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Brasil

Moraes nega transferência de Bolsonaro para hospital; médico aponta “queda da pálpebra” e perda de memória

 Defesa relatou traumatismo craniano e suspeita de convulsão após queda na cela. Ministro do STF seguiu avaliação da PF, que descartou urgência para remoção imediata. Leia também Da alta perfumaria aos itens de beleza para o sport care, O Boticário reúne novidades para o mês de outubro  O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal […]

06/01/2026 · 22h33
Moraes nega transferência de Bolsonaro para hospital; médico aponta “queda da pálpebra” e perda de memória
© Tânia Rêgo/Agência Brasil

 Defesa relatou traumatismo craniano e suspeita de convulsão após queda na cela. Ministro do STF seguiu avaliação da PF, que descartou urgência para remoção imediata.

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O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu nesta terça-feira (6) manter o ex-presidente Jair Bolsonaro na Superintendência da Polícia Federal, em Brasília, negando o pedido da defesa para transferência imediata a um hospital externo.

A decisão baseou-se na avaliação da equipe médica da própria Polícia Federal, que, apesar de identificar lesões, concluiu que o caso não apresenta urgência que justifique a remoção do custodiado neste momento.

O Relatório da Defesa

A defesa de Bolsonaro protocolou no STF um detalhamento médico assinado pelo Dr. Brasil Ramos Caiado, solicitando exames de imagem urgentes. O documento descreve um cenário de alerta:

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  • Traumatismo Craniano: O ex-presidente sofreu uma queda após uma síncope (desmaio) durante a madrugada, resultando em uma lesão cortante na região temporal direita da cabeça.
  • Sintomas Neurológicos: O relatório cita episódios de oscilação e perda transitória de memória, além de suspeita de crise convulsiva.

Atualização do Quadro Clínico

Em entrevista coletiva concedida hoje, o médico particular do ex-presidente, Brasil Caiado, trouxe novos detalhes sobre o estado de saúde de Bolsonaro. Segundo ele, apesar de a pressão arterial estar normalizada e o paciente não relatar dores agudas, o quadro neurológico inspira cuidados.

“Ele não está com dor, mas está apático e com tontura”, afirmou Caiado.

O médico destacou ainda um sinal físico observado na avaliação mais recente: uma leve queda na pálpebra esquerda(ptose palpebral), o que pode indicar comprometimento neurológico e reforça o pedido da defesa por monitoramento hospitalar.

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 Defesa relatou traumatismo craniano e suspeita de convulsão após queda na cela. Ministro do STF seguiu avaliação da PF, que descartou urgência para remoção imediata.

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu nesta terça-feira (6) manter o ex-presidente Jair Bolsonaro na Superintendência da Polícia Federal, em Brasília, negando o pedido da defesa para transferência imediata a um hospital externo.

A decisão baseou-se na avaliação da equipe médica da própria Polícia Federal, que, apesar de identificar lesões, concluiu que o caso não apresenta urgência que justifique a remoção do custodiado neste momento.

O Relatório da Defesa

A defesa de Bolsonaro protocolou no STF um detalhamento médico assinado pelo Dr. Brasil Ramos Caiado, solicitando exames de imagem urgentes. O documento descreve um cenário de alerta:

  • Traumatismo Craniano: O ex-presidente sofreu uma queda após uma síncope (desmaio) durante a madrugada, resultando em uma lesão cortante na região temporal direita da cabeça.
  • Sintomas Neurológicos: O relatório cita episódios de oscilação e perda transitória de memória, além de suspeita de crise convulsiva.

Atualização do Quadro Clínico

Em entrevista coletiva concedida hoje, o médico particular do ex-presidente, Brasil Caiado, trouxe novos detalhes sobre o estado de saúde de Bolsonaro. Segundo ele, apesar de a pressão arterial estar normalizada e o paciente não relatar dores agudas, o quadro neurológico inspira cuidados.

“Ele não está com dor, mas está apático e com tontura”, afirmou Caiado.

O médico destacou ainda um sinal físico observado na avaliação mais recente: uma leve queda na pálpebra esquerda(ptose palpebral), o que pode indicar comprometimento neurológico e reforça o pedido da defesa por monitoramento hospitalar.


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