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Aracaju, Quarta-feira, 1 de julho de 2026
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Família denuncia injúria racial contra jovem atleta em jogo no E.C. Pinheiros

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Família denuncia injúria racial contra jovem atleta em jogo no E.C. Pinheiros

Adolescente de 15 anos denuncia injúria racial durante jogo no E.C. Pinheiros.

30/06/2026 · 00h00 · Atualizado às 17h32
Família denuncia injúria racial contra jovem atleta em jogo no E.C. Pinheiros

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Um adolescente de 15 anos foi alvo de injúria racial durante uma partida de basquete juvenil, ocorrida na última quinta-feira (25), nas dependências do Esporte Clube Pinheiros, um dos maiores clubes poliesportivos da América Latina, localizado na zona oeste de São Paulo.

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De acordo com o boletim de ocorrência registrado pela família do jovem, após marcar uma cesta contra a equipe adversária, o atleta foi chamado de “macaco” por um jogador do time opositor, também de 15 anos. O relato da vítima à polícia destaca que ele foi incentivado por amigos a informar o ocorrido ao técnico, que decidiu interromper a partida.

“O técnico paralisou o jogo após ser informado do que ocorreu. É importante que essas situações sejam denunciadas”, afirmou um dos familiares do atleta.

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Após o incidente, a família do adolescente procurou a polícia. Os dois jovens envolvidos, além do técnico de basquete, foram levados à delegacia para prestar esclarecimentos. O treinador afirmou ter presenciado a discussão e considerou que se tratou de uma “provocação natural” do jogo, negando qualquer ofensa de cunho racial.

O caso foi registrado como ato infracional análogo ao crime de injúria racial. Os menores foram liberados na presença de seus responsáveis. O Esporte Clube Pinheiros, quando contatado, declarou que “reserva-se ao direito de não discorrer sobre o caso” devido à idade dos envolvidos, mas enfatizou que “repudia veementemente toda e qualquer forma de preconceito”.

Em nota, o clube esclareceu que acompanha atentamente a situação e que aguardará a investigação das autoridades competentes, tomando as medidas necessárias. “Em sua atuação permanente na formação esportiva e cidadã, promovemos regularmente ações de conscientização, palestras e treinamentos, reforçando valores como respeito, inclusão e convivência ética”, acrescentou a instituição.

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A Justiça Desportiva também foi contatada para mais informações sobre o caso, e o espaço permanece aberto para novas atualizações.

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Um adolescente de 15 anos foi alvo de injúria racial durante uma partida de basquete juvenil, ocorrida na última quinta-feira (25), nas dependências do Esporte Clube Pinheiros, um dos maiores clubes poliesportivos da América Latina, localizado na zona oeste de São Paulo.

De acordo com o boletim de ocorrência registrado pela família do jovem, após marcar uma cesta contra a equipe adversária, o atleta foi chamado de “macaco” por um jogador do time opositor, também de 15 anos. O relato da vítima à polícia destaca que ele foi incentivado por amigos a informar o ocorrido ao técnico, que decidiu interromper a partida.

“O técnico paralisou o jogo após ser informado do que ocorreu. É importante que essas situações sejam denunciadas”, afirmou um dos familiares do atleta.

Após o incidente, a família do adolescente procurou a polícia. Os dois jovens envolvidos, além do técnico de basquete, foram levados à delegacia para prestar esclarecimentos. O treinador afirmou ter presenciado a discussão e considerou que se tratou de uma “provocação natural” do jogo, negando qualquer ofensa de cunho racial.

O caso foi registrado como ato infracional análogo ao crime de injúria racial. Os menores foram liberados na presença de seus responsáveis. O Esporte Clube Pinheiros, quando contatado, declarou que “reserva-se ao direito de não discorrer sobre o caso” devido à idade dos envolvidos, mas enfatizou que “repudia veementemente toda e qualquer forma de preconceito”.

Em nota, o clube esclareceu que acompanha atentamente a situação e que aguardará a investigação das autoridades competentes, tomando as medidas necessárias. “Em sua atuação permanente na formação esportiva e cidadã, promovemos regularmente ações de conscientização, palestras e treinamentos, reforçando valores como respeito, inclusão e convivência ética”, acrescentou a instituição.

A Justiça Desportiva também foi contatada para mais informações sobre o caso, e o espaço permanece aberto para novas atualizações.

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