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Política

Ferroviários mantêm greve na CPTM; operação segue parcial

Greve dos ferroviários da CPTM continua com operação parcial em SP após assembleia.

04/08/2026 · 00h00 · Atualizado às 15h12
Ferroviários mantêm greve na CPTM; operação segue parcial

Os ferroviários que trabalham na CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) decidiram, nesta terça-feira (4), manter a greve após uma nova assembleia geral. O movimento, que teve início à meia-noite do mesmo dia, ocorre em razão da falta de garantias de manutenção dos empregos por parte do Governo do Estado.

Em comunicado, o Sindicato dos Ferroviários destacou que o governo não apresentou uma proposta concreta que assegurasse a continuidade dos postos de trabalho. Por esta razão, os trabalhadores optaram por dar continuidade à paralisação.

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Uma nova assembleia foi convocada para esta quarta-feira (5), às 17h. Neste encontro, os ferroviários irão analisar os próximos passos do movimento grevista.

Os ferroviários afirmaram que a greve pode ser encerrada assim que o governo formalizar o compromisso de preservar os empregos de todos os trabalhadores.

Em resposta à greve, o Governo de São Paulo divulgou uma nota afirmando que a paralisação foi decidida pelo sindicato, mesmo após o compromisso do governo de não realizar demissões durante a realocação dos funcionários da CPTM. O governo classificou a ação como uma decisão unilateral da entidade sindical.

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“Com justificativas baseadas em desinformação e prejuízos a quase 1 milhão de passageiros que usam as três linhas diariamente”, afirmou o governo.

A situação atual das linhas da CPTM apresenta um cenário de operação parcial. As linhas 11-Coral e 12-Safira estão funcionando com restrições, enquanto a linha 13-Jade e o Expresso Aeroporto permanecem completamente paralisados.

De acordo com a CPTM, durante o horário de pico da manhã, apenas 67% do efetivo operacional estava em atividade, um índice abaixo do mínimo estipulado pelo TRT (Tribunal Regional do Trabalho), que determinou que 80% da operação fosse mantida nos horários de maior movimento e 60% nos demais períodos. Caso a determinação não seja cumprida, o sindicato poderá enfrentar uma multa de R$ 400 mil por dia.

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Os ferroviários que trabalham na CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) decidiram, nesta terça-feira (4), manter a greve após uma nova assembleia geral. O movimento, que teve início à meia-noite do mesmo dia, ocorre em razão da falta de garantias de manutenção dos empregos por parte do Governo do Estado.

Em comunicado, o Sindicato dos Ferroviários destacou que o governo não apresentou uma proposta concreta que assegurasse a continuidade dos postos de trabalho. Por esta razão, os trabalhadores optaram por dar continuidade à paralisação.

Uma nova assembleia foi convocada para esta quarta-feira (5), às 17h. Neste encontro, os ferroviários irão analisar os próximos passos do movimento grevista.

Os ferroviários afirmaram que a greve pode ser encerrada assim que o governo formalizar o compromisso de preservar os empregos de todos os trabalhadores.

Em resposta à greve, o Governo de São Paulo divulgou uma nota afirmando que a paralisação foi decidida pelo sindicato, mesmo após o compromisso do governo de não realizar demissões durante a realocação dos funcionários da CPTM. O governo classificou a ação como uma decisão unilateral da entidade sindical.

“Com justificativas baseadas em desinformação e prejuízos a quase 1 milhão de passageiros que usam as três linhas diariamente”, afirmou o governo.

A situação atual das linhas da CPTM apresenta um cenário de operação parcial. As linhas 11-Coral e 12-Safira estão funcionando com restrições, enquanto a linha 13-Jade e o Expresso Aeroporto permanecem completamente paralisados.

De acordo com a CPTM, durante o horário de pico da manhã, apenas 67% do efetivo operacional estava em atividade, um índice abaixo do mínimo estipulado pelo TRT (Tribunal Regional do Trabalho), que determinou que 80% da operação fosse mantida nos horários de maior movimento e 60% nos demais períodos. Caso a determinação não seja cumprida, o sindicato poderá enfrentar uma multa de R$ 400 mil por dia.

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