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EUA e Irã negociam cessar-fogo e livre passagem no Estreito de Ormuz

Mundo

EUA e Irã negociam cessar-fogo e livre passagem no Estreito de Ormuz

EUA e Irã discutem bases para um cessar-fogo permanente em reuniões na Suíça.

21/06/2026 · 00h00 · Atualizado às 04h47
EUA e Irã negociam cessar-fogo e livre passagem no Estreito de Ormuz

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Delegações dos dois países se reuniram na Suíça e registraram avanços concretos. Pauta incluiu ativos congelados, sanções ao petróleo iraniano e segurança marítima.

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Delegações dos Estados Unidos e do Irã se reuniram na Suíça para discutir as bases para um cessar-fogo permanente, segundo informações do porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã, Esmaeil Baghaei. As reuniões abordaram cláusulas essenciais para o início das negociações finais, incluindo a liberação dos ativos congelados do Irã e a obtenção de isenções de sanções para a venda de petróleo iraniano.

Baghaei destacou que “foram feitos bons progressos” nas discussões, que também incluíram a segurança da navegação no Estreito de Ormuz. Os dois países concordaram que os navios devem ter permissão para transitar com segurança por essa importante passagem marítima.

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“As negociações foram conduzidas em uma atmosfera positiva e construtiva, com progressos encorajadores”, disse um comunicado conjunto dos mediadores Paquistão e Catar.

Além disso, foi estabelecido um Comitê de Alto Nível para supervisionar a mediação. Os negociadores-chefes se comprometeram a apresentar relatórios regulares ao comitê, que também liderará grupos de trabalho dedicados a questões nucleares, sanções e a criação de um mecanismo de monitoramento e resolução de disputas.

As tensões na região ainda são altas, especialmente com os confrontos entre Israel e o grupo militante Hezbollah, que é apoiado pelo Irã. Apesar do progresso nas negociações de cessar-fogo, os conflitos no Líbano continuam, o que levanta questões sobre a estabilidade da situação.

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As negociações entre os EUA e o Irã representam um passo significativo no caminho para um possível acordo que aborde questões críticas de segurança e diplomacia na região. O resultado dessas discussões poderá ter impactos profundos nas relações internacionais e na dinâmica de poder no Oriente Médio, especialmente considerando o papel de outras nações e grupos militantes na área.

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Delegações dos dois países se reuniram na Suíça e registraram avanços concretos. Pauta incluiu ativos congelados, sanções ao petróleo iraniano e segurança marítima.

Delegações dos Estados Unidos e do Irã se reuniram na Suíça para discutir as bases para um cessar-fogo permanente, segundo informações do porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã, Esmaeil Baghaei. As reuniões abordaram cláusulas essenciais para o início das negociações finais, incluindo a liberação dos ativos congelados do Irã e a obtenção de isenções de sanções para a venda de petróleo iraniano.

Baghaei destacou que “foram feitos bons progressos” nas discussões, que também incluíram a segurança da navegação no Estreito de Ormuz. Os dois países concordaram que os navios devem ter permissão para transitar com segurança por essa importante passagem marítima.

“As negociações foram conduzidas em uma atmosfera positiva e construtiva, com progressos encorajadores”, disse um comunicado conjunto dos mediadores Paquistão e Catar.

Além disso, foi estabelecido um Comitê de Alto Nível para supervisionar a mediação. Os negociadores-chefes se comprometeram a apresentar relatórios regulares ao comitê, que também liderará grupos de trabalho dedicados a questões nucleares, sanções e a criação de um mecanismo de monitoramento e resolução de disputas.

As tensões na região ainda são altas, especialmente com os confrontos entre Israel e o grupo militante Hezbollah, que é apoiado pelo Irã. Apesar do progresso nas negociações de cessar-fogo, os conflitos no Líbano continuam, o que levanta questões sobre a estabilidade da situação.

As negociações entre os EUA e o Irã representam um passo significativo no caminho para um possível acordo que aborde questões críticas de segurança e diplomacia na região. O resultado dessas discussões poderá ter impactos profundos nas relações internacionais e na dinâmica de poder no Oriente Médio, especialmente considerando o papel de outras nações e grupos militantes na área.

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