Norte da Espanha e em um pequeno trecho do Nordeste de Portugal. No Brasil, o eclipse não será visível.

O fenômeno ocorre devido ao alinhamento entre os três corpos celestes. Quando a Lua se posiciona entre a Terra e o Sol, ela projeta uma sombra sobre o planeta. Dependendo da localização do observador, o disco solar pode ser encoberto totalmente ou apenas parcialmente.

A sombra lunar é dividida em duas regiões: a umbra, a parte mais escura, onde o Sol fica totalmente encoberto, e a penumbra, que é a região onde apenas uma parte do disco solar é bloqueada.

É importante ressaltar que o eclipse solar só pode ocorrer durante a Lua Nova, fase em que a Lua fica posicionada entre a Terra e o Sol. No entanto, isso não significa que um eclipse aconteça a cada mês. A órbita da Lua em relação à Terra é inclinada em cerca de 5 graus, o que faz com que, na maioria das Luas Novas, a sombra do satélite passe acima ou abaixo da Terra, sem atingir sua superfície.

Os eclipses solares podem ser classificados em quatro tipos: total, parcial, anular e híbrido. No eclipse total, a Lua cobre completamente o disco aparente do Sol, permitindo a observação da coroa solar. No eclipse parcial, apenas uma parte do Sol é encoberta pela Lua. No eclipse anular, a Lua está mais afastada da Terra e não cobre todo o disco solar, ficando um anel luminoso ao redor. O eclipse híbrido apresenta características de ambos os tipos, dependendo da posição do observador.

A trajetória do eclipse de hoje começa no norte da Rússia, próximo ao Ártico, passando pela Groenlândia e Islândia, e seguindo até o norte da Espanha e um trecho do Nordeste de Portugal. Na maior parte da trajetória, a totalidade dura menos de dois minutos, mas pode chegar a 2 minutos e 18 segundos em alguns pontos, como próximo à Islândia. Na Espanha, o fenômeno ocorrerá no final do dia, com o Sol próximo ao horizonte.

Durante a totalidade, a luminosidade diminui consideravelmente, e o céu pode parecer semelhante ao início da noite, com uma possível queda na temperatura e a visibilidade de astros mais brilhantes. O chamado anel de diamante pode ser observado momentos antes da totalidade, assim como as contas de Baily, que são pequenos pontos luminosos. Também podem ser vistas as chamadas bandas de sombra, que se movem rapidamente sobre as superfícies próximas ao observador.

Por fim, é fundamental não olhar diretamente para o Sol durante o eclipse, pois isso pode causar lesões graves e permanentes na retina. Óculos de sol comuns não oferecem proteção suficiente; é necessário usar filtros solares apropriados, como óculos específicos para eclipses que atendam aos requisitos da norma ISO 12312-2.

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