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Eleições

Eduardo Bolsonaro afirma que PT terá dificuldade em nova liderança após Lula

Eduardo Bolsonaro diz que PT terá dificuldades em nova liderança após Lula nas eleições.

21/07/2026 · 00h00 · Atualizado às 15h12
Eduardo Bolsonaro afirma que PT terá dificuldade em nova liderança após Lula

O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) afirmou nesta segunda-feira, 20 de julho de 2026, que o Partido dos Trabalhadores (PT) encontrará dificuldades para construir uma nova liderança nacional, caso o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não se saia vitorioso nas eleições deste ano. A declaração foi feita durante uma transmissão ao vivo em seu canal no YouTube, onde recebeu a ex-presidente da Caixa Econômica Federal, Daniella Marques, que integra o núcleo de economia da pré-campanha do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à Presidência.

Durante a live, Eduardo Bolsonaro declarou:

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A esquerda não tem liderança. A gente vai vencer essa eleição. Essa era nefasta de PT e de Lula. Eles vão demorar muito tempo para conseguir fabricar um novo líder.

Além de discutir a política nacional, Eduardo e Daniella abordaram propostas relacionadas à inclusão digital, qualificação profissional e incentivo ao empreendedorismo feminino. O ex-deputado rebateu críticas direcionadas ao programa de sua pré-campanha, especialmente sobre iniciativas que visam ampliar o acesso de mulheres e idosos à internet e a celulares.

No final da transmissão, Eduardo Bolsonaro voltou a direcionar seu discurso ao cenário político de 2026, destacando que uma eventual vitória de Flávio Bolsonaro seria favorecida por um Congresso mais alinhado à direita, o que permitiria avançar em pautas defendidas pelo grupo político do senador.

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Em relação ao presidente Lula e ao PT, Eduardo criticou a postura do partido, afirmando que, apesar de defender os direitos das mulheres, suas ações não correspondem a esse discurso. Ele citou a indicação de um homem para substituir a ministra Rosa Weber no Supremo Tribunal Federal (STF) como um exemplo dessa incongruência.

O ex-deputado também comentou sobre a reação do Judiciário contra integrantes da direita, sugerindo que essa atitude poderia ter um efeito contrário ao esperado. Sem mencionar quais pesquisas utilizava, ele indicou que levantamentos realizados no início do ano mostravam que o impeachment de ministros do STF estava entre as principais demandas do eleitorado, superando questões como saúde, educação e segurança pública.

Durante a transmissão, Eduardo reiterou que a pré-campanha de Flávio Bolsonaro representa uma alternativa ao governo petista, e que as propostas apresentadas buscam combinar responsabilidade fiscal, inclusão digital e fortalecimento da segurança pública.

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O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) afirmou nesta segunda-feira, 20 de julho de 2026, que o Partido dos Trabalhadores (PT) encontrará dificuldades para construir uma nova liderança nacional, caso o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não se saia vitorioso nas eleições deste ano. A declaração foi feita durante uma transmissão ao vivo em seu canal no YouTube, onde recebeu a ex-presidente da Caixa Econômica Federal, Daniella Marques, que integra o núcleo de economia da pré-campanha do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à Presidência.

Durante a live, Eduardo Bolsonaro declarou:

A esquerda não tem liderança. A gente vai vencer essa eleição. Essa era nefasta de PT e de Lula. Eles vão demorar muito tempo para conseguir fabricar um novo líder.

Além de discutir a política nacional, Eduardo e Daniella abordaram propostas relacionadas à inclusão digital, qualificação profissional e incentivo ao empreendedorismo feminino. O ex-deputado rebateu críticas direcionadas ao programa de sua pré-campanha, especialmente sobre iniciativas que visam ampliar o acesso de mulheres e idosos à internet e a celulares.

No final da transmissão, Eduardo Bolsonaro voltou a direcionar seu discurso ao cenário político de 2026, destacando que uma eventual vitória de Flávio Bolsonaro seria favorecida por um Congresso mais alinhado à direita, o que permitiria avançar em pautas defendidas pelo grupo político do senador.

Em relação ao presidente Lula e ao PT, Eduardo criticou a postura do partido, afirmando que, apesar de defender os direitos das mulheres, suas ações não correspondem a esse discurso. Ele citou a indicação de um homem para substituir a ministra Rosa Weber no Supremo Tribunal Federal (STF) como um exemplo dessa incongruência.

O ex-deputado também comentou sobre a reação do Judiciário contra integrantes da direita, sugerindo que essa atitude poderia ter um efeito contrário ao esperado. Sem mencionar quais pesquisas utilizava, ele indicou que levantamentos realizados no início do ano mostravam que o impeachment de ministros do STF estava entre as principais demandas do eleitorado, superando questões como saúde, educação e segurança pública.

Durante a transmissão, Eduardo reiterou que a pré-campanha de Flávio Bolsonaro representa uma alternativa ao governo petista, e que as propostas apresentadas buscam combinar responsabilidade fiscal, inclusão digital e fortalecimento da segurança pública.

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