
Já a primeira (acima), há tempos que existe. Em Bom Jesus da Lapa-BA.

Com pouco mais de 500 quilômetros asfaltados em território goiano e baiano, dos cerca dos 1.300 total; e menos de duzentos em Sergipe e Alagoas, a rodovia deveria recolocar Itabaiana como entroncamento nacional, ao compor com BR-235 um eixo rodoviário, senão da importância de Feira de Santana, porém semelhante. Contudo, seu traçado em Sergipe ainda é incerto. Aventando-se a hipótese, inclusive de logo chegar ao litoral, ao partir de Riachão do Dantas. Sem obviamente passar pelo restante do traçado da SE-170, de Riachão à Moita Bonita.

É interessante que apenas em alguns trechos, todos sob administração dos Estados, tem acostamento.
A ponte, ora em construção, entre Neópolis e Penedo tende a ser um investimento doméstico; sem aspirações maiores, como próprio de assuntos provincianos.
E Sergipe continuará agarrado às areias da praia como caranguejo, sem atentar para a importância de desenvolver seu interior. Sem a sua segunda artéria de ligação norte-sul, implementada pelos conquistadores portugueses em 1600; mas nunca levada a sério.
A menos que a União assuma a rodovia que projetou.

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