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Sergipe

Fantástico mostra desafios da Síndrome de Tourette e reforça projeto da delegada Katarina

Reportagem do Fantástico destaca necessidades de pessoas com Tourette; projeto de lei avança O programa Fantástico exibiu neste domingo (1º) uma...

03/03/2026 · 08h10 · Atualizado às 18h59
Fantástico mostra desafios da Síndrome de Tourette e reforça projeto da delegada Katarina

Reportagem do Fantástico destaca necessidades de pessoas com Tourette; projeto de lei avança

O programa Fantástico exibiu neste domingo (1º) uma reportagem com relatos de pessoas que vivem com a Síndrome de Tourette, evidenciando a complexidade do transtorno e os obstáculos enfrentados no cotidiano. A matéria abordou os tiques motores e vocais involuntários, o estigma social e a falta de compreensão que muitas vezes agravam o sofrimento dos afetados.

A deputada Delegada Katarina (PSD/SE) é autora de um projeto que institui a Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com Síndrome de Tourette. A proposta já foi apreciada na Câmara dos Deputados e atualmente tramita no Senado Federal.

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O objetivo do projeto é ampliar o acesso ao diagnóstico precoce, garantir tratamento adequado e promover acompanhamento multidisciplinar. A iniciativa também prevê ações de conscientização para reduzir o preconceito e fomentar a inclusão social de quem convive com a condição.

“Felicidade enorme ver o Fantástico abordar um tema tão importante e que precisa ser mais conhecido. A informação é o primeiro passo para combater o preconceito. Muitas pessoas ainda não compreendem a Síndrome de Tourette e acabam julgando ou discriminando quem convive com o transtorno. Nosso projeto vem justamente para garantir dignidade, respeito e acesso a direitos básicos”, afirmou a deputada.

A parlamentar ressaltou ainda que a proposta busca dar visibilidade a uma condição que atinge cerca de 1% da população e que permanece pouco debatida no país, apesar do impacto na qualidade de vida de milhares de brasileiros. “Precisamos assegurar que essas pessoas tenham acesso a tratamento, educação inclusiva e oportunidades, sem serem rotuladas ou excluídas”, reforçou.

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Segundo o texto do projeto, a pessoa com Síndrome de Tourette poderá ser reconhecida como pessoa com deficiência quando os sintomas comprometerem de forma significativa sua funcionalidade e participação social, mediante avaliação biopsicossocial. Além disso, a proposta prevê atenção integral às necessidades de saúde, ações educativas e de conscientização e incentivo à pesquisa científica sobre a condição, com o objetivo de ampliar conhecimento e aprimorar a eficácia dos tratamentos disponíveis.

O projeto segue em análise no Senado enquanto a reportagem do Fantástico amplia o debate público sobre a Síndrome de Tourette e as medidas previstas para proteção de direitos e inclusão.

 

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Reportagem do Fantástico destaca necessidades de pessoas com Tourette; projeto de lei avança

O programa Fantástico exibiu neste domingo (1º) uma reportagem com relatos de pessoas que vivem com a Síndrome de Tourette, evidenciando a complexidade do transtorno e os obstáculos enfrentados no cotidiano. A matéria abordou os tiques motores e vocais involuntários, o estigma social e a falta de compreensão que muitas vezes agravam o sofrimento dos afetados.

A deputada Delegada Katarina (PSD/SE) é autora de um projeto que institui a Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com Síndrome de Tourette. A proposta já foi apreciada na Câmara dos Deputados e atualmente tramita no Senado Federal.

O objetivo do projeto é ampliar o acesso ao diagnóstico precoce, garantir tratamento adequado e promover acompanhamento multidisciplinar. A iniciativa também prevê ações de conscientização para reduzir o preconceito e fomentar a inclusão social de quem convive com a condição.

“Felicidade enorme ver o Fantástico abordar um tema tão importante e que precisa ser mais conhecido. A informação é o primeiro passo para combater o preconceito. Muitas pessoas ainda não compreendem a Síndrome de Tourette e acabam julgando ou discriminando quem convive com o transtorno. Nosso projeto vem justamente para garantir dignidade, respeito e acesso a direitos básicos”, afirmou a deputada.

A parlamentar ressaltou ainda que a proposta busca dar visibilidade a uma condição que atinge cerca de 1% da população e que permanece pouco debatida no país, apesar do impacto na qualidade de vida de milhares de brasileiros. “Precisamos assegurar que essas pessoas tenham acesso a tratamento, educação inclusiva e oportunidades, sem serem rotuladas ou excluídas”, reforçou.

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Segundo o texto do projeto, a pessoa com Síndrome de Tourette poderá ser reconhecida como pessoa com deficiência quando os sintomas comprometerem de forma significativa sua funcionalidade e participação social, mediante avaliação biopsicossocial. Além disso, a proposta prevê atenção integral às necessidades de saúde, ações educativas e de conscientização e incentivo à pesquisa científica sobre a condição, com o objetivo de ampliar conhecimento e aprimorar a eficácia dos tratamentos disponíveis.

O projeto segue em análise no Senado enquanto a reportagem do Fantástico amplia o debate público sobre a Síndrome de Tourette e as medidas previstas para proteção de direitos e inclusão.

 

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