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Cultura

Exposição “Tramas da Cultura Sergipana” estreia nesta sexta no Palácio Museu Olímpio Campos

O Palácio Museu Olímpio Campos (PMOC) abre ao público nesta sexta-feira, 17, a mostra “Tramas da Cultura Sergipana”. A exposição fica disponível gratuitamente até 17 de novembro e reúne telas, vestimentas e bonecas de pano criadas por artesãos e artistas de Sergipe. A iniciativa integra a programação cultural do Governo de Sergipe em celebração ao […]

16/10/2025 · 09h23
Exposição “Tramas da Cultura Sergipana” estreia nesta sexta no Palácio Museu Olímpio Campos

O Palácio Museu Olímpio Campos (PMOC) abre ao público nesta sexta-feira, 17, a mostra “Tramas da Cultura Sergipana”. A exposição fica disponível gratuitamente até 17 de novembro e reúne telas, vestimentas e bonecas de pano criadas por artesãos e artistas de Sergipe.

A iniciativa integra a programação cultural do Governo de Sergipe em celebração ao mês da sergipanidade. Por meio de peças que dialogam com o artesanato têxtil, a iconografia regional e outras expressões populares, a mostra oferece um panorama da identidade local, marcada pelas influências indígenas, africanas e europeias.

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Conceito

Segundo o museólogo Romário Portugal, a exposição foi estruturada em três eixos – pinturas, roupas e bonecas de pano que representam grupos folclóricos. “O nome ‘Tramas’ faz referência ao entrelaçamento de todos esses aspectos”, explicou.

A historiadora Isaura Ramos, coordenadora de Educação e Pesquisa do PMOC, lembrou que 24 de outubro é uma data simbólica para os sergipanos. “O evento de sexta-feira reforça a importância desse dia para a nossa identidade. Espaços de memória têm o papel de trabalhar a cultura produzida pelo povo”, afirmou.

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Noite de abertura

A programação começa às 18h com o “Concerto da Sergipanidade”, conduzido pela professora Marília Teixeira e interpretado por alunos do curso de Canto Lírico do Conservatório de Música de Sergipe (CMSE). O repertório contará com composições de artistas do estado, apresentadas por Breno Augusto, Débora Souza, Diogo Oliveira, Emanuel Menezes, Fernanda Epifânio, Joana Angélica, Luana Marins e Luana Müller, com acompanhamento ao piano do professor Rinaldo Lima.

Às 19h, ocorre a abertura oficial da exposição. A partir desse momento, o público poderá percorrer as salas que destacam memória, ancestralidade e modos de vida do povo sergipano.

 

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O Palácio Museu Olímpio Campos (PMOC) abre ao público nesta sexta-feira, 17, a mostra “Tramas da Cultura Sergipana”. A exposição fica disponível gratuitamente até 17 de novembro e reúne telas, vestimentas e bonecas de pano criadas por artesãos e artistas de Sergipe.

A iniciativa integra a programação cultural do Governo de Sergipe em celebração ao mês da sergipanidade. Por meio de peças que dialogam com o artesanato têxtil, a iconografia regional e outras expressões populares, a mostra oferece um panorama da identidade local, marcada pelas influências indígenas, africanas e europeias.

Conceito

Segundo o museólogo Romário Portugal, a exposição foi estruturada em três eixos – pinturas, roupas e bonecas de pano que representam grupos folclóricos. “O nome ‘Tramas’ faz referência ao entrelaçamento de todos esses aspectos”, explicou.

A historiadora Isaura Ramos, coordenadora de Educação e Pesquisa do PMOC, lembrou que 24 de outubro é uma data simbólica para os sergipanos. “O evento de sexta-feira reforça a importância desse dia para a nossa identidade. Espaços de memória têm o papel de trabalhar a cultura produzida pelo povo”, afirmou.

Noite de abertura

A programação começa às 18h com o “Concerto da Sergipanidade”, conduzido pela professora Marília Teixeira e interpretado por alunos do curso de Canto Lírico do Conservatório de Música de Sergipe (CMSE). O repertório contará com composições de artistas do estado, apresentadas por Breno Augusto, Débora Souza, Diogo Oliveira, Emanuel Menezes, Fernanda Epifânio, Joana Angélica, Luana Marins e Luana Müller, com acompanhamento ao piano do professor Rinaldo Lima.

Às 19h, ocorre a abertura oficial da exposição. A partir desse momento, o público poderá percorrer as salas que destacam memória, ancestralidade e modos de vida do povo sergipano.

 

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