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Estudo revela crescimento da demanda por vídeos jornalísticos no mundo

Estudo aponta que a demanda por vídeos jornalísticos cresce, especialmente entre jovens.

07/07/2026 · 14h41
Estudo revela crescimento da demanda por vídeos jornalísticos no mundo

Os vídeos de notícias têm se mostrado cada vez mais populares em todo o mundo, segundo dados do Relatório de Notícias Digitais. A pesquisa indica que, após uma década do movimento conhecido como “pivot to video”, a demanda por esse tipo de conteúdo está em expansão, impulsionada principalmente por plataformas como o TikTok. O público demonstrou um crescente interesse pelo formato, que vai além dos conteúdos curtos, refletindo uma mudança nos hábitos de consumo de informação.

Uma análise mais aprofundada revela diferenças significativas no consumo de vídeos de notícias entre as regiões. Na Ásia, quase metade (47%) das pessoas entrevistadas relatou assistir a vídeos de notícias no YouTube semanalmente, enquanto na Europa esse número é de apenas 24%. Na América Latina, o panorama é semelhante, com 47% dos entrevistados afirmando consumir esses conteúdos no Facebook, em contraste com 28% na América do Norte. Esse fenômeno levanta questões sobre os fatores que influenciam essas diferenças, como o uso elevado de celulares e redes sociais nos mercados do Sul Global e a faixa etária da população.

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O relatório deste ano destacou que, pela primeira vez, as redes sociais se tornaram o principal meio de acesso a notícias no mundo, superando a televisão e os próprios sites de notícias. O declínio no uso da TV e dos portais jornalísticos posiciona as plataformas digitais como protagonistas na distribuição de informação.

“Mais da metade (56%) dos jovens de 18 a 24 anos globalmente afirma nunca ler um jornal impresso semanalmente”, aponta o relatório.

Esse perfil de consumo de notícias, predominantemente digital, é um reflexo do comportamento das gerações mais jovens. Para aqueles com idades entre 18 e 24 anos, a internet se tornou a principal fonte de notícias, com uma preferência acentuada por conteúdos em vídeo. O estudo também apontou que 21% desse grupo etário nunca assistiram regularmente a telejornais em canais abertos ou fechados.

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Embora a crescente dependência de plataformas como Facebook e YouTube para a distribuição de conteúdo seja motivo de preocupação para o setor, que busca fontes de receita estáveis, a ascensão dos vídeos jornalísticos não deve ser encarada como uma decadência do jornalismo. Pelo contrário, essa mudança representa uma oportunidade de refletir e descobrir novos caminhos para a comunicação.

Além disso, o relatório destaca a demanda por vídeos de formato mais longo no YouTube, especialmente entre o público jovem. Quase 23% das pessoas que assistem a vídeos de notícias nessa plataforma afirmam consumir conteúdos que ultrapassam 20 minutos, enquanto esse índice cai para 12% em redes sociais como Instagram e TikTok, onde os vídeos curtos são mais populares.

As preferências de consumo de notícias também variam conforme a idade. Os usuários mais jovens do YouTube tendem a assistir a vídeos longos, ao passo que os mais velhos ainda preferem os telejornais tradicionais. Essa mudança nos hábitos é um claro indicativo de que a forma como as pessoas interagem com a mídia está se transformando, e que a televisão linear está perdendo audiência, especialmente entre as gerações mais novas.

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Com 27% da população assistindo a vídeos de notícias em TVs inteligentes através de aplicativos como o YouTube, o comportamento se intensifica entre os jovens, evidenciando uma mudança significativa nas preferências do público. O impacto disso para os veículos de mídia continua incerto, mas é claro que o interesse por vídeos de notícias está em alta, e o mercado abrange muito mais do que apenas formatos curtos.

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Uma análise mais aprofundada revela diferenças significativas no consumo de vídeos de notícias entre as regiões. Na Ásia, quase metade (47%) das pessoas entrevistadas relatou assistir a vídeos de notícias no YouTube semanalmente, enquanto na Europa esse número é de apenas 24%. Na América Latina, o panorama é semelhante, com 47% dos entrevistados afirmando consumir esses conteúdos no Facebook, em contraste com 28% na América do Norte. Esse fenômeno levanta questões sobre os fatores que influenciam essas diferenças, como o uso elevado de celulares e redes sociais nos mercados do Sul Global e a faixa etária da população.

O relatório deste ano destacou que, pela primeira vez, as redes sociais se tornaram o principal meio de acesso a notícias no mundo, superando a televisão e os próprios sites de notícias. O declínio no uso da TV e dos portais jornalísticos posiciona as plataformas digitais como protagonistas na distribuição de informação.

“Mais da metade (56%) dos jovens de 18 a 24 anos globalmente afirma nunca ler um jornal impresso semanalmente”, aponta o relatório.

Esse perfil de consumo de notícias, predominantemente digital, é um reflexo do comportamento das gerações mais jovens. Para aqueles com idades entre 18 e 24 anos, a internet se tornou a principal fonte de notícias, com uma preferência acentuada por conteúdos em vídeo. O estudo também apontou que 21% desse grupo etário nunca assistiram regularmente a telejornais em canais abertos ou fechados.

Embora a crescente dependência de plataformas como Facebook e YouTube para a distribuição de conteúdo seja motivo de preocupação para o setor, que busca fontes de receita estáveis, a ascensão dos vídeos jornalísticos não deve ser encarada como uma decadência do jornalismo. Pelo contrário, essa mudança representa uma oportunidade de refletir e descobrir novos caminhos para a comunicação.

Além disso, o relatório destaca a demanda por vídeos de formato mais longo no YouTube, especialmente entre o público jovem. Quase 23% das pessoas que assistem a vídeos de notícias nessa plataforma afirmam consumir conteúdos que ultrapassam 20 minutos, enquanto esse índice cai para 12% em redes sociais como Instagram e TikTok, onde os vídeos curtos são mais populares.

As preferências de consumo de notícias também variam conforme a idade. Os usuários mais jovens do YouTube tendem a assistir a vídeos longos, ao passo que os mais velhos ainda preferem os telejornais tradicionais. Essa mudança nos hábitos é um claro indicativo de que a forma como as pessoas interagem com a mídia está se transformando, e que a televisão linear está perdendo audiência, especialmente entre as gerações mais novas.

Com 27% da população assistindo a vídeos de notícias em TVs inteligentes através de aplicativos como o YouTube, o comportamento se intensifica entre os jovens, evidenciando uma mudança significativa nas preferências do público. O impacto disso para os veículos de mídia continua incerto, mas é claro que o interesse por vídeos de notícias está em alta, e o mercado abrange muito mais do que apenas formatos curtos.

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