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Economia

Exportações de Sergipe somaram US$ 8,0 milhões em fevereiro de 2026

Comércio exterior Levantamento do Centro Internacional de Negócios (CIN/SE) da Federação das Indústrias do Estado de Sergipe (FIES), baseado em...

10/03/2026 · 18h14
Exportações de Sergipe somaram US$ 8,0 milhões em fevereiro de 2026

Levantamento do Centro Internacional de Negócios (CIN/SE) da Federação das Indústrias do Estado de Sergipe (FIES), baseado em informações do sistema Comex Stat do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, indica que as exportações do estado em fevereiro de 2026 alcançaram aproximadamente US$ 8,0 milhões. O valor representa queda de 77,7% em relação a janeiro.

Do total exportado naquele mês, 30 produtos foram embarcados para o mercado externo. Entre eles, o item categorizado como outros óleos essenciais de laranja foi o principal, com cerca de US$ 2,7 milhões, respondendo por 33,9% do montante exportado. Em seguida aparecem o suco de laranja concentrado e congelado, não fermentado e sem adição de álcool, com ou sem açúcar ou edulcorantes, com vendas na ordem de US$ 2,0 milhões, e o limoneno, com aproximadamente US$ 1,3 milhão.

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Esses três produtos — outros óleos essenciais de laranja, suco de laranja congelado e limoneno — somaram 75,5% do total das exportações sergipanas em fevereiro de 2026.

Os principais mercados receptores foram os Países Baixos, com exportações que somaram US$ 3,8 milhões; os Estados Unidos, com US$ 1,7 milhão; e a Espanha, com US$ 877,1 mil.

Importações

Em relação às compras externas, o levantamento aponta que, em janeiro, as importações de Sergipe totalizaram cerca de US$ 15,0 milhões, com aquisições de 205 itens provenientes do exterior.

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Os produtos com maior valor de compra no mês citado foram: diidrogeno-ortofosfato de amônio (fosfato monoamônico), inclusive quando misturado com hidrogeno-ortofosfato de diamônio (fosfato diamônico), que representou US$ 6,2 milhões e 41,6% do total das importações; máquinas e aparelhos para as indústrias de panificação e pastelaria, com US$ 1,6 milhão; e gás natural no estado gasoso, com US$ 819,6 mil.

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Quanto à origem desses insumos e equipamentos, os principais fornecedores foram a Rússia (US$ 6,2 milhões), a China (US$ 3,0 milhões) e a Itália (US$ 1,7 milhão).

Considerando os valores de exportações e importações informados, a balança comercial do estado encerrou fevereiro de 2026 com um saldo negativo de US$ 6,9 milhões, resultado da diferença entre as operações de venda e compra no período.

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Levantamento do Centro Internacional de Negócios (CIN/SE) da Federação das Indústrias do Estado de Sergipe (FIES), baseado em informações do sistema Comex Stat do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, indica que as exportações do estado em fevereiro de 2026 alcançaram aproximadamente US$ 8,0 milhões. O valor representa queda de 77,7% em relação a janeiro.

Do total exportado naquele mês, 30 produtos foram embarcados para o mercado externo. Entre eles, o item categorizado como outros óleos essenciais de laranja foi o principal, com cerca de US$ 2,7 milhões, respondendo por 33,9% do montante exportado. Em seguida aparecem o suco de laranja concentrado e congelado, não fermentado e sem adição de álcool, com ou sem açúcar ou edulcorantes, com vendas na ordem de US$ 2,0 milhões, e o limoneno, com aproximadamente US$ 1,3 milhão.

Esses três produtos — outros óleos essenciais de laranja, suco de laranja congelado e limoneno — somaram 75,5% do total das exportações sergipanas em fevereiro de 2026.

Os principais mercados receptores foram os Países Baixos, com exportações que somaram US$ 3,8 milhões; os Estados Unidos, com US$ 1,7 milhão; e a Espanha, com US$ 877,1 mil.

Importações

Em relação às compras externas, o levantamento aponta que, em janeiro, as importações de Sergipe totalizaram cerca de US$ 15,0 milhões, com aquisições de 205 itens provenientes do exterior.

Os produtos com maior valor de compra no mês citado foram: diidrogeno-ortofosfato de amônio (fosfato monoamônico), inclusive quando misturado com hidrogeno-ortofosfato de diamônio (fosfato diamônico), que representou US$ 6,2 milhões e 41,6% do total das importações; máquinas e aparelhos para as indústrias de panificação e pastelaria, com US$ 1,6 milhão; e gás natural no estado gasoso, com US$ 819,6 mil.

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Quanto à origem desses insumos e equipamentos, os principais fornecedores foram a Rússia (US$ 6,2 milhões), a China (US$ 3,0 milhões) e a Itália (US$ 1,7 milhão).

Considerando os valores de exportações e importações informados, a balança comercial do estado encerrou fevereiro de 2026 com um saldo negativo de US$ 6,9 milhões, resultado da diferença entre as operações de venda e compra no período.

 

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