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EUA consideram ‘absurda’ avaliação do Brasil sobre intervenção militar

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EUA consideram ‘absurda’ avaliação do Brasil sobre intervenção militar

EUA rejeitam avaliação do Brasil sobre intervenção militar; consideram 'absurda'.

09/07/2026 · 19h05
EUA consideram ‘absurda’ avaliação do Brasil sobre intervenção militar

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O governo dos Estados Unidos repudiou a avaliação do Ministério das Relações Exteriores do Brasil sobre a possibilidade de uma intervenção militar americana em território nacional. Um porta-voz do Departamento de Estado dos EUA descreveu a conclusão como ‘absurda’ em uma nota divulgada nesta terça-feira, 7 de julho de 2026.

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A manifestação ocorreu em resposta ao documento enviado pelo chanceler Mauro Vieira à Câmara dos Deputados, datado de 1º de julho. No texto, Vieira alertou sobre o risco de ação militar dos EUA no Brasil, em decorrência da decisão do governo Trump de classificar o Comando Vermelho e o Primeiro Comando da Capital (PCC) como organizações terroristas.

Em junho, o Departamento de Estado designou as duas facções criminosas brasileiras como terroristas, desconsiderando pedidos do governo brasileiro. Essa classificação pode facilitar ações mais rígidas e unilaterais por parte dos EUA contra o Brasil.

O porta-voz americano reiterou que os Estados Unidos atuam dentro de suas prerrogativas legais para combater esses grupos. ‘Esse comentário sobre risco de uma ação militar é um absurdo. Os Estados Unidos estão adotando medidas decisivas, com base em suas próprias prerrogativas soberanas, para combater narcoterroristas’, afirmou.

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A nota também contestou a validade dos alarmes sobre uma possível intervenção. ‘Essas facções brasileiras agora operam nos Estados Unidos, e defenderemos nosso povo delas. Alegações vagas de intervenção costumam servir de pretexto para ajudar e favorecer alguns dos grupos mais violentos do mundo’, completou o porta-voz.

De acordo com informações, o Departamento de Estado já havia negado categoricamente a possibilidade de uma ação militar norte-americana no Brasil. A porta-voz em língua portuguesa do Departamento de Estado, Amanda Roberson, declarou em entrevista no dia 1º de junho de 2026 que ‘a lei americana das designações é muito clara: não contempla nenhum tipo de ação militar’. Ela enfatizou que o Departamento de Guerra é o responsável por ações militares no mundo, e que as designações têm como consequências restrições de vistos e financeiras para bloquear atividades e apoio a grupos criminosos.

O documento emitido pelo Itamaraty, assinado por Mauro Vieira, foi enviado à Câmara em resposta a um pedido de informações do deputado Evair de Melo (Republicanos-ES). O chanceler manifestou sua oposição à classificação das facções como organizações terroristas, afirmando que essa medida não traria benefícios ao Brasil e poderia resultar em consequências negativas para o país.

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Quando questionado sobre a fundamentação da avaliação de Mauro Vieira acerca da possibilidade de intervenção norte-americana no Brasil, o Ministério das Relações Exteriores não forneceu uma resposta.

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O governo dos Estados Unidos repudiou a avaliação do Ministério das Relações Exteriores do Brasil sobre a possibilidade de uma intervenção militar americana em território nacional. Um porta-voz do Departamento de Estado dos EUA descreveu a conclusão como ‘absurda’ em uma nota divulgada nesta terça-feira, 7 de julho de 2026.

A manifestação ocorreu em resposta ao documento enviado pelo chanceler Mauro Vieira à Câmara dos Deputados, datado de 1º de julho. No texto, Vieira alertou sobre o risco de ação militar dos EUA no Brasil, em decorrência da decisão do governo Trump de classificar o Comando Vermelho e o Primeiro Comando da Capital (PCC) como organizações terroristas.

Em junho, o Departamento de Estado designou as duas facções criminosas brasileiras como terroristas, desconsiderando pedidos do governo brasileiro. Essa classificação pode facilitar ações mais rígidas e unilaterais por parte dos EUA contra o Brasil.

O porta-voz americano reiterou que os Estados Unidos atuam dentro de suas prerrogativas legais para combater esses grupos. ‘Esse comentário sobre risco de uma ação militar é um absurdo. Os Estados Unidos estão adotando medidas decisivas, com base em suas próprias prerrogativas soberanas, para combater narcoterroristas’, afirmou.

A nota também contestou a validade dos alarmes sobre uma possível intervenção. ‘Essas facções brasileiras agora operam nos Estados Unidos, e defenderemos nosso povo delas. Alegações vagas de intervenção costumam servir de pretexto para ajudar e favorecer alguns dos grupos mais violentos do mundo’, completou o porta-voz.

De acordo com informações, o Departamento de Estado já havia negado categoricamente a possibilidade de uma ação militar norte-americana no Brasil. A porta-voz em língua portuguesa do Departamento de Estado, Amanda Roberson, declarou em entrevista no dia 1º de junho de 2026 que ‘a lei americana das designações é muito clara: não contempla nenhum tipo de ação militar’. Ela enfatizou que o Departamento de Guerra é o responsável por ações militares no mundo, e que as designações têm como consequências restrições de vistos e financeiras para bloquear atividades e apoio a grupos criminosos.

O documento emitido pelo Itamaraty, assinado por Mauro Vieira, foi enviado à Câmara em resposta a um pedido de informações do deputado Evair de Melo (Republicanos-ES). O chanceler manifestou sua oposição à classificação das facções como organizações terroristas, afirmando que essa medida não traria benefícios ao Brasil e poderia resultar em consequências negativas para o país.

Quando questionado sobre a fundamentação da avaliação de Mauro Vieira acerca da possibilidade de intervenção norte-americana no Brasil, o Ministério das Relações Exteriores não forneceu uma resposta.

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