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Aracaju, Quarta-feira, 16 de setembro de 2026
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“Ele queria um beijo”: Mulher que teve parte da língua arrancada pelo ex relata horror em Aracaju

Em uma entrevista carregada de dor e dificuldade na fala, uma mulher vítima de uma agressão desumana detalhou os momentos de pavor vividos nas mãos do ex-companheiro no bairro Olaria, na capital sergipana. O crime, motivado pela não aceitação do fim do relacionamento, resultou na mutilação da vítima: parte de sua língua foi arrancada por uma mordida após o agressor tentar forçar um beijo e imobilizá-la pelo pescoço.

13/04/2026 · 11h22 · Atualizado às 18h47
“Ele queria um beijo”: Mulher que teve parte da língua arrancada pelo ex relata horror em Aracaju

Crime ocorreu no bairro Olaria diante dos filhos da vítima; agressor já possui histórico de violência doméstica e segue sendo investigado pela Polícia Civil.

Em uma entrevista carregada de dor e dificuldade na fala, uma mulher vítima de uma agressão desumana detalhou os momentos de pavor vividos nas mãos do ex-companheiro no bairro Olaria, na capital sergipana. O crime, motivado pela não aceitação do fim do relacionamento, resultou na mutilação da vítima: parte de sua língua foi arrancada por uma mordida após o agressor tentar forçar um beijo e imobilizá-la pelo pescoço.

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“Ele queria um beijo meu, só que eu não queria estar mais com ele. Ele pegou no meu pescoço com tanta força que minha língua ficou para fora, e aí ele mordeu”, relatou a vítima ao Jornal da Fan. O impacto do crime foi agravado pelo fato de os dois filhos da mulher terem assistido a toda a cena em estado de choque. Foi a filha quem, em um ato de coragem, conseguiu acionar a Polícia Militar logo após o agressor fugir do local.

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Recuperação e Reincidência

Atualmente, a vítima encontra-se em estado debilitado, com sérias restrições alimentares e sob forte medicação para dor e prevenção de infecções. O caso ganha um contorno ainda mais grave ao se revelar que o agressor já é reincidente, com passagens anteriores pelo sistema prisional justamente por violência doméstica. A Polícia Civil já instaurou inquérito e busca a localização do autor do crime, que poderá responder por lesão corporal gravíssima, no contexto da Lei Maria da Penha.

Canais de Ajuda e Denúncia

Este caso reforça a necessidade de vigilância e denúncia imediata. Se você ou alguém que você conhece sofre violência, não se cale:

  • Polícia Militar: 190 (Para emergências).
  • Central de Atendimento à Mulher: 180 (Orientações e denúncias).
  • DAGV (Aracaju): Delegacia de Atendimento a Grupos Vulneráveis.
  • Disque-Denúncia: 181 (Sigilo garantido).

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Crime ocorreu no bairro Olaria diante dos filhos da vítima; agressor já possui histórico de violência doméstica e segue sendo investigado pela Polícia Civil.

Em uma entrevista carregada de dor e dificuldade na fala, uma mulher vítima de uma agressão desumana detalhou os momentos de pavor vividos nas mãos do ex-companheiro no bairro Olaria, na capital sergipana. O crime, motivado pela não aceitação do fim do relacionamento, resultou na mutilação da vítima: parte de sua língua foi arrancada por uma mordida após o agressor tentar forçar um beijo e imobilizá-la pelo pescoço.

“Ele queria um beijo meu, só que eu não queria estar mais com ele. Ele pegou no meu pescoço com tanta força que minha língua ficou para fora, e aí ele mordeu”, relatou a vítima ao Jornal da Fan. O impacto do crime foi agravado pelo fato de os dois filhos da mulher terem assistido a toda a cena em estado de choque. Foi a filha quem, em um ato de coragem, conseguiu acionar a Polícia Militar logo após o agressor fugir do local.

Recuperação e Reincidência

Atualmente, a vítima encontra-se em estado debilitado, com sérias restrições alimentares e sob forte medicação para dor e prevenção de infecções. O caso ganha um contorno ainda mais grave ao se revelar que o agressor já é reincidente, com passagens anteriores pelo sistema prisional justamente por violência doméstica. A Polícia Civil já instaurou inquérito e busca a localização do autor do crime, que poderá responder por lesão corporal gravíssima, no contexto da Lei Maria da Penha.

Canais de Ajuda e Denúncia

Este caso reforça a necessidade de vigilância e denúncia imediata. Se você ou alguém que você conhece sofre violência, não se cale:

  • Polícia Militar: 190 (Para emergências).
  • Central de Atendimento à Mulher: 180 (Orientações e denúncias).
  • DAGV (Aracaju): Delegacia de Atendimento a Grupos Vulneráveis.
  • Disque-Denúncia: 181 (Sigilo garantido).

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