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Acidente

Espanha transfere restos de reis de mosteiro ameaçado por incêndio

Restos de três reis de Aragão foram retirados de mosteiro ameaçado por incêndio na Espanha.

15/08/2026 · 11h22
Espanha transfere restos de reis de mosteiro ameaçado por incêndio

Na quinta-feira (13), autoridades retiraram os restos mortais de três monarcas aragoneses do século XI do mosteiro de San Juan de la Peña. As relíquias foram levadas ao Museu Provincial de Huesca, a cerca de 80 km, enquanto o incêndio avançava desde segunda-feira.

Autoridades espanholas retiraram, na quinta-feira (13), os restos mortais de três reis que governaram Aragão no século XI de um mosteiro ameaçado pelo avanço de um incêndio florestal.

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Os restos foram transferidos para o museu provincial de Huesca, a cerca de 80 quilômetros ao sul do mosteiro de San Juan de la Peña. A expectativa é que permaneçam protegidos no local até que as condições sejam consideradas seguras para o retorno.

O incêndio, que começou a avançar na segunda-feira, aproximou-se do mosteiro, datado do século X, na noite de quinta-feira. Segundo a vice-presidente da região, Mar Vaquero, a iminência das chamas levou as autoridades a iniciar uma operação de salvamento de peças históricas. Vaquero elogiou a atuação da equipe responsável pelo resgate.

Duas operações de resgate

Uma equipe de uma unidade militar de emergência conseguiu acessar o mosteiro e retirou vestimentas cerimoniais que pertenceram a um conde do século XVIII, também sepultado no local. A proximidade das chamas, porém, forçou o grupo a abandonar a área temporariamente.

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Uma nova operação foi realizada em seguida, desta vez acompanhada por policiais e por autoridades responsáveis pelo patrimônio histórico. Nessa segunda ação, foram retirados do panteão os restos mortais dos três primeiros reis de Aragão, que reinaram entre 1035 e 1104, além de pinturas históricas do acervo do mosteiro.

O incêndio ganhou força na manhã de quinta-feira, impulsionado pela alta das temperaturas e por ventos fortes. As chamas já devastaram mais de 9 mil hectares e provocaram a evacuação de moradores de 16 cidades. Apesar da situação crítica, o mosteiro permanecia intacto até a manhã desta sexta-feira (14).

No sul da Espanha, outro incêndio florestal também se intensificou na quinta-feira e atingiu cerca de 31 mil hectares na província de Huelva, o que levou aproximadamente 700 pessoas a deixar suas residências.

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Na quinta-feira (13), autoridades retiraram os restos mortais de três monarcas aragoneses do século XI do mosteiro de San Juan de la Peña. As relíquias foram levadas ao Museu Provincial de Huesca, a cerca de 80 km, enquanto o incêndio avançava desde segunda-feira.

Autoridades espanholas retiraram, na quinta-feira (13), os restos mortais de três reis que governaram Aragão no século XI de um mosteiro ameaçado pelo avanço de um incêndio florestal.

Os restos foram transferidos para o museu provincial de Huesca, a cerca de 80 quilômetros ao sul do mosteiro de San Juan de la Peña. A expectativa é que permaneçam protegidos no local até que as condições sejam consideradas seguras para o retorno.

O incêndio, que começou a avançar na segunda-feira, aproximou-se do mosteiro, datado do século X, na noite de quinta-feira. Segundo a vice-presidente da região, Mar Vaquero, a iminência das chamas levou as autoridades a iniciar uma operação de salvamento de peças históricas. Vaquero elogiou a atuação da equipe responsável pelo resgate.

Duas operações de resgate

Uma equipe de uma unidade militar de emergência conseguiu acessar o mosteiro e retirou vestimentas cerimoniais que pertenceram a um conde do século XVIII, também sepultado no local. A proximidade das chamas, porém, forçou o grupo a abandonar a área temporariamente.

Uma nova operação foi realizada em seguida, desta vez acompanhada por policiais e por autoridades responsáveis pelo patrimônio histórico. Nessa segunda ação, foram retirados do panteão os restos mortais dos três primeiros reis de Aragão, que reinaram entre 1035 e 1104, além de pinturas históricas do acervo do mosteiro.

O incêndio ganhou força na manhã de quinta-feira, impulsionado pela alta das temperaturas e por ventos fortes. As chamas já devastaram mais de 9 mil hectares e provocaram a evacuação de moradores de 16 cidades. Apesar da situação crítica, o mosteiro permanecia intacto até a manhã desta sexta-feira (14).

No sul da Espanha, outro incêndio florestal também se intensificou na quinta-feira e atingiu cerca de 31 mil hectares na província de Huelva, o que levou aproximadamente 700 pessoas a deixar suas residências.

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